Grupo de Danças e Cantares do Catujal

 

Grupo de Danças e Cantares do Catujal / Unhos

Grupo de Danças e Cantares do Catujal / Unhos foi fundado a 11 de Dezembro de 1993, no Catujal, actual União de Freguesias de Camarate, Unhos e Apelação, concelho de Loures.

Tudo começou cerca de 6 meses antes, com o empenhamento de um certo número de pessoas que para aqui vieram morar há muitos anos, oriundos de diversos pontos do país.

Eram entusiastas das cantigas e danças populares, e com uma grande vontade de conviver alegremente, pelo que pensaram em formar um “Rancho”, o que iria permitir uma reunião, uma vez por semana, e assim dar largas à alegria de viver.

A primeira exibição teve lugar numa festa de crianças e o êxito foi tal que, pouco tempo depois, começaram a pensar em levar o assunto mais a sério, de modo a poderem representar diversos aspectos da cultura popular tradicional saloia, desde os finais do séc. XIX até aos anos 30/40 do séc. XX, e cuja orientação ainda mantêm.

Todos os anos levam a efeito um festival de folclore, proporcionando aos grupos convidados visitas a lugares de interesse no concelho, onde incluem a realização de jogos tradicionais.

Também promovem a realização de uma grande festa de aniversário que incluí, pelo menos, uma visita de estudo e um almoço para convívio de todos os seus elementos e familiares. Participam, também, em diversos festivais de outros grupos

Constituição, trajes e instrumentos

O Grupo é constituído por cerca 50 elementos, entre bailadores, tocadores e figurantes. Algumas crianças compõem também o Grupo, onde vão aprendendo a dançar, tocar, bem como algumas brincadeiras de outros tempos.

Os seus trajes são o resultado de pesquisa no concelho de Loures, e são, essencialmente, trajes de trabalho, de festa, de romaria ou domingueiros, e um ou outro abastado ou rico, representando algumas actividades económicas como a peixeira, pescador, cavador, lavadeira, carroceiro, lavrador, a aguadeira, a ceifeira, etc.

Os instrumentos utilizados são a viola, o bombo, o reque-reque, os ferrinhos, o acordeão, a concertina, a flauta e a pandeireta. No seu repertório constam “modas de roda”, viras, verde gaios, bailaricos, entre outras de raiz popular e tradicionais.

Está inscrito na Câmara Municipal de Loures e é filiado no INATEL desde 1996, como colectividade de Cultura e Recreio.

Sobre as localidades…

A Freguesia de Unhos é uma das mais antigas do concelho de Loures, está situada na margem direita do rio Trancão, um pouco antes da sua foz em Sacavém.

Possuía ancoradouro fluvial com grande movimentação de pescadores que se deslocavam para o rio Tejo e mar alto, e comerciantes que transportavam as suas mercadorias de e para Lisboa.

Possui Igreja Matriz, o seu patrono é São Silvestre, tem dois cruzeiros e um poço manuelino.

Catujal fica na parte alta da freguesia, tendo sido, em tempos, terra de cultivo, olivais, vinhas e de pastoreio. Possui uma capela muito antiga, denominada Capela da Nossa Senhora da Nazaré.

Contatos
Casa da Cultura, Rua 25 de Abril – Lote 266 – Unhos

E-mail: catujal.unhos.gdc@gmail.com
Telemóvel: 926 499 328 | Facebook

 

Rancho Folclórico Honra e Glória de Arrentela – Seixal

Rancho Folclórico Honra e Glória de Arrentela

O Rancho Folclórico Honra e Glória de Arrentela, inicialmente, era designado como “Grupo de Danças e Cantares de Arrentela”. Ele nasceu da ideia de um grupo de jovens, por ocasião das Festas Religiosas da Freguesia, no dia 1 de novembro, em honra de Nossa Senhora da Soledade. E numa encenação alusiva às origens da festa “O grande terramoto de 1755”.

Fez a sua primeira apresentação pública no dia 26 de maio de 2007, dia que passou a constituir a data de fundação.

O Rancho Folclórico Honra e Glória de Arrentela representa o passado das terras do Seixal. Acima de tudo a nossa Freguesia, com os seus trajes, as suas danças e os seus cantares.

E constituído, aproximadamente, por 40 elementos, com idades compreendidas entre os 2 e os 80 anos, e conta já com inúmeras atuações no seu historial.

