33º Festival Folclórico “Do Amor à Tradição”

 

Vai realizar-se, no próximo dia 1 de setembro, o 33º Festival Folclórico “Do Amor à Tradição”, promovido pelo Rancho Folclórico e Etnográfico “A Telheira” de Barqueiros (Barcelos).

Esta iniciativa terá início pelas 15h30, na Rua da Estrada Medieval (junto ao infantário de Barqueiros – Barcelos) com o desfile dos grupos que vão participar:

Rancho Folclórico “Os Camponeses” de São Francisco – Alcochete | Rancho Folclórico “As Andorinhas” S. Silvestre – Murtosa – Aveiro | Rancho Folclórico de Boelhe – Penafiel | Rancho Folclórico Cuide de Vila Verde – Ponte de Lima | e o grupo anfitrião, o Rancho Folclórico e Etnográfico “ A Telheira” – Barqueiros,

a que se seguirá a entrega das lembranças aos grupos presentes e, por fim, a atuação e uma pequena amostra da cultura tradicional da região/localidade de origem de cada um dos grupos.

Contamos com a visita e energia de todos aqueles que nos queiram conhecer melhor, de todos os amantes do folclore tradicional minhoto e de todos os amigos desta associação que se queiram juntar a nós para passar uma tarde muito animada, com muita música, muita dança e, também, um sorteio de prémios de rifas que podem adquirir junto dos elementos do nosso Rancho.

Agradecemos à Junta de Freguesia de Barqueiros, à Câmara Municipal de Barcelos, ao Centro Social e Bem-Estar de Barqueiros, à Federação Portuguesa de Folclore, às diversas indústrias de comerciantes e ainda a todos os elementos, familiares e amigos que nos ajudam e trabalham para que este festival seja possível.

Sobre o Rancho Folclórico e Etnográfico “A Telheira”

O Rancho Folclórico e Etnográfico “A Telheira” nasceu formalmente no dia 10 de julho de 1985 (embora a sua primeira atuação pública tenha sido no dia 15 de agosto de 1983), e pretende divulgar a cultura da telheira e da tendedeira, que remonta ao período de 1750-1810.

Esta cultura antiga de Barqueiros deu origem e muito influenciou o nosso Grupo e, por isso, nas nossas apresentações mostramos utensílios usados no fabrico do barro e da telha, bem como as danças e os cantares que exibimos, para além de mostrarem os tradicionais viras minhotos, também demonstram o que era vivido nesta comunidade.

 

 

XXXIV Festival de Folclore “Cidade de Penafiel”

 

 

Vai realizar-se, no próximo dia 28 de Julho, com início previsto para as 21h30, no Campo de Torres Novas (junto ao Quartel da GNR), o XXXIV Festival de Folclore “Cidade de Penafiel”, promovido pelo Grupo Folclórico de Penafiel

Esta iniciativa tem o seguinte Programa

09h30 – Entrada do Grupo de Bombos

15h00 – Receção aos Grupos convidados

15h30 – Visita guiada pela cidade

18h00 – Jantar-convívio com os elementos dos Grupos participantes e representantes das entodades/instituições convidadas

20h30 – Concentração dos Grupos junto ao Quartel dos Bombeiros Voluntários de Penafiel

21h00 – Início do Desfile Etnográfico

21h30 – Entrega de lembranças e início do Festival de Folclore

 

Grupos participantes

– Grupo de Bombos de Recesinhos | S. Mamede – Penafiel

– Grupo Folclórico de Penafiel | Penafiel

– Grupos das Ceifeirinhas da Casa do Povo | Vila Nova de Anços – Coimbra

– Group Ensemble Ekonom | Eslováquia

– Rancho Folclórico das Bandeiras | Madalena – Açores

– Grupo Folclórico Refoios do Lima | Ponte de Lima

 

Sobre o Grupo organizador

O Grupo Folclórico de Penafiel foi fundado a 15 de Novembro de 2015. Tem como principais objetivos: recolher, preservar e divulgar os usos e costumes, as danças, os cantares e os trajes, enfim, a cultura popular da região onde está inserido, a antiga região de Entre Douro e Minho.

Este Grupo tem a sua sede social em Penafiel, “um concelho de forte vocação e apelo turísticos. As suas manifestações de interesse perpassam vários domínios, como sejam, o seu património, a sua gastronomia, as suas paisagens naturais, as suas tradições, feiras e festividades, às quais acrescem as estruturas turísticas construídas e em construção.

Penafiel é um concelho de montes, vales e rios, que pode ser fruído a partir de vários pontos e lugares. Deixa-se, todavia, a sugestão de aproveitar os belos planos de água decorrentes da albufeira do Tâmega ou as encostas agrestes do Douro.Fonte