Romaria Minhota 2019 em Belém – Lisboa

 

No próximo dia 15 de Setembro, no Jardim Vasco da Gama, em Belém – Lisboa, a Casa do Minho em Lisboa vai realizar a sua já tradicional Romaria Minhota, de cujo programa fazem parte das seguintes atividades:

15h00 – Missa Campal (em louvor de Nª Sª do Minho e Santiago, presidida pelo Rev.mo Senhor Padre Alexandre Santos)

16h00 – Procissão solene

16h30 – Tarde folclórica, com a participação dos seguintes grupos:

– Associação Rancho Folclórico Alegria do Minho (Alto Minho)

– Grupo Danças e Cantares do Alto do Moinho (Douro Litoral Norte)

– Rancho Folclórico da Casa do Minho em Lisboa (Alto e Baixo Minho)

Com o apoio de toda a Imprensa Minhota

A Casa do Minho em Lisboa

A Casa do Minho em Lisboa (a mais antiga associação regionalista minhota em Lisboa) foi fundada em 1923, por um grupo de minhotos. A ideia era criar uma agremiação que congregasse todos os minhotos que residem em Lisboa, com a finalidade de defender os interesses do Minho e das suas gentes, divulgando e preservando as suas culturas, através do Rancho Folclórico e da Estúrdia Minhota (Grupo de Cantares), bem como dos seus tradicionais almoços e muitos outros eventos.

Sobre o Minho

“Criada como província em 1936, mas extinta como tal em 1976, esta região situa-se no Noroeste de Portugal, entre o rio Minho e o Douro Litoral e entre o oceano Atlântico e Trás-os-Montes e Alto Douro. Ocupa uma área de cerca de 4838 km2 e abrange os distritos de Viana do Castelo e Braga.

O Minho é uma das regiões mais chuvosas da Europa e a de mais elevada precipitação do país. No Inverno há dias relativamente frios, sobretudo no enfiamento dos vales, enquanto o Verão é moderado, apresentando nevoeiros nas zonas mais fundas.

Aqui, a costa marítima desenvolve-se em elevação gradual e circular voltada a oeste. A costa é baixa e recortada, alternando os pequenos lanços de praia arenosa com os rochedos que as marés cobrem na maior parte da superfície.

É uma zona montanhosa, em anfiteatro para o mar desde as serranias do Gerês, Marão e Montemuro, cheia de vertentes alcantiladas, propícias ao desenvolvimento de espécies selvagens, sendo, também por isso, uma das regiões do país com mais notáveis belezas naturais.

Relativamente à vida agrícola, o Minho caracteriza-se pela policultura intensiva e pelo extremo fraccionamento da propriedade. As culturas principais são o milho e a vinha, sendo célebres os seus vinhos verdes. De entre as actividades industriais que contribuem para a riqueza da região, merecem destaque os têxteis, as indústrias eléctricas e electrónicas, as confecções, as construções mecânicas, a celulose, a fiação e o mobiliário.

O Minho apresenta, nos seus principais pratos típicos, a broa, o caldo verde, os rojões e o cozido minhoto, várias receitas de bacalhau, o arroz de pato, e, na doçaria, os mexidos, as cavacas e a aletria de ovos, entre outros.

O povoamento da província data dos mais recuados tempos pré-históricos. Têm sido descobertos, ao longo do litoral e nos vales minhotos, abundantes vestígios da passagem dessas populações primitivas. Mas o património histórico de modo nenhum se limita a este tipo de vestígios, pois por esta zona abundam as casas brasonadas e outros valores arquitectónicos.

O Minho possui uma fisionomia musical popular muito própria. Relativamente ao folclore, esta região não cede primazia a qualquer outra, encontrando o seu poder máximo de expressão na infindável série de grandes e pequenas romarias que ocorrem, sobretudo, no Verão. São, aliás, tradicionais no Minho as manifestações festivas originadas em serviços que impliquem trabalho colectivo.”

Fonte: Minho. In Diciopédia X [DVD-ROM]. Porto : Porto Editora, 2006. ISBN: 978-972-0-65262-1

 

Vindimas: vindimar até ao lavar dos cestos!…

Vindimar até ao lavar dos cestos

Chegou o Setembro e com ele as primeiras águas de Outono. O ano agrícola propriamente dito chegou ao fim.

É tempo de vindimas e também de desfolhadas na região de Entre-o-Douro-e-Minho. Aqui o milho é de regadio e por esse motivo se realizam mais tarde em relação às terras em que a sua cultura é de sequeiro.

Alegram-se os caminhos das aldeias com a chieira dos carros de bois. Inundam-se os campos de gente que vai à vindima. Estalejam os últimos foguetes nas Feiras Novas, em Ponte de Lima.

O luar de Setembro reúne rapazes e raparigas nas eiras para desfolhar as maçarocas do milho do folhaço que a envolve. O milho-rei concede que se distribuam abraços, ocasião bem aproveitada pelos namorados.

Canta-se ao desafio e afinam-se as gargantas com uma bela malga de verdasco. Por vezes aparece um encamisado que, a coberto de uma manta que lhe esconde a verdadeira identidade, solta pilhérias que intrigam os presentes.

Terminadas as vindimas e transportadas as uvas para o lagar, é chegada a altura de as esmagar e prensar, que o tempo da pisa já lá vai. E, concluídas as colheitas, realizam-se as adiafas. Canta-se ao patrão que nos oferece suculento rancho bem ao gosto dos trabalhadores. O tocador puxa uns acordes na concertina e a mocidade dança o vira e a tirana, a chula e o malhão.