Trajes

Apresenta como trajes:

– Ir-ver-a-Deus, Domingueiros, Romaria, Média Burguesia,

– Pescadores, Varinas, Calafates,

– Moleiros, Carvoeiro, Corticeiro,

– Apanhadeira de Laranjas, Vendedora de Fruta,

– Aguadeira, Lavadeira, Ceifeira,

– Crianças de antigamente,

entre outros…

Outrora, a nossa freguesia, pertencente ao concelho do Seixal, viveu essencialmente da faina marítima, bem como do trabalho dos campos, e da indústria. Nela vieram instalar-se algumas das fábricas que muito contribuíram para o desenvolvimento da localidade e do concelho.

Como as terras do concelho do Seixal ficam muito próximas de Lisboa, em tempos idos deram sempre um grande contribuíram para abastecer a cidade de Lisboa. Das nossas quintas de Arrentela, bem como de todo o concelho, partiam barcos carregados de hortaliças, laranjas, azeite e algum vinho.

Hoje em dia, as populações de Arrentela, bem como as de todo o concelho, já não vivem do mar. Mas nesta região estão instaladas algumas indústrias importantes para o concelho e mesmo para o país.

Aceitamos convites para Festivais de Folclore, Festas, etc., essencialmente através de permuta.

Rancho Folclórico Honra e Glória de Arrentela – Associação Cultural do Rancho Folclórico de Arrentela
Praceta Quinta da Boa Hora, nº 1 – Arrentela | 2840-364 Seixal
Contactos: 964455293 (Nuno Cardoso – Presidente) | 966479823 (Catarina Afonso – vice-Presidente)
Email: acrfarrentela@gmail.com

Sobre Arrentela

Arrentela está situada na margem sul do estuário do rio Tejo, em local alto e debruçado sobre o esteiro do Judeu. O seu nome provirá eventualmente de “Aventella”, por ser terra varrida por muitos ventos, ou de “Arreentella”, por causa de estar implantada em areais ou ainda, segundo a tradição popular, de “além terra”, desde que foi avistada do rio por pescadores.

Toda a região da margem sul do estuário do Tejo, integra na grande mancha terciária denominada Península de Setúbal, assenta, por isso, sobre uma vasta área compreendendo formações do Miocénio Marinha e Pliocénico.

O Pliocénico ocupa, no entanto, a grande totalidade da Península de Setúbal e os terrenos quaternários constituem as orlas marginais do Tejo e dos seus esteiros.

Quase toda a área do Concelho do Seixal, a que pertence a freguesia de Arrentela, se estende sobre a formação Pliocénica da Bacia do Tejo, a qual é bordada por uma larga faixa de depósitos recentes ao longo da orla fluvial.

A povoação de Arrentela está implantada em terrenos do Pliocénico, excepto junto das margens do esteiro em que o subsolo é formação natural recente ou artificial.

Em 1384, a Arramtella era referida por Fernão Lopes, na crónica de D. João I. Em 1399, o Convento da Trindade trocava a sua Quinta de Arrentela por bens em Lisboa. Data de 1403 o aforamento do esteiro de Arrentela a Nuno Álvares Pereira, que o doou, conjuntamente com outras terras, ao Convento do Carmo, em 1404.

Primeiros assentos no séc.XVI

Datam de 1581 os primeiros assentos de Baptismo, Casamentos e Óbitos lavrados na Paróquia de Arrentela.

Como outros povoados ribeirinhos da região, a Arrentela desenvolveu-se com base nas potencialidades do rio, quer a nível dos seus recursos naturais, quer das actividades proporcionadas pela localização geográfica, como a construção naval, sobretudo a partir do período dos descobrimentos e expansão marítima portuguesa.

A Arrentela perdeu progressivamente o poder local passando de sede de freguesia importante (que englobava o Seixal e as actuais localidades de Aldeia de Paio Pires e Fernão Ferro), a uma simples freguesia pertencente ao concelho do Seixal e, com a freguesia do Seixal, forma a Cidade do Seixal.

Com a reorganização administrativa territorial autárquica prevista pelo Lei 22/2012 de 30 de maio, a Arrentela irá perder a autonomia de freguesia, passando a englobar a freguesia de Aldeia de Paio Pires-Arrentela-Seixal.” Fonte e saber mais

Festival de Folclore em Ponte da Barca

 

No próximo dia 10 de Agosto, pelas 21h00, junto da Igreja Paroquial de Vila Chã S. João Baptista, o Rancho Folclórico e Cultural de S. João Baptista – Ponte da Barca (Minho) vai realizar o seu IV Festival de Folclore.

Nesta iniciativa vão participar os seguintes Grupos de Folclore, em representação de diversas regiões etnofolclóricas:

Rancho Danças e Cantares das Lavradeiras de Vila Chã – Vila do Conde

Embora já existisse desde 1945, realizando esporadicamente várias exibições, só em 1981 foi oficialmente fundado, optando depois pela designação com que hoje se apresenta: Rancho Danças e Cantares das Lavradeiras de Vila Chã.

