O GF ‘Casa de Portugal’ levou o Alto Minho a Valladolid

 

“O Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’, sediado no Principado de Andorra, viajou, no passado fim-de-semana, até à cidade espanhola de Valladolid para participar no 33º Festival de Folklore “Pilarica”.

A organização deste “encontro de culturas” esteve a cargo do Grupo Coro y Danzas Pilarica e do Ayuntamiento de Valladolid e contou com as presenças, além do grupo anfitrião e do grupo português, do Grupo Folklorico “La Cañada” de Fresno el Viejo (Valladolid) e da Asociación Folklorica “Andrés Laguna” de Segóvia.

Na manhã de sábado, a comitiva do Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’ foi recebida pelos organizadores que se disponibilizaram a proporcionar uma visita cultural pelos espaços mais emblemáticos da cidade de Valladolid.

Na tarde de sábado teve lugar o Festival de Folclore, na Praça Rafael Cano, que apresentou uma plateia repleta para apreciar as danças tradicionais da região e do folclore do Alto Minho, que deslumbrou os assistentes.

O Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’ apresentou, com honra e gosto, a vivacidade das danças da Ribeira Lima e da Serra d’Arga, bem como o colorido dos trajes de trabalho e de festa, tão característicos da região de Viana do Castelo, tendo recebido inúmeros e calorosos aplausos.

Após o Festival, o grupo anfitrião ofereceu a todos os participantes um jantar-convívio onde não faltou a boa disposição, a música e a dança.

Na manhã de domingo ouve ainda tempo para uma visita ao Museu Nacional de Escultura, onde os elementos do Grupo foram surpreendidos pela beleza das obras expostas.

Após o regresso ao Principado de Andorra, os componentes do Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’ preparam já a participação na maior feira setorial do Principado participando, nos dias 25, 26 e 27, com um stand próprio, onde serão saboreados produtos típicos portugueses, e apreciadas as danças tradicionais do Alto Minho.”

Fonte: Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’ (Nota à Imprensa)

Sobre o Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’

O Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’ no Principado de Andorra foi fundado no dia 1 de Maio de 1996, e apresenta, em terras andorranas, danças e cantares das regiões da Ribeira Lima e da Serra d’Arga, no Distrito de Viana do Castelo, norte de Portugal.

Os elementos que compõem o Grupo, têm participado nos diversos festivais em Andorra sendo um referente da cultura portuguesa e têm levado em diversas ocasiões o seu trabalho de representação a países como: Espanha, França, Portugal, Luxemburgo, Suíça e Mónaco.

Desde 2006, este Grupo é o promotor das Janeiras, com especial visita à Catedral de Sta. Maria d’Urgell (Espanha) na presença do Arcebispo Joan Enric Vives, Copríncipe de Andorra, assim como a instituições de solidariedade e estabelecimentos portugueses e andorranos. Nesse mesmo ano, inaugurou, em colaboração com a Embaixada de Portugal, uma exposição retrospectiva do grupo titulada “Uma década de cultura e amizade”.

Anualmente, no mês de Maio, no âmbito da celebração do respectivo aniversário, realiza o seu festival de folclore, e, desde 2007, organiza o “Festival de Folclore Ibérico — Principado de Andorra”, um evento consolidado que conta com a participação de grupos de Espanha, de Portugal e Andorra. Fonte e saber mais 

 

Mostra de Folclore no Centro Cívico de Carnaxide

 

Uma vez mais, o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega, em colaboração com a Junta de Freguesia da União de Freguesias de Carnaxide e Queijas e com a Produtora “Trás’Eventos”, vai promover a Cultura Tradicional Popular Portuguesa, as Danças e os Cantares do nosso Povo, através duma iniciativa, designada como Mostra de Folclore, a realizar-se no próximo dia 13 de Outubro, pelas 15h30, no Centro Cívico de Carnaxide, e na qual vão participar quatro representantes do nosso Folclore:

Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega (Alto Minho Interior – Carnaxide – Oeiras)

Grupo Folclórico de Santa Cruz de Vila Meã (Entre Douro e Minho – Amarante)

Rancho Folclórico do Bairro de Santarém – Graínho e Fontaínhas (Santarém – Ribatejo)

Rancho Típico da Amorosa (Matosinhos – Douro Litoral Norte)

através dos quais os presentes vão poder percorrer Portugal, do Minho ao Ribatejo, com Canaverdes, Viras, Malhões, Divertidas, Colunas, Verde Gaios e, claro está, Fandangos.