Festas e Romarias

Em Lamego ainda se festeja em honra de Nossa Senhora dos Remédios . Nas Feiras Novas o folguedo é até às tantas, com cantadores ao desafio e o vinho a jorrar nas malgas e a refrescar as gargantas. No segundo domingo de Setembro, os pescadores de Vila Praia de Âncora saem em procissão para honrar a Senhora da Bonança, e suplicar-lhe a construção do porto de pesca que os governantes não se cansam de lhes prometer.

Era ainda em Setembro que outrora os romanos homenageavam Júpiter no Capitólio e lhe imploravam um inverno pouco rigoroso e fértil, pois constitui a estação que representa a morte dos vegetais e da natureza, a fase que une a vida à morte num ciclo de perpétuo renascimento e cujo começo bem pode ser assinalado com o equinócio do Outono.

Depois das vindimas tempo não pára!

Em breve se celebrarão os rituais que se relacionam com o culto dos mortos e com o solstício do inverno, o cantar dos reis e o Entrudo e, por fim, a Páscoa e a serração da velha. Os lobos uivam nas serranias enquanto as bruxas se reúnem sob as velhas pontes ou saem aos caminhos para amedrontar os notívagos que passam.

Fotos do Rancho Folclórico Os Barqueiros do Douro – Mesão Frio  | Eram os barqueiros do rio Douro quem antigamente transportava por via fluvial o tão afamado vinho generoso do Douro, vulgo “Vinho do Porto“.

Mas, enquanto não chega o “pai velho“, é altura de abrir as covas nos pomares para plantar novas árvores e ceifar o arroz, estrumar as terras e semear o linho, o centeio e a cevada. É ainda tempo de aproveitar bem as festas e romarias que ainda decorrem no mês de Setembro. E convém lembrar, “até ao lavar dos cestos é vindima”!

Carlos Gomes, Jornalista, Licenciado em História

33º Festival Folclórico “Do Amor à Tradição”

 

Vai realizar-se, no próximo dia 1 de setembro, o 33º Festival Folclórico “Do Amor à Tradição”, promovido pelo Rancho Folclórico e Etnográfico “A Telheira” de Barqueiros (Barcelos).

Esta iniciativa terá início pelas 15h30, na Rua da Estrada Medieval (junto ao infantário de Barqueiros – Barcelos) com o desfile dos grupos que vão participar:

Rancho Folclórico “Os Camponeses” de São Francisco – Alcochete | Rancho Folclórico “As Andorinhas” S. Silvestre – Murtosa – Aveiro | Rancho Folclórico de Boelhe – Penafiel | Rancho Folclórico Cuide de Vila Verde – Ponte de Lima | e o grupo anfitrião, o Rancho Folclórico e Etnográfico “ A Telheira” – Barqueiros,

a que se seguirá a entrega das lembranças aos grupos presentes e, por fim, a atuação e uma pequena amostra da cultura tradicional da região/localidade de origem de cada um dos grupos.

Contamos com a visita e energia de todos aqueles que nos queiram conhecer melhor, de todos os amantes do folclore tradicional minhoto e de todos os amigos desta associação que se queiram juntar a nós para passar uma tarde muito animada, com muita música, muita dança e, também, um sorteio de prémios de rifas que podem adquirir junto dos elementos do nosso Rancho.

Agradecemos à Junta de Freguesia de Barqueiros, à Câmara Municipal de Barcelos, ao Centro Social e Bem-Estar de Barqueiros, à Federação Portuguesa de Folclore, às diversas indústrias de comerciantes e ainda a todos os elementos, familiares e amigos que nos ajudam e trabalham para que este festival seja possível.

Sobre o Rancho Folclórico e Etnográfico “A Telheira”

O Rancho Folclórico e Etnográfico “A Telheira” nasceu formalmente no dia 10 de julho de 1985 (embora a sua primeira atuação pública tenha sido no dia 15 de agosto de 1983), e pretende divulgar a cultura da telheira e da tendedeira, que remonta ao período de 1750-1810.

Esta cultura antiga de Barqueiros deu origem e muito influenciou o nosso Grupo e, por isso, nas nossas apresentações mostramos utensílios usados no fabrico do barro e da telha, bem como as danças e os cantares que exibimos, para além de mostrarem os tradicionais viras minhotos, também demonstram o que era vivido nesta comunidade.

 

 

Festivais de Folclore CIOFF em Portugal – 2019

«O CIOFF® (Conselho Internacional de Organizações de Festivais de Folclore e Artes Tradicionais) é Parceiro Oficial da UNESCO, acreditado para o Comité de PCI. Criado em 1970, a missão do CIOFF® é salvaguardar, promover e difundir a cultura tradicional e o folclore.

A Associação CIOFF Portugal representa Portugal junto do CIOFF® e os seus membros constituem uma rede de festivais e grupos Portugueses.

Os Festivais CIOFF® promovem o intercâmbio cultural e a Paz entre os Povos. Neles participam grupos nacionais e pelo menos 5 grupos estrangeiros, que apresentam espetáculos de dança e música ao vivo, artesanato, workshops, jogos tradicionais, etc. Em Portugal existem diversos Festivais CIOFF® e Festivais Associados, que envolvem na sua organização mais de 1.000 voluntários anualmente.» Fonte

FOLK Cantanhede – Semana Internacional de Folclore

Festival de Folclore Internacional Alto Minho

Danças do Mundo – Festival Internacional de Folclore nas Terras da Feira

‘FestiMaiorca’ Festival Internacional de Folclore de Maiorca

Festival Internacional de Folclore Rio

FESTARTE – Festival Internacional de Artes e Tradições Populares de Matosinhos

FOLK AZORES – Festival Internacional de Folclore dos Açores

FOLKFARO – Folclore Internacional Cidade de Faro

FOLKMONCAO – Festival Internacional Folclore

Festival Internacional de Folclore ‘Celestino Graça’ – Santarém

6 a 14 de Julho de 2019 | Próximos anos: 04.07 – 12.07.2020 / 03.07 – 11.07.2021

Folk Cantanhede – Semana Internacional de Folclore

Grupo Folclórico Cancioneiro de Cantanhede | Rua Cancioneiro de Cantanhede, 150 | 3060-135 Cantanhede