O Rancho assenta nos costumes dos povos que viveram nesta localidade e região, com especial relevo para os trabalhos de campo e a faina do mar.

São de origem regional e local, os trajes, os instrumentos e as cantigas deste Rancho. O Rancho Danças e Cantares traduz com eficácia, as velhas tradições regionais, sendo portador de grande simpatia de norte a sul do país, tendo realizado inúmeras actuações. Tem também no seu palmarés exibições em Espanha e França.

As cantigas que cantam são músicas típicas de Vila Chã, que já vêm dos seus antepassados: o Malhão, a Chula, os Viras, a Sarrasquinha, a Tirana, a Cana Verde, etc. Os trajes que apresenta são: o de trabalho (no campo e na faina do mar); o fato de domingar; o fato de festa; o fato dos noivos.

Toca os seguintes instrumentos: acordeão, viola, cavaquinho, bombo, ferrinhos, pandeireta e reco-reco. É constituído por cerca de 45 elementos.

O Rancho Danças e Cantares das Lavradeiras de Vila Chã já fez três gravações em cassetes e uma em Cd“. Fonte

Grupo Infantil e Juvenil de S. Tiago de Gavião – Vila Nova de Famalicão

Rancho Folclórico de Santo António da Várzea – Santarém

O Grupo Danças e Cantares Santo António da Várzea, conhecido pelo nome de “Os Galitos da Várzea”, fundado em 23 de abril de 1978, foi durante muitos anos, conhecido pelo país.

Com o propósito de recolher, reconstituir e divulgar as tradições folclóricas da região, entre o bairro e a lezíria, com músicas, danças e trajes tradicionais desta mesma região.

Foi fundado por Joaquim Alfredo Rodrigues Vargas, Fernando Jordão, Glória Jordão, Amélia Jordão, Luísa Ambrósio, João Diogo Menino e Manuela Vargas. Fundaram também o Rancho Infantil e também o Rancho Folclórico d’Os Galitos da Várzea. Criaram tudo nessa mesma aldeia da Várzea, letras, músicas e danças. Para angariarem algum dinheiro para saídas, quer nacionais quer internacionais, fizeram peditórios porta-a-porta, dançando à porta das casas, fazendo festas e festivais.

Passados 36 anos, o Rancho foi reaberto, no dia 23 de novembro de 2013, contando com alguns elementos que já são da velha guarda do grupo anterior. Por isso, resolveram recomeçar tudo. Contam com novos elementos, que estão a começar agora, deste modo, não contam com muita experiência, mas com a promessa de dar o melhor em tudo o que estiver ao seu alcance.Fonte

Rancho Folclórico e Cultural de S. João Baptista – Ponte da Barca

 

 

Divulgação de Grupos de Folclore gratuitamente!

Divulgação de Grupos de Folclore

Folclore de Portugal – O Portal do Folclore Português tem-se assumido, desde 1 de Novembro de 2000, como um espaço de união, de encontro, de reflexão e de debate que visa contribuir para a divulgação dos Grupos de Folclore e outros que se dedicam ao Folclore e à Etnografia.

Este espaço, para além de outros objectivos, visa promover a troca de experiências, a entreajuda, as permutas e tudo o mais que for considerado benéfico para a promoção, divulgação e dignificação do Folclore Português, assim como colaborar, cada vez mais, na divulgação dos Grupos de Folclore que existem em Portugal e nas inúmeras comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo.

Sem dúvida que os Grupos com site na internet têm mais possibilidades de se dar a conhecer, não só em Portugal, mas, principalmente, no estrangeiro.

A internet é hoje o meio de comunicação e de divulgação por excelência.

Durante 24 horas por dia, sete dias por semana, os Grupos com site na internet podem ser vistos por milhões de pessoas. E em qualquer parte do mundo!

E depois de serem vistos passam a ser conhecidos… e daí a serem contactados para actuações no país e/ou no estrangeiro é um passo.

Então, o que fazer?

Assim, e caso pretenda divulgar, gratuitamente, o site ou blogue do seu Grupo de Folclore no Portal do Folclore Português, basta enviar-nos, via email, o nome, url e um pequeno texto de apresentação do mesmo (máximo de 50 palavras).

Ao mesmo tempo, a Equipa do Portal do Folclore Português está disponível para publicar um artigo para divulgação dos grupos interessados. E sem quaisquer custos!

Para isso, basta que nos enviem, via email:

– um texto (apresentação, historial e contactos, incluindo email – mínimo de 350 palavras) e, pelo menos,

– uma imagem atualizada do Grupo (mínimo de 800×445 pixels).