Sobre o Grupo anfitrião

Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega (Alto Minho Interior – Carnaxide – Oeiras)

Fundado em 19 de Abril de 2013, o Grupo de Folclore das Terras de Nóbrega é um agrupamento de Folclore e Etnografia minhotos sediado na Região de Lisboa (Carnaxide – Oeiras).

Formado por um punhado de conscientes e entusiastas folcloristas, o Grupo de Folclore das Terras de Nóbrega pretende ser uma referência no panorama nacional pelo seu rigor e acuidade etno-folclórica, e um lídimo representante das tradições, usos, costumes, Folclore e Etnografia das Terras da Nóbrega.

Povoada já desde tempo imemoriais, as Terras da Nóbrega encontram-se na sua maioria representadas geograficamente pelo actual concelho de Ponte da Barca no nordeste da Província do Minho. (Fonte: texto anexo ao vídeo abaixo)

Sobre os Grupos visitantes

Grupo Folclórico de Santa Cruz – Vila Meã (Amarante – Entre Douro e Minho)

Fundado em 19 de Novembro de 1977, e apresentando-se pela primeira vez em público em 30 de Abril de 1978, pretendeu-se com a sua fundação perpetuar a cultura da região de Vila Meã através das danças e cantares, dos usos e dos costumes do que foi o concelho de Santa Cruz de Riba Tâmega, que aqui tinha a sua sede.

Santa Cruz de Riba-Tâmega (hoje Vila Meã) era um concelho próspero, extinto por razões políticas em 1855, e que no momento da sua extinção ocupava o sexto lugar na classificação económica do distrito do Porto.

Salvaguardando o respeito devido ao folclore, o Grupo Folclórico de Santa Cruz – Vila Meã seguiu o caminho do rigor e da seriedade na recolha dos testemunhos em que havia de assentar os seus pilares, após o que escolheu o nome de modo a caracterizar a região que se pretendia representar.

A moda que a seguir se apresenta é uma das mais típicas do seu repertório funcionando como ex-libris do grupo e da região, é a Chula de Santa Cruz:

Rancho Folclórico do Bairro de Santarém – Graínho e Fontaínhas (Santarém – Ribatejo)

O Rancho Folclórico do Bairro de Santarém, Graínho e Fontaínhas foi fundado em 1955, nas localidades de Grainho e Fontaínhas pelo regente agrícola Celestino Graça (natural do Grainho), e tem conseguido ser um fiel intérprete das danças, cantares e trajes típicos desta região.

A sua primeira apresentação registou-se na Feira do Ribatejo, em Junho de 1956, tendo sido conferida a alguns dos seus componentes, em 1970, a medalha de ouro pela ininterrupta colaboração (15 anos), neste importante certame.

O agrupamento já participou em várias mostras de trajes e etnográficas, Festivais Nacionais e Internacionais de Folclore, festas e romarias, em Portugal e também no estrangeiro, nomeadamente Espanha, França e Coreia do Sul. Do rol de atividades destaque ainda para a sua participação em programas de rádio e televisão, e gravação de um disco, cassete e recentemente um CD Áudio intitulado “Giribalde”.

As danças e cantares ribatejanas da região do Bairro são particularmente enriquecidas de pormenores artísticos, repousadas, elegantes e harmoniosas. Os seus trajes são sóbrios como, aliás, é o próprio panorama da zona onde vivem.

Os trajes das mulheres são de cores variadas, mas com predominância para os tons discretos. As saias poderão ser azuis, pretas, verdes e castanhas. Já as blusas são mais claras e os aventais (quando envergados) de cores mais vivas e lenços de cabeça pouco garridos.

Quanto ao traje do homem o mais importante é o de “Cerimónia” ou “Domingueiro“, totalmente preto e constituído por calças de cós alto e polaina, com bolsos direitos, colete preto, camisa branca de peitilho e sapatos de salto de prateleira. Fonte (texto adaptado)

Rancho Típico da Amorosa (Matosinhos – Douro Litoral Norte)

O Rancho Típico da Amorosa, que pretende ser um museu vivo dos seus moradores de antanho, foi fundado a 8 de Novembro de 1935. Recebeu nos primeiros anos da sua existência, o conselho e orientação do etnomúsicologo Prof. Armando Leça.

No livro de honra da colectividade, esta distinta figura, rica no conceito, que, ao tempo, tinha destas coisas do folclore escreveu: “Enquanto no Rancho Típico da Amorosa perdurar tão benéfica intenção, terá um defensor para aplaudir”.

O Rancho Típico da Amorosa, seguindo as recomendações da UNESCO, recolhe, preserva e divulga algumas formas de viver desta laboriosa gente leçeira.