«O projeto FOLK Cantanhede – Semana Internacional de Folclore foi lançado no ano de 2006 com a perspetiva de proliferar, de forma ativa, a cultura tradicional do mundo. Desde logo visou a certificação do festival pelo CIOFF® – Conselho Internacional de Organizadores de Festivais de Folclore e Artes Tradicionais, organismo não-governamental com assento na UNESCO, na área da salvaguarda do património cultural imaterial, que se veio a concretizar a 11 de Novembro de 2008, no 38º Congresso Mundial do CIOFF®, realizado na cidade de Istambul – Turquia. Na Assembleia-Geral CIOFF® Internacional, que decorreu em Bautzen – Alemanha, nos 21 a 26 de outubro de 2014, o FOLK Cantanhede foi um dos doze festivais internacionais, de todo o mundo, distinguido e galardoado EMBAIXADOR CULTURAL CIOFF®.»

16 a 21 de Julho de 2019 | Próximos anos: 14/07 – 19/07/2013 / 13.07 – 18.07.2021

Festival Internacional de Folclore – Alto Minho

Parque Empresarial da Praia Norte, Lote 18 | 4900-350 Viana do Castelo

O Festival de Folclore Internacional – Alto Minho é um símbolo de compreensão e convívio.

Esta semana, o Festival Internacional de Folclore, sempre a decorrer no início de Setembro, inclui Grand Galas no mais antigo salão da cidade atlântica mais setentrional de Portugal – Viana do Castelo – mas também actuações em várias instituições sociais e culturais, uma iniciativa que mostra a A solidariedade do festival para com aqueles que não podem participar dos eventos noturnos.

O Festival sempre ofereceu um programa ambicioso e diversificado que fortalece a miscigenação cultural, contribuindo simultaneamente para a promoção da cultura tradicional e ajudando a distinguir Viana do Castelo como Capital do Folclore Português.

«Reconhecido pelo CIOFF desde 2006, este festival tem acolhido grupos de diferentes países do mundo e percorrido um caminho de consolidação que tem permitido ganhar credibilidade, colocando Viana do Castelo no percurso dos mais importantes festivais internacionais de Folclore da Europa.

É organizado pela VianaFestas e AGFAM, com o apoio da Câmara Municipal de Viana do Castelo e CIOFF.»

18 a 28 de Julho de 2019 | Próximos anos: 23.07 – 02.08.2020  / 22.07 – 01.08.2021

Danças do Mundo – Festival Internacional de Folclore nas Terras da Feira

Casa da Gaia – CCDR | Rua da Casa da Gaia, 273 | 4505-041 Argoncilhe- Santa Maria da Feira

«O “Danças do Mundo” é um festival promovido pela associação CASA DA GAIA – Centro de Cultura Desporto e Recreio de Argoncilhe. Decorre todos anos na 2ª Quinzena de Julho e tem como anfitrião o Grupo Folclórico das Terras da Feira – Casa da Gaia. Constitui um dos eventos de animação turística mais aguardados no Concelho da Feira. É um evento que envolve cerca de 500 participantes. Habitualmente conta com a participação de 7 grupos estrangeiros e 6 grupos nacionais oriundos de diferentes regiões de Portugal. Tem a duração de 12 dias. Durante este período de tempo um número razoável de voluntários sócios e não sócios trabalham arduamente para que tudo corra bem e para que os grupos visitantes vejam o “Danças do Mundo” como um dos melhores festivais pelos quais já passaram. É considerado um dos maiores festivais da zona norte do País. Percorre cerca de 12 freguesias das 31 que constituem o concelho de Santa Maria da Feira e um número razoável de concelhos vizinhos. É visto anualmente por cerca de 50.000 pessoas.

A sua programação é composta por diversas galas como é exemplo a gala de abertura, a gala nacional e a gala internacional, além das pequenas galas que são realizadas pelo concelho de Santa Maria da Feira e concelhos limítrofes. São também realizados ao longo deste período, diversos workshops de dança, jogos tradicionais, festas temáticas e visitas turísticas.

O “Danças do Mundo” é uma mistura de culturas onde predomina a amizade, a alegria e a tradição.»

19 a 24 de Julho de 2019 | Próximos anos: 17.07 – 23.07.2020 / 16.07 – 22.07.2021

‘FestiMaiorca’ Festival Internacional de Folclore de Maiorca

Rua Poeta João de Lemos | 3090-466 Maiorca

A primeira edição do nosso festival foi em 1975, sendo na altura exclusivamente com grupos nacionais portugueses. Em 1982, um grupo da Galiza – Espanha, abriu as portas para o festival internacional que conhecemos hoje.

Em 1991, o Festival Internacional de Folclore de Maiorca ganhou um novo nome: FESTIMAIORCA, e desde 2002 vem ocupar lugar de destaque no calendário do festival internacional de folclore que se realiza em Portugal, sob o símbolo do CIOFF – Conselho Internacional de Organizações. do Festival de Folclore e Artes Folclóricas.

O CIOFF® é uma relação consultiva informal da Organização Não-Governamental com a UNESCO.

Ao longo das várias edições passaram o palco do “Palace Square” (Terreiro do Paço) grupos de vários países de todo o mundo: Espanha, França, Itália, Bélgica, Holanda, Alemanha, Grécia, Turquia, Sérvia, Suécia, Rússia, Geórgia, Ucrânia, Lituânia, Hungria, Roménia, Bulgária, México, Argentina, Israel, Togo, Serra Leoa, Timor, República Checa, Eslováquia e as várias regiões do país, incluindo os Açores e a Madeira.