Divulgação de iniciativas

Também é possível a divulgação de iniciativas de âmbito etnográfico, folclórico ou cultural, promovidas pelos Grupos. Enviar texto (com o mínimo de 350 palavras) e uma foto (mínimo de 800×445 pixels).

 

Grupo Danças e Cantares de Serreleis – Terra do Linho

 

O Grupo Danças e Cantares de Serreleis, fundado em Setembro de 1982, por Domingos Fernandes Vieira, e “batizado” na Igreja de S. Pedro de Serreleis em Julho de 1983, continua a ser o único embaixador da cultura da sua terra.

Com inúmeras deslocações pelo país (incluindo na Região Autónoma dos Açores), França e Espanha, participou, por diversas vezes, em filmagens, e os seus responsáveis concederam entrevistas para as rádios locais, RTP e canais de televisão nos EUA, Canadá. Na Bélgica, existe uma exposição dos seus trajes regionais.

Na sequência do seu trabalho de recolha etnográfica efetuada na sua freguesia, durante os primeiros anos de existência, o Grupo de Danças e Cantares de Serreleis orgulha-se de apresentar um Folclore genuíno, que faz reviver, em todos os que têm oportunidade de ver as suas atuações, o gosto pelas tradições da sua região, e por tudo aquilo que, em tempos remotos, foi a vida do quotidiano rural.

Consciente da necessidade de uma permanente melhoria do seu trabalho, tem sabido adaptar-se às exigências de encontrar a veracidade etnográfica em cada pormenor relacionado com os usos e costumes da sua terra, na época que representa.

São as danças, os cantares e, sobretudo, os trajes e o ourar deste Grupo, que causa admiração em muitos dos que têm oportunidade de ver este Grupo, nomeadamente nos diversos eventos etnográficos e folclóricos em que tem participado.

Contatos

Grupo de Danças e Cantares de Serreleis | Rua Maria José Pereira de Castro Tasso de Sousa, 71 | 4925-595 Serreleis | Viana do Castelo

Tlm 918 149 377 / 964 064 908 / 966 318 809| Email: folclore-serreleis@sapo.pt | Facebook | Alto Minho – Portugal

 

[themoneytizer id=”19156-2″]

 

A Freguesia de Serreleis – Viana do Castelo

Serreleis é a mais pequena aldeia do concelho de Viana do Castelo, na antiga província do Minho.

Está localizada na margem direita do Rio Lima, e é delimitada, a Norte e Poente, pela freguesia de Portuzelo, a Sul, pelo rio Lima, e a Nascente, pela freguesia de Cardielos. É uma freguesia pouco acidentada, de suave relevo, com férteis terras agrícolas e encantadoras paisagens, sobretudo na orla ribeirinha.

Situada a 8 km da cidade, continua a ser uma freguesia pacata, onde ainda se pode escutar o cantar dos passarinhos, onde o verde impera e onde a calmaria da vida do campo enche os corações de quem vive e também de quem a oportunidade e o gosto de visitar Serreleis.

Do ponto de vista administrativo, faz parte da União das Freguesias de Cardielos e Serreleis.

 

Grupos Folclóricos nas Comunidades Portuguesas

Comunidades de Portugueses espalhados pelo mundo

Desde a fundação da nacionalidade, em pleno séc. XII, que os portugueses começaram a sair de Portugal e a instalar-se noutras partes do mundo, criando Comunidades Portuguesas no estrangeiro. Começaram pela Europa, particularmente em França, em Inglaterra e na Flandres.

Com os Descobrimentos, espalharam-se pela África, depois pela América, a seguir pela Ásia e a Oceânia.

Para onde que que fossem, os portugueses fundaram cidades, ajudaram a criar países e estiveram na origem ou colaboraram na independência de outros.

No séc. XVII, e até aos anos 50 do séc. XX, o Brasil foi o principal destino dos portugueses.

Apesar de nos finais do século XIX os portugueses começarem a procurar outros destinos, pelo que, durante o séc. XX, foram se espalhando pelos

– Estados Unidos da América,

– Argentina,

– Venezuela,

– Canadá,

– Austrália, etc.,

aumentando, ainda, o fluxo emigratório para África (Angola, Moçambique, África do Sul, Zimbabwe e o Congo).

No entanto, a grande “sangria” de portugueses da sua pátria verificou-se a partir de finais dos anos 50. E os destinos são países da Europa, a recuperar da II Guerra Mundial:

França, Alemanha, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Suíça, etc.

Nos países de adopção, têm mantido vivos muitos dos usos, costumes e tradições originárias das respectivas regiões portuguesas de onde são oriundos, particularmente através da criação e dinamização de Grupos de Folclore, inseridos em Associações Culturais.