Na pureza dos seus trajes e danças, mas também na qualidade dos espectáculos que apresenta, fruto de um trabalho árduo, persistente e com uma metodologia rigorosa, o Rancho Típico da Amorosa assume um protagonismo digno de registo.

Muito se tem escrito sobre o grupo, citamos: “A herança rural das gentes de Leça, foi a partir de 1935 recolhida e recriada pelo Rancho Típico da Amorosa que, com trajes “verdadeiramente antigos” e genuínos da segunda metade do século XIX, pernas braços, corpos e corações despertos canta e dança o folclore maiato”. (Hélder Pacheco in o Grande Porto).

Além de inúmeras participações em todo o País, o Rancho Típico da Amorosa participou em várias manifestações folclóricas na Europa, na Ásia e na América Latina.

O Rancho Típico da Amorosa é organizador do FESTARTE (International Popular and Traditional Arts Festival Matosinhos). Fonte (texto adaptado)

Fonte: Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega (texto adaptado)

37º Festival de Folclore Português da Califórnia

 

No próximo dia 21 de setembro de 2019, nas instalações da Sociedade do Divino Espírito Santo de Artesia – Califórnia, vai realizar-se o 37° Festival de Folclore Português do Estado da Califórnia, promovido pelo Grupo Folclórico Retalhos Antigos de Artesia, de acordo com o seguinte programa

11h00 AM – MASSA&MIMOSAS
Sessão de boas-vindas oferecida aos Grupos visitantes
12h00 PM – Reunião com diretores dos Grupos presentes, presidida pelo Ex.mo Diretor Regional das Comunidades dos Açores, Sr. Paulo Teves
01h00 PM – Almoço oferecido aos Grupos participantes no Festival de Folclore
03h00 PM – Abertura do Restaurante do Artesia D.E.S.
Cerimónia oficial de abertura do Festival de Folclore
03h30 PM – Início das atuações dos Grupos participantes
09h00 PM – Baile com o Conjunto ERATOXICA, vindo da Costa Leste dos EUA

Sobre o Grupo Folclórico Retalhos Antigos de Artesia

O Grupo Folclórico Retalhos Antigos foi fundado em 1980, para participar numa conferência bilingue. Chamava-se, então, “Grupo Folclórico Português de Artesia”. Usavam trajes próprios e sempre com música e cantares ao vivo. Mais tarde, mudaram o nome para “Grupo Folclórico Retalhos Antigos”, adoptando trajes tradicionais das ilhas do Açores. É um dos grupos mais antigos na Califórnia, e organizou o Festival de Folclore Português da Califórnia nos anos de 1990, 1998 e 2008.

Este Grupo é constituído por cerca de 40 elementos, entre bailadores, tocadores, e cantadores. Apresenta, essencialmente, danças e cantares da região dos Açores, utilizando instrumentos originais, que também são ensinados por elementos deste grupo. Todos os elementos deste grupo aprenderam folclore nos Estados Unidos, o que torna uma tarefa difícil, mas, de certo modo, interessante e muito gratificante.

Durante o ano, participa em vários espetáculos e cortejos étnicos, assim como em várias atividades comunitárias. Utiliza como sede e casa de ensaio, a Sociedade do Artesia D.E.S., na cidade de Artesia. Também atua para as escolas locais e clubes, em espetáculos de âmbito cultural.

About Grupo Folclórico Retalhos Antigos de Artesia

Grupo Folclórico Retalhos Antigos was founded in 1980 with the intention of participating in a bilingual conference. It was originally named Grupo Folclórico Português de Artesia. The group used simplified costumes and always performed with live music. Later the group was renamed Grupo Folclórico Retalhos Antigos, meaning “A Bit of the Olden Days” or “Fragments of the Past,” and adopted traditional costumes from the islands of the Azores. The group is one of the oldest Portuguese folklore performance groups in California, and has organized the California Portuguese Folklore Festival in 1990, 1998 and 2008.

Grupo Folclórico Retalhos Antigos is comprised of 40 members consisting of dancers, musicians and singers. The group predominantly interprets music and dances from the region of the Azores. The group performs using live music and utilizes original Portuguese instruments such as the 15 string guitar. The majority of the group’s members are 2nd or 3rd generation Portuguese who learned the music and dances that they perform in the U.S.

During the year, the group performs at various shows, cultural events and community functions throughout California.

 

Festival de Folclore em Ponte da Barca

 

No próximo dia 10 de Agosto, pelas 21h00, junto da Igreja Paroquial de Vila Chã S. João Baptista, o Rancho Folclórico e Cultural de S. João Baptista – Ponte da Barca (Minho) vai realizar o seu IV Festival de Folclore.

Nesta iniciativa vão participar os seguintes Grupos de