O programa do festival teve algumas mudanças ao longo dos anos. Inicialmente o festival foi confinado a um único dia. Em 1991, agora tem dois dias de iniciativas, com a introdução da Dança da Amizade (Baile da Amizade). Em 2002 o festival abraça a roupa que hoje conheces: seis dias de iniciativas, desde a festa de boas vindas da Dança da Amizade na noite de sexta-feira, passando para os jogos tradicionais portugueses, a Missa Internacional na Igreja Matriz de Maiorca no domingo, com a participação de grupos internacionais.

19 de Julho a 2 de Agosto de 2019 | Próximos anos: 17.07 – 31.07.2020 / 16.07 – 30.07.2021

Festival Internacional de Folclore Rio

Largo Guilherme Gomes Fernandes | 4755-060 Barcelinhos

«O Festival Internacional de Folclore Rio teve a sua origem em 1980. Apesar de inicialmente não se identificar com os festivais CIOFF hoje existentes, a procura de um momento em que pudesse haver um intercâmbio de culturas, levou o Grupo Folclórico de Barcelinhos a organizar um festival de folclore com a participação de grupos oriundos da vizinha Espanha. Mais tarde, concretamente a partir de 1989, foi-se alargando a outros países, tendo em 2002 recebido o diploma de reconhecimento oficial de festival CIOFF.

Durante a sua existência, o festival acolheu representantes dos cinco continentes, tendo já passado pelo palco principal, junto à margem esquerda do rio Cávado, cerca de 75 grupos estrangeiros e nacionais em representação de mais de 40 países. A sua realização acontece anualmente por volta da última semana de Julho. Durante os cerca de 10 dias do festival, os participantes têm oportunidade de partilhar com o vasto público vários momentos que envolvem, sobretudo, as danças e cantares, a gastronomia e o artesanato.»

26 de Julho a 4 de Agosto de 2019 | Próximos anos: 24.07 – 02.08.2020 / 23.07 – 01.08.2021

Festarte – Festival Internacional de Artes e Tradições Populares de Matosinhos

Rua Óscar da Silva, 146  | Rua Luis José Alves, 425 2º Esq. | 4450-752 Leça da Palmeira / Matosinhos

«É realizado desde 2002 como CIOFF® e teve origem no Festival Internacional de Folclore de Leça da Palmeira, organizado desde 1982 também pelo Rancho Típico da Amorosa. Os grupos estrangeiros participam da feira de artesanato e do festival gastronómico com seus artesãos e cozinheiros.

Há duas formas de conhecer um país: viajar pela sua epiderme, observando apenas aquilo que ela apresenta à superfície ou, então, descobrir e tomar pulso à sua alma. A Alma do seu povo, feita de sons, cores, movimentos, sabores e saberes.

Dos cálidos ambientes mediterrânicos, ao exotismo do oriente, passando pelos tórridos cenários africanos, pelo calor contagiante da América Latina, ou pelas refrescantes paisagens da Europa, o Folclore encontra em Matosinhos um espaço privilegiado de fusão e partilha.

O FESTARTE (Festival de Artes e Tradições Populares) traz a Matosinhos a cor, os sons, o artesanato e a gastronomia dos países do mundo. Com o folclore como espelho da humanidade, vamos à descoberta da saudável convivência com outras culturas, e mostrar, a quem nos visita, a qualidade da nossa hospitalidade.»

11 a 18 de Agosto de 2019 | Próximos anos: 16.08 – 23.08.2020 / 15.08 – 22.08.2021

Folk Azores – Festival Internacional de Folclore dos Açores

Rua Cambalim, nº 153, São Bento | 9700-037 Angra do Heroísmo

«O Folk Azores é um festival de folclore organizado pelo COFIT – Comité Organizador de Festivais Internacionais da Ilha Terceira – e traz a Portugal, mais precisamente ao Arquipélago dos Açores, na ilha Terceira, grupos de folclore de todo o mundo.

O festival tem a duração de cerca de uma semana com a atuação dos vários grupos em diversos locais da ilha. O auge deste grandioso evento acontece no seu encerramento com “o grande espetáculo”, na Praça de Toiros da Ilha Terceira, onde todos os grupos têm a oportunidade de mostrar aos inúmeros espetadores a dança folclórica da sua Região.»

17 a 25 de Agosto de 2019 | Próximos anos: 15.08 – 23.08.2020 / 21.08 – 29.08.2021

FolkFaro – Folclore Internacional Cidade de Faro

Teatro das Figuras / Passeio da Doca, Faro | Rua Rodrigues Davim, 29 | Apartado 271 | 8001-904 Faro

O único festival CIOFF® reconhecido no sul de Portugal, o FOLKFARO, tem lugar em Faro (Portugal) e arredores da cidade, na segunda quinzena de agosto.

Faro é a capital do Algarve – a bela região ensolarada do sul de Portugal, conhecida mundialmente pelo seu clima agradável, praias delineadas por rochas moldadas pelo mar e imensas extensões de areia dourada.

Este evento internacional procura promover e compartilhar o folclore e as tradições de diferentes nações para fortalecer a amizade e a identidade de cada país. Inclui uma grande variedade de atividades: espetáculos de gala no teatro, apresentações ao ar livre, desfiles internacionais, programas para crianças e idosos, oficinas de dança, etc.

Durante 9 dias, grupos de 7 países, num total de mais de 300 participantes, pintam a região do Algarve com as cores das suas tradições.

A organização do evento é responsável pelo “Grupo Folclórico de Faro”, apoiado pela Câmara Municipal de Faro e outras instituições públicas da Região do Algarve, e também com o patrocínio de empresas locais.

28 de Julho a 4 de Agosto de 2019 | Próximos anos: 02.08 – 09.08.2020 / 01.08 – 08.08.2021

Folkmonção – Festival Internacional de Folclore

Monção – Arcos de Valdevez – Caminha – Melgaço – Paredes de Coura – Ponte da Barca – Ponte de Lima – Valença – Vila Nova de Cerveira | Rancho Folclórico Casa Povo Barbeita | Edifício Casa do Povo – Chão de Lopes – Barbeita | 4950-040 Monção

«O Festival Internacional de Danças Folclóricas “FOLKMONÇÃO” foi reconhecido pelo C.I.O.F.F. (Conselho Internacional das Organizações de Festivais de Folclore e de artes tradicionais, estatuto B da UNESCO) em Novembro de 2006, C.I.D. (Conselho Internacional de Dança) em 2005, I.O.V. (Organização Internacional das Artes Populares) em 2004.

Conhece um sucesso crescente, tanto pela qualidade dos grupos convidados e pela organização como pelo calor do acolhimento e pela atmosfera de amizade que reina entre os grupos e a população. Os espectáculos em Monção têm lugar na Praça Deu-La-Deu, com 1.500 lugares sentados e grande espaço em redor para assistir em pé. Na mesma praça cada grupo terá a possibilidade de instalar uma tribuna de exposição e venda de artesanato, discos, cassetes… representativos do grupo e a sua região. As refeições e dormitórios têm lugar em escolas de Monção.»

3 a 9 de Setembro de 2019 | Próximos anos: 01.09 – 07.09.2020 / 07.09 – 13.09.2021

Festival Internacional de Folclore “Celestino Graça”

Campo Infante da Câmara – Santarém | Centro Etnográfico “Celestino Graça” – Apartado 363 | Campo Infante da Câmara – Apartado 363 | 2001-905 Santarém

«O Festival Internacional de Folclore de Santarém realiza-se desde 1959, tendo surgido no âmbito da Feira do Ribatejo. Celestino Graça criou e desenvolveu este Festival, o qual foi membro fundador do CIOFF® em 1971, em França. A partir de 1995 a designação do Festival passou a incluir o nome do seu fundador, em sua homenagem.»

O Festival é organizado pelo “Grupo Académico de Danças Ribatejanas”, um grupo folclórico também fundado pelo Sr. Celestino Graça.

Provérbios populares sobre meses do ano

Provérbios populares sobre meses do ano

Ao longo dos séculos, o povo português criou e preservou, passando de geração em geração, um conjunto diversificado de provérbios ou ditos populares ligados à vida agrícola, à respetiva região, à família, aos amigos e à sociedade em geral, etc.

Deixamos aqui alguns provérbios ou adágios recolhidos em diversas localidades da região de Trás-os-Montes e Alto Douro, e que nos falam sobre os meses do ano, para acrescentar a outros já disponibilizados em Calendários.Info.

«Quatro coisas há no mundo
Que nunca lhe faltarão:
As trovoadas em Maio,
A névoa de S. João,
O Verão de S. Martinho,
Tempestade em S. Simão.»

Sobre o mês de Janeiro

» Janeiro: geeiro.

» Em Janeiro, sete casacos e um sombreiro.

» Janeiro molhado não é bom para o pão, mas é bom para o gado.

» Janeiro frio e molhado enche a tulha e farta o gado.

» Em Janeiro, seca a ovelha no fumeiro.

Sobre o mês de Fevereiro

» Fevereiro: rego cheio.

» Fevereiro enxuto rói mais que todos os ratos do mundo.

» Chuva de Fevereiro mata o onzeneiro.

» Água de Fevereiro enche o celeiro.

» Em Fevereiro, chega-te ao lameiro.

Sobre o mês de Março

» Enxame de Março apanha-o no regaço.

» Março zangado é pior que o diabo.

» Em Março, onde quer passo.

» Em Março, tanto durmo como faço.

» Sol de Março queima a dama no paço.

Sobre o mês de Abril

» Em Abril, mau é descobrir.

» Abril: águas mil, quantas mais puderem vir.

» Abril molhado, ano abastado.

» Seca de Abril deixa o lavrador a pedir.

» Abril frio e molhado enche o celeiro e farta o gado.

Sobre o mês de Maio

» Maio couveiro não é vinhateiro.

» Maio pardo faz o ano farto.

» Fraco é o Maio se o boi não bebe na pegada.

» Fraco é o Maio que não rompe uma croça.

» Guarda para Maio o teu melhor saio.

Sobre o mês de Junho

» Sol de Junho amadura tudo.

» Chuva de Junho: peçonha do mundo.

» Junho chuvoso: ano perigoso.

» Chuva de Junho: mordedura de víbora.

» Chuva junhal: fome geral.

Festival CIOFF® Culturas Mediterrânicas em Lisboa

O Festival, que se assume como uma mostra cultural das tradições, usos e costumes dos países do mediterrâneo e de influência mediterrânica, decorre de 12 a 16 de Setembro em Lisboa, no Parque de Jogos 1º de Maio.

O Festival CIOFF® Culturas Mediterrânicas é uma iniciativa do CIOFF® Portugal em parceria estratégica com a Fundação INATEL.

O CIOFF® é a entidade mundial que regula os festivais internacional de Folclore no Mundo. Em Portugal tem 52 associados e é presidido pela Fundação Inatel. O CIOFF® Portugal candidatou-se a organizar, no nosso País, um Festival de Culturas Mediterrânicas, candidatura aceite pela organização.

Os destaques da programação anunciada em conferência de imprensa, no passado mês de Maio, vão para atuação de Rabih Abou-Khalil e do fadista português Ricardo Ribeiro, que abrem o festival no dia 12 de Setembro; no dia 13 é tempo de dar as boas vindas aos enérgicos Folk n’ Roll, da Grécia, que vêm animar o público com uma explosiva fusão entre a sonoridade dos balcãs, ska e reaggae; Diretamente da Macedónia chegam os Fanfarra Luboyna – nome maior da nova música tradicional macedónica – para uma atuação no dia 14. No dia 15, um dia antes do fecho do festival, uma das mais belas e representativas vozes da nova geração de fadistas nacionais, Joana Amendoeira, fecha a noite e o ciclo de apresentações de espetáculos de músicas do mundo. Os concertos têm lugar a partir das 21h. O festival continua no dia 16 de Setembro, com uma grande apresentação dos grupos tradicionais e de folclore dos países convidados.

No âmbito do Festival CIOFF® Culturas Mediterrânicas decorre, em paralelo, a Conferência Internacional “Mediterrâneo: Território dos 5 Sentidos”, organizada pelo CRIA – Centro em Rede de Investigação e Antropologia do ISCTE, pela FCT (Fundação para a Ciência e Tecnologia) com o apoio da Associação Turismo de Lisboa – a realizar nos dias 12 e 13 de Setembro no ISCTE. A conferência pretende-se um espaço de encontro de especialistas e personalidades da cultura, para debate sobre o presente e o futuro no mediterrâneo e da cultura como promotor da Paz.

 

Sobre a Conferência

Espaço de encontro de especialistas e personalidades da cultura, para debate sobre o presente e o futuro no mediterrâneo. A cultura como promotor da Paz. Uma Conferência Internacional sobre a temática das culturas mediterrânicas será realizada nos dias 12 e 13 de setembro de 2018, marcando a abertura solene do Festival CIOFF® de Culturas Mediterrânicas.

Esta iniciativa será apoiada pelo Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA) e pelo ISCTE-IUL, que a acolhe.

O mote para esta conferência será o de pensar e reflectir sobre várias temáticas, enquadradas por diferentes áreas de estudos, com o Mediterrâneo como pano de fundo, mas sobretudo norteada pelos cinco sentidos – visão, tacto, audição, olfacto e paladar. Para além das cinco conferências enquadradas pelos cinco sentidos, terá igualmente lugar uma conferência final onde se debaterão questões contemporâneas ligadas ao Mediterrâneo, quer enquanto área geográfica quer enquanto área de estudos, contando com oradores nacionais e internacionais.

Desta conferência resultará ainda a edição de um livro de atas, cujos exemplares editados serão oferecidos pelo CIOFF® Portugal a várias organizações e instituições de âmbito cultural reconhecido, bem como de ensino em Antropologia, Etnomusicologia e Sociologia e também a todos os países com representação no CIOFF®.

 

Horários e atividades

Nos dias 12 e 13 o recinto do festival está aberto das 15h às 23h, no dia 14 das 15h às 24, no dia 15 das 10h às 24h e no dia 16 das 10h às 22h. As atividades não se ficam pelos concertos: durante o dia há oficinas diversas, ciclos de cinema, espetáculos de folclore nacional e internacional, animações de rua, gastronomia, artesanato, exposições, uma zona de restauração e espaço criança com atividades para os mais novos. A entrada no recinto e todas as atividades são gratuitas.

Francisco Madelino, Presidente do CIOFF® Portugal, realça os seguintes aspetos deste evento e o porquê do empenho na sua organização:

– A afirmação da riqueza etnográfica do nosso País, quer nos seus conteúdos, quer na qualidade do trabalho dos nossos Festivais CIOFF® e dos grupos etnográficos nacionais associados, tendo estes feito uma adaptação impressionante, nos últimos anos, na investigação e no rigor do que representam.

– A promoção do diálogo intercultural entre os Povos, sobretudo numa região como Mediterrâneo, que tem sido um espaço milenar de misturas culturais, que nos enriqueceram e fazem, e, sobretudo, que deram à Europa contributos civilizacionais importantes.

– Promover espaços de partilha e usufruto, na Cidade de Lisboa e no País, entre gerações. Os países são feitos de raízes culturais ancestrais, mas que se renovam permanentemente, em processos intergeracionais, em que o antigo se renova, numa cadeia de união intemporal.

 

[themoneytizer id=”19156-28″]

 

Informações mais detalhadas sobre a iniciativa:

Festival

Programação

Países e Grupos participantes

Conferência Internacional

Exposições

Ciclo de Cinema Olhares do Mediterrâneo

Oficinas

Horários e Informações úteis

Notícias

Contactos

Imagem de destaque

 

Tradicional Romaria Minhota em Belém – Lisboa

Tradicional Romaria Minhota em Belém – Lisboa

No próximo dia 16 de Setembro de 2018, no Jardim Vasco da Gama – Belém, a Casa do Minho em Lisboa vai realizar a já tradicional Romaria Minhota, de acordo com o seguinte Programa

15h00 – Missa campal em honra de Nossa Senhora do Minho e Santiago, presidida pelo Rev.mo Senhor Pe. Alexandre Santos

16h00 – Procissão solene

16h30 – Tarde Folclórica, com a participação dos grupos:

– Rancho Folclórico da Casa do Minho em Lisboa

– Grupo Etnográfico de Palmeira – Braga

– Grupo de Danças e Cantares Genuínos da Serra D’Arga – Caminha

Sobre Nossa Senhora do Minho…

Com uma Confraria com mais de 60 anos, a devoção a Nossa Senhora do Minho surgiu em 1945, mas a primeira peregrinação anual à Senhora do Minho, de acordo com o arquivo da confraria, efectuou-se no dia 31 de Maio de 1955.

Quando foi criada a Diocese de Viana do Castelo, no dia 03 de Novembro de 1977, os primeiros Bispos

– D. Júlio Tavares Rebimbas e

– D. Armindo Lopes Coelho

assumiram esta Confraria como Diocesana, chamando a si o projecto que aí se pretendia executar.

A primeira pedra do novo Santuário, que se encontra num dos pontos mais altos da Serra de Arga, no concelho de Caminha, a 800 metros de altitude, foi benzida em 1984 por D. Armindo Lopes Coelho, no “epicentro da Diocese”.

O dia 06 de Julho de 2008 fica gravado na memória de todos os fiéis, porque então ocorreu a dedicação (inauguração) do Templo dedicado à “Princesa do Minho”, Nossa Senhora.1

Imagem de Nossa Senhora do Minho existente no Santuário do mesmo nome, no cimo da serra d’Arga, no concelho de Caminha. Apresenta-se vestida com o tradicional traje domingueiro, vulgo “traje à vianesa”.

Quem sobe a esta elevação consegue avistar as povoações em redor dos concelhos de Viana do Castelo, Ponte de Lima, Vila Nova de Cerveira e, com tempo favorável, até Braga e Valença. O local continua a ser habitat do garrano, a raça cavalar mais característica da região.2

1 Fonte do texto, adaptado

2 Foto e texto de Carlos Gomes

Romarias e Festas Populares no mês de Setembro

 

Durante o mês de Setembro, realizam-se as seguintes Romarias e Festas Populares em Portugal:

30 de agosto a 8 de setembro

Festa de Nossa Senhora da Serra | Rebordãos – Bragança
Conta a lenda que Nossa Senhora terá aparecido a uma pastorinha, menina muda, que todos os dias guardava o seu rebanho na serra da Nogueira, e lhe terá pedido para transmitir aos habitantes da aldeia que construíssem no ponto mais alto da serra uma igreja em sua memória. Nossa Senhora terá feito o milagre, dando fala à pastorinha, e o local, onde pretendia que a igreja fosse construída, foi marcado com neve, num dia de sol em agosto. Esta festividade atrai milhares de devotos entre 30 de agosto e 08 de setembro, à qual está também associada a componente gastronómica e lúdica.
local: Rebordãos | GPS: 41.717793° -6.854928°

Dias 1 a 8

Romaria a Nossa Senhora da Peneda | Gavieira – Peneda – Arcos de Valdevez
Nos tempos antigos, a romaria tinha lugar em agosto. Atualmente, a Romaria a Nossa Senhora da Peneda decorre entre os dias 01 a 08 de setembro. A partir de 31 de agosto e até 08 de setembro, depois das cinco horas da tarde, realiza-se o terço cantado, percorrendo as capelas da escadaria do santuário. No dia 06 de setembro, os populares cantam e dançam ao som das concertinas durante toda a noite, até às sete horas da manhã. É considerada uma das mais concorridas romarias de Portugal, envolvendo peregrinos portugueses e galegos. A festividade assenta num espaço natural e arquitetónico de beleza universal, com um magnífico afloramento rochoso de grande dimensão, uma queda de água e uma envolvente paisagística natural assombrosa. Ali edificado, o belíssimo templo do século XVIII/XIX e o seu escadório de vinte capelas temáticas formam um todo de inigualável caracterização, dentro do espaço privilegiado do único Parque Nacional português: o Parque da Peneda-Gerês [localiza-se no Minho e em Trás-os-Montes e Alto Douro].
local: Gavieira – Peneda | GPS: 41°58’25’’N 8°13’24’’W

Dia 7

Festa em Honra de Nossa senhora da Mó | Arouca
Com uma vista privilegiada sobre o vale de Arouca, ergue-se, no cimo de uma das montanhas que o ladeiam, a Capela de Nossa Senhora da Mó. O culto a Maria, sob o título de Nossa Senhora da Mó, remonta a tempos imemoriais. A primeira referência ao milagre que terá salvado um mouro de perecer dentro de uma caixa de madeira, sobre a qual estaria uma mó de pedra, remonta ao início do século II. Desde esses tempos imemoriais que se celebra uma Festa em honra de Nossa Senhora da Mó, sempre no dia 07 de setembro à noite com a tradicional «bacalhoada», e no dia 08, as cerimónias religiosas, com a presença de uma banda musical, com as crianças a lançarem papagaios de papel e com o tempo dedicado à confraternização. Em suma, são dias em que muito facilmente se reencontram os arouquenses que já não se vêm há algum tempo e em que se convive sem pressas, num local aprazível.
local: Monte da Senhora da Mó | GPS: 40.932.766,00 -8.226.276

Primeiro fim-de-semana

Festa em honra do Santo Antão da Barca | Alfândega da Fé
Festa realizada anualmente, em honra do Santo Antão da Barca, situado na freguesia de Parada, Alfândega da Fé. Recorde-se que este Santuário foi deslocalizado devido à construção da barragem do Baixo Sabor. O local onde estava situado o antigo santuário ficará submerso pelas águas da albufeira. A Capela de Santo Antão, edifício datado do séc. XVIII, foi trasladada para o novo local num processo de preservação patrimonial que assumiu características únicas no país. Construído no cimo de uma colina, no local conhecido como sítio do Rebentão, a cerca de um quilómetro de distância do anterior, o futuro santuário replica a mesma relação com a água e a mesma orientação espacial, embora a uma cota mais elevada. O novo santuário é constituído pela antiga capela e por edifícios construídos de raiz, como a hospedaria, um bar restaurante e um espaço museológico e administrativo.
local: Santuário do Santo Antão da Barca | GPS: 41°15’55.50’’N 6°53’23.80’’W

Festa de Nossa Senhora dos Remédios | Arco de Baúlhe – Cabeceiras de Basto
A Festa de Nossa Senhora dos Remédios destaca-se pelas suas procissões, tanto de velas como a grande procissão que se realiza sempre no último dia da festa e atrai milhares de visitantes, que, em paralelo, podem usufruir de um programa de música portuguesa do agrado de todos.
local: Vila de Arco de Baúlhe | GPS: 41°29’09.3”N 7°57’41.2”W

Festa de Nossa Senhora do Viso | Fontes – Sta Marta de Penaguião
O famoso santuário fica na freguesia de Fontes, mas a romaria é do concelho inteiro e de outras terras vizinhas. Trata-se da festa religiosa e profana por excelência das gentes de Penaguião desde tempos antigos. Com duas partes distintas e temporalmente desfasadas: uma, no primeiro fim de semana de agosto (a festa dedicada aos emigrantes) com cerimónias religiosas, banda de música, arraial e festival folclórico; outra, no primeiro fim de semana de setembro, também com a vertente lúdica para quem não tem férias e trabalha todo o ano a terra e a vinha.
local: Lugar do Viso | GPS: 41.228.174 7.829.327

Segundo fim-de-semana

Festa em honra de Nossa Senhora da Bonança | Vila Praia de Âncora
A Festa em honra de Nossa Senhora da Bonança é a romaria mais popular da comunidade piscatória do concelho de Caminha, com tradição registada desde 1883. O centro da festa é o antigo lugar denominado Lagarteira, junto ao Forte. Tem todos os ingredientes típicos e necessários de um bom arraial: bandas filarmónicas, espetáculos de música, dança, folclore, o Cortejo Etnográfico, procissões religiosas, fogo de artifício, boa comida e bom vinho. O ponto alto da festa é a majestosa procissão naval, onde as embarcações “vestem” o seu melhor traje de festa e, engalanadas, dirigem-se ao Forte da Ínsua, para aí recolher a imagem da Senhora da Ínsua.
local: Praça da República e Campo do Castelo | GPS: 41°48’48.54”N 8° 51’43.20”W | Paróquia de Vila Praia de Âncora

Conheça outras Romarias e Festas Populares do concelho de Caminha.

Segundo Domingo

Romaria de Nossa Senhora da Lapa | Sernancelhe
Existem dois grandes momentos de peregrinação à Senhora da Lapa: a 10 de junho e a 15 de agosto. Estas peregrinações são precedidas de novenas, que funcionam como uma espécie de retiro aberto e são verdadeiramente concorridas. Milhares de pessoas acorrem àquele santuário mariano, movidos pela fé na imagem da santa, encontrada pela pastorinha Joana debaixo de uma lapa. Há igualmente uma peregrinação no segundo domingo de setembro, já com uma larga tradição. Das três romarias, a de agosto é a maior.
local: Santuário de Nossa Senhora da Lapa | GPS: 40°52’12.53’’N 7°34’30.56’’W

Dias 15 e 16

Festa de Santa Eufémia | Levandeira – Carrazeda de Ansiães
As Festas em honra de Santa Eufémia da Lavandeira realizam-se nos dias 15 e 16 de setembro e fecham o ciclo de festas de verão do concelho de Carrazeda de Ansiães. No dia 15, é usual milhares de forasteiros rumarem à aldeia da Lavandeira para provar a carne de porco caseiro assada na brasa, conhecida localmente como marrã. Um pouco por toda a aldeia são colocadas mesas e assadores e o cheiro a carne assada invade todos os becos e ruelas da povoação. O dia 16 é dedicado à festa religiosa, sendo usual os populares efetuarem o pagamento de promessas à Irmandade de Santa Eufémia. A tarde é o momento alto do dia com a Eucaristia seguida da Procissão Solene em honra de Santa Eufémia milagrosa.
local: Lavandeira | GPS: 41°11’42.17’’N 7°18’12.21’’W

Dias 20 e 21

Festas de Nossa Senhora da Porta | Arcos de Valdevez
Na primitiva fachada da Igreja da Misericórdia, existia um nicho com a imagem em pedra da Senhora da Misericórdia, a que o povo chamou Senhora da Porta. As obras realizadas em 1733, permitiram a construção de um altar na fachada, sobre o pórtico, e começou-se a celebrar missa. Todos os anos, no princípio do mês de setembro, se fazia uma novena em honra da Senhora da Porta, consagrando-se o dia 07 em sua honra, dia em que se abria o seu “oratório” à noite e se celebrava uma missa. A devoção que a população do concelho dedicava à imagem era expressa na enorme quantidade de cera, roupa, cereais, animais e peças em ouro que ofereciam como pagamento de promessas. No entanto, nos finais do século XIX, a Misericórdia viu-se forçada a deixar de realizar a festa devido a restrições orçamentais. Em 2010, a irmandade retomou a tradição, organizando, no terceiro fim de semana de setembro, uma festa de cariz popular, que tenta recriar o ambiente alegre e espontâneo das romarias antigas do Alto Minho.
local: Largo da Igreja da Misericórdia de Arcos de Valdevez | GPS: 41°50’42’’N 8°25’8’’W

Dias 20 a 30

Festas de S. Miguel | Cabeceiras de Basto
As Festas de S. Miguel estão marcadas pelos usos e costumes da vila de Refojos, mantendo a tradição das corridas de cavalos, feira do gado, chegas de bois, folclore, Cortejo Etnográfico com a participação das freguesias, concertinas, fogo de artifício, animação musical e, por fim, missa e procissão no dia 29 de setembro (feriado municipal).
local: Vila de Cabeceiras de Basto | GPS: 41°30’48.6”N 7°59’35.4”W

 

Fonte: informações retiradas daqui