Alemanha

Rancho Folclórico Português “Estrelas do Norte” de Bad Urach e.V. site

Representa o Baixo Minho. 

Rancho Folclórico Estrelas do Minho de Frankfurt /M. e.V.

Danças e Trajes do Minho na Alemanha.

Rancho Folclórico “Quinas de Portugal” e.V.

O Rancho Folclórico Quinas de Portugal foi fundado a 07.09.1996 e representa Portugal, com as suas danças e cantares, de Norte a Sul.

Rancho Folclórico “Os Jovens de Magstadt”

A página contém fotos, a história, actividades sempre actualizadas, e muita mais informação sobre a nossa colectividade e o nosso Rancho Folclórico.

Rancho Folclórico Português de Wiesbaden

Informações do Grupo! Viva a beleza, o colorido e a alegria do Folclore Português.

Rancho Folclórico Português Sto António de Dortmund

Grupo de Folclore que representa danças e cantares do Minho.

Rancho Folclórico Português da Missão Católica de Mainz

Apresentação do Rancho e dos seus membros. Divulgação de Actuações.

Rancho Folclórico Arco-Íris de Osnabrück

Grupo Etnográfico Coração do Minho

Folclore e etnografia de Viana do Castelo – Alto Minho. O GECDM foi fundado em 2001, na cidade de Hagen.

Grupo Folclórico Cultural Recreativo Português – Stuttgart

Informações sobre o Rancho de Stuttgard.

Grupos Folclóricos e Etnográficos do Alentejo

 

“O Alto Alentejo tem o clima de Trás-os-Montes; a temperatura média é mais elevada (16º a 17º), porque a menor altura das montanhas dá frios menos intensos no Inverno; as chuvas estivais são menores também (30 a 50 mm). Fronteira aberta da Espanha, a raia apenas convencionalmente o divide da Estremadura castelhana. As mesmas planícies onduladas, as mesmas culturas cerealíferas, as mesmas florestas de sobros e azinhos, as mesmas vinhas, os mesmos costumes, os mesmos homens, estão de um lado e de outro da fronteira. Torrado pelo sol, a face barbeada, de olhar vivo, gesto livre, porte nobre e seguro, bizarro, folgazão, hospitaleiro e comunicativo, o Alentejano exprime no seu todo a grandeza um tanto austera do chão sobre que vive. Não é decerto um grego de Atenas, mas é um grego da Beócia. Os seus campos são um granel, os seus montados um viveiro.

Quando nas longas e alinhadas estradas, entre lençóis de matas de azinho escuro, sob o calor de um sol dardejante, divisamos ao longe uma pequena nuvem de poeira que a luz ilumina, e ouvimos o tilintar alegre das campainhas de guizos nas coleiras dos machos – é o caseiro que a trote largo, com a cara redonda e alegre, o ventre apertado nos seus calções de briche preto, vai à feira de Vila Viçosa, em Maio, ou à de Évora, em Junho, tratar dos negócios da lavoura. A distância, vem o arreeiro no seu carro toldado, guiando a récua de machos carregados de odres de vinho; logo o pastor com o guarda-mato de pele de cabra, cajado ao ombro, conduzindo as ovelhas, a vara de porcos, gordos, como texugos, ou a boiada loura de longas hastes. O sol ardente dá tom a todas as cores, vida a todos os movimentos; sufoca-se, a poeira cega, e os bagos de suor camarinham na testa.

O alentejano diz pouco, e raro canta: não é misantropia, é indiferença. O idílio não pode seduzir a quem vive em ampla comunhão com campo largo, o céu sempre azul, o sol sempre em fogo. Apenas, de Verão, baila ao som das guitarras nas noites calmosas, fazendo a vigília aos seus santos favoritos não para esquecer um trabalho que lhe não dói, mas para dar largas aos seus amores de um momento.” (Oliveira Martins, in “Portugal – A Terra e o Homem”)         

Alto Alentejo

Grupo Folclórico “A Convenção” de Evoramonte

Rancho Folclórico e Etnográfico Montemorense
Danças e Cantares da região Montemor-o-Novo. Divulgação e preservação da cultura Tradicional do concelho de Montemor-o-Novo.

Rancho Folclórico “As Mondadeiras” de Casa Branca – Site
Historial fotos e descrição do Grupo

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Santo António das Areias
O blogue oficial do Rancho Folclórico de Santo António das Areias, onde se pode ver a sua história, o calendário de actuações e festas organizadas pelo grupo.

Rancho Folclórico e Etnográfico de Campo Maior – Site
Blogue onde damos a conhecer as actividades do nosso Rancho.

[themoneytizer id=”19156-19″]

 

Rancho Folclórico Nossa Senhora da Alegria – FB

Rancho Folclórico Flor do Alto Alentejo – Site

Baixo Alentejo

Rancho Folclórico “Verdes Campos” de Jungeiros – Site
Breve historial do Rancho, fotos do museu, trajes e algumas modas e contactos.

Nota: Se o seu Grupo de Folclore não está aqui referenciado ou não está indicada qualquer ligação para a página web/blogue ou para a página do Facebook, por favor, contacte-nos. Obrigado!

 

[themoneytizer id=”19156-16″]

 

14º aniversário do Rancho da A.C.R.D de Rubiães

 

Fundada em 20 de Outubro de 1992, a Associação Cultural, Recreativa e Desportiva de Rubiães tem um âmbito de ação regional e como principais objetivos a promoção do desporto, da cultura e da solidariedade social na localidade onde está inserida.

Integrado nesta associação, funciona um Rancho Folclórico, fundado a 06/06/2004, pelo que está a comemorar o seu 14º Aniversário com a realização de um Festival de Folclore, no dia 22 de julho, e que vai contar com a presença do Grupo Etnográfico do Sabugal – Guarda, Rancho Típico e Folclórico de Vilela – Arcos de Valdevez e o Rancho Folclórico Amigos dos Longos Vales – Monção.

Durante a realização do festival, vai funcionar uma pequena quermesse para a venda de produtos fornecidos pelos comércios locais, através da qual pretendem a angariação de fundos para suportar as despesas com as atividades do Rancho Folclórico.

O Rancho da Associação Cultural, Recreativa e Desportiva de Rubiães apresenta trajes negros – os trajes domingueiros (usados tradicionalmente na freguesia, que pertence ao concelho de Paredes de Coura, situada no coração do Alto Minho), e que são envergados pelos dançadores. Os elementos da tocata apresentam trajes confecionados à base de linho e lã, e que eram os trajes utilizados nos trabalhos do campo. Também por ser um grupo minhoto, as suas danças baseiam-se em “viras”, “chulas” e “canas verdes”.

O Rancho da A. C. R. D. de Rubiães é constituído por dois grupos, o infantil e o adulto, perfazendo um total aproximado de 70 pessoas, e que assume como principal missão representar os usos e costumes deixados pelos seus antepassados. Para além dos instrumentos de percussão, utiliza as concertinas, instrumento musical típico da região do Alto Minho.

 

Sobre a freguesia…

Rubiães é uma freguesia portuguesa do concelho de Paredes de Coura, com 8,95 km² de área e 512 habitantes, de acordo com os Censos de 2011. A sua densidade populacional é 57,2 h/km².

No âmbito do seu património, destacam-se: Igreja de São Pedro de Rubiães | Via romana de Braga a Tui – 14 marcos miliários | Ponte de Rubiães (românica) | Solar das Antas | Capelas de S. Roque, S. Bartolomeu, Fradinhos e ou Senhora da Expectação, Rio Coura e monte Mourela.

Destaque, ainda, para o Albergue de Peregrinos de S. Pedro de Rubiães, que tem por objetivo proporcionar ao número crescente de romeiros as necessárias condições de acolhimento, durante o percurso do Caminho Português de Santiago inscrito no concelho. Dispõe de áreas modernas e funcionais, cozinha, sala de refeições, sala de convívio, gabinete médico, lavandaria e um dormitório misto, com 17 beliches, capazes de acolher 34 pessoas.

Como gastronomia local mais característica, apresenta “Enchidos de porco” e “Arroz de Cabidela”. Fonte (texto adaptado)

 

Grupos Folclóricos e Etnográficos da Beira Baixa

Grupos Folclóricos e Etnográficos da Beira Baixa

“Nesta de que agora nos ocupamos levanta-se ao centro a Serra da Estrela, a cujo pendor marítimo se chamou Beira Alta, dando-se aos declives transmontanos opostos, reunidos à Gardunha, o nome de Beira Baixa. Três zonas compõem a região das duas províncias: o litoral formado pelos estuários do Vouga e do Mondego, as serranias ocidentais ou marítimas, e as ocidentais ou transmontanas. (…)

A exposição oriental ou transmontana das abas da Serra da Estrela e dos serros subalternos da Gardunha dá à província da Beira Baixa um outro aspecto: a maior secura no ar, e as chuvas são menos abundantes; os olivais medram melhor, e os habitantes juntam à vida agrícola a industrial, tecendo as lãs dos rebanhos da Serra com a força das torrentes que se despenham nas quebradas do Vale-do-Zêzere.

Já semelhante por muitos lados ao Alto Alentejo, a Beira Baixa é a transição da metade norte para a metade sul do País.” (Oliveira Martins, in “A Terra e o Homem”)

Rancho Folclórico “Os Pastores do Açor”

O nosso site proporciona aos seus visitantes informação acerca da nossa aldeia, rancho folclórico e a associação.

Rancho Folclórico Cultural Eradense – Site

Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Pampilhosa da Serra

Rancho Folclórico da Borralheira

Historial, tradições, actividades, contactos e galeria de fotos

Grupo Típico ” O Cancioneiro de Castelo Branco”

Site oficial do grupo que se preza pela salvaguarda do folclore do concelho de Castelo Branco, na Beira Baixa.

Grupo de Danças e Cantares da Casa do Povo de S. Miguel de Acha

Elementos sobre esta linda aldeia da Beira Baixa, bem como elementos etnográficos do Grupo de Danças e Cantares.

Rancho Folclórico de Pedrógão Pequeno

Resumo, fotos, descrição do Grupo, etc.

Grupo Etnográfico e Folclórico da Liga Regional de Melhoramentos de Ortiga

História e descrição do Grupo Folclórico de Ortiga e das tradições da região, concelho de Mação e distrito de Santarém.

Grupo Folclórico “Andorinhas de Vale Formoso”

Grupo Folclórico de Vale Formoso – Covilhã – Serra da Estrela

Rancho Folclórico da Associação Sagrado Coração de Maria

O Portal do Folclore do Rancho do Ferro…

Nota: Se o seu Grupo de Folclore não está aqui referenciado ou não está indicada qualquer ligação para a página web/blogue ou para a página do Facebook, por favor, contacte-nos. Obrigado!

Observâncias fundamentais para um Rancho Folclórico

Observâncias fundamentais para um Rancho Folclórico

Observâncias fundamentais para um Rancho Folclórico que se propõe representar a sua região com base nos usos e costumes do princípio do século 20 * 

Mulheres

» Não devem comprimir o busto para fazerem rodar e subir as saias, mostrando as pernas até cima.

» Não devem usar saias curtas acompanhadas de meias até abaixo do joelho.

» No princípio do séc. 20, salvo raras excepções, as saias iam até aos tornozelos. As meias iam até acima do joelho, exceptuando alguns casos de meias grossas para o frio.

» Não podem abusar do uso das meias brancas rendadas, como se vê erradamente, em muitos ranchos. As meias brancas eram usadas com trajes ricos.

» As saias começaram a subir a partir de 1912/1915 e poucos anos depois verificou-se uma gradual descida na altura das meias.

» Não usar pinturas nos lábios, faces do rosto, unhas das mãos e dos pés e não depilar as sobrancelhas.

» Não devem exibir cabelos cortados. Se o tiver, como é normal, devem escondê-los o máximo possível, colocando um puxo ou até mesmo uma cabeleira.

» [Também] não devem exibir repas na frente da testa.

» Não devem usar relógios de pulso, adereços de plástico, fantasias, brincos modernos, medalhas e cordões de alumínio a imitar ouro.

» E não devem usar peças de vestuário que não estejam de acordo umas com as outras no respeitante à função a que se destinavam: para trabalho no campo, feira, romaria, festa religiosa, missa, domingar, etc.

Também…

» O calçado deve estar sempre de acordo com a época e com o tipo de traje que vestem.

» Não devem usar calças com folhinhos que eram utilizados só pelas pessoas da alta sociedade. Devem usar, sim, calças com um certo comprimento, saias e saiotes de maneira a que estas não se vejam, sendo necessárias para isso uma certa moderação nos gestos do corpo quando dançam.

» Não devem utilizar nos vestuários panos confeccionados com fibras modernas. Devem usar um corpete interior, com mangas, feito de pano encorpado, de forma a que não se veja a pele ou as alças de algumas peças de vestuário interior, como acontece muitas vezes.

» Enquanto tiverem um trajo vestido não devem fumar, porque as mulheres antigas, que estão a representar, também não o faziam.

» Não devem mascar «chicletes» que é impróprio e feio.

Homens

» Quando vestem os trajos não devem usar relógios de pulso.

» Não devem trazer no fato medalhas, emblemas, placas e outros objectos comemorativos de actuações no país ou no estrangeiro.

» Não devem usar camisas ou qualquer outro vestuário de pano tecido com fibras modernas.

» Os colarinhos das camisas devem obedecer aos padrões da época que as restantes peças do vestuário representam.

» Não devem usar calçado de modelos actuais.

» E não devem usar cabelos compridos

» [Também] Não devem exibir lenços tabaqueiros, soareiros ou rapeleiros postos à cinta ou ao pescoço, passados a ferro e dobrados da mesma forma para todos os componentes.

» Não devem usar faixas com cores e modelos que nada têm a ver com os trajos da região que se propõem representar publicamente.

» E não devem usar chapéus que nunca foram usados na região a que pertence o Rancho.

Conjuntos

» As mulheres não devem vestir fatos iguais, tipo cortejo de oferendas.

» Os homens não devem vestir fatos iguais, tipo colégio.

» Não devem usar trajos burgueses, como acontece com muitos ranchos, que nada têm de regional.

Tocatas

» Os ranchos folclóricos devem usar o mesmo tipo de instrumentos populares usados na época e região que representam.

Danças e Cantares

» Não devem exibir danças e cantares que não tenham sido usados espontaneamente pelos antepassados da micro-região, sub-região ou região que representam.

» Não devem usar marchinhas, que nada têm de espontâneo do nosso povo, e não devem bater os pés no fim de qualquer dança, assinalando que a mesma terminou.

(*) Logo após a fundação da Federação do Folclore Português (FFP), e durante alguns anos, os Grupos de Folclore/Ranchos Folclóricos que pretendiam ser membros da mesma recebiam um documento com o texto acima transcrito e da autoria de Augusto Gomes dos Santos, então Presidente da FFP.

Dado que, infelizmente, ainda há muitos Grupos de Folclore/Ranchos Folclóricos que continuam a não “saber comportar-se”, aqui deixamos as informações técnicas básicas para um início de actividade minimamente correcta e adequada.

Fonte da imagem

Grupos Folclóricos e Etnográficos da Beira Litoral

Grupos Folclóricos e Etnográficos da Beira Litoral

Descendo o litoral, o beirão é anfíbio: pescador e lavrador.

A lavoura nasce do mar: os carros são barcos, adubos o moliço de algas e mariscos. Mas lado de um talhão de milho está uma marinha de sal. O mar insinua-se pelos canais retalhando a planície, em cujo centro, como uma artéria, corre placidamente Vouga.

A três léguas da costa, vê-se fundeado um barco. As mulheres cosem as redes, ao lado, sobre a terra húmida e negra, que os bois lavram, ou o cavador abre à enxada.

O calor (15º a 16º), a humidade permanente (60 a 80%), fazem germinar breve as sementes, multiplicam as colheitas, e as febres.

Essa paisagem deliciosa e original, indecisa entre o mar e a terra, e que nos enche de vivo prazer, quando a dominamos desde os altos de Angeja à raiz das montanhas, atrai-nos como a sombra da mançanilha, cheia de frescura e veneno.

Os elementos, confundidos, vingam-se da temeridade dos homens.(Oliveira Martins, in “A Terra e o Homem” – texto editado e adaptado)

Rancho Folclórico de Maiorca

O Rancho Folclórico de Maiorca foi criado efetivamente em 30 de maio de 1963, e encontra-se inserido na região do Baixo Mondego. É sócio aderente da Federação do Folclore Português desde 2004.

Grupo Folclórico e Etnográfico de Belide

Grupo Etnográfico da Freguesia de Anobra

Pretende-se divulgar o folclore da freguesia de Anobra.

Rancho Folclórico  da Santa Casa Misericórdia de Soure

Rancho Típico de Miro “Os Barqueiros do Mondego”

Rancho Folclórico “Roseiras do Vale da Rosa”

Vale da Rosa – Caranguejeira – Leiria

Rancho Folclórico Nossa Senhora da Nazaré

Rancho Folclórico Neveiros do Coentral

O Rancho Folclórico Neveiros do Coentral é um agrupamento etnográfico, constituído por naturais e descendentes da Freguesia do Coentral, do Concelho de Castanheira de Pera, pertencentes ao Distrito de Leiria. No seu portal vão poder encontrar informação sobre a sua fundação, história e actividade, sobre a sua origem geográfica e sobre o Núcleo Museológico “A Casa do Neveiro”.

Rancho Folclórico da Ribeira de Fráguas

Com este pequeno blog, visamos transparecer para quem nos visita, uma curta, mas sincera imagem da nossa associação etnográfica. Imagens das actividades realizadas, da sede do Rancho e da freguesia na qual estamos inseridos, Ribeira de Fráguas, entre outras importantes informações textuais.

Grupo Etnográfico de Lorvão

Site oficial do GEL

Grupo Folclórico da Casa do Povo de Ceira

“GESMA” – Grupo Etnográfico de São Martinho de Árvore

O “GESMA” nasceu em 2004, durante a “Festa da Flor”,num contexto de festa e romaria. O grupo é composto por cerca de 40 elementos predominando os jovens.

Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa

Divulgador de grande vulto das suas tradições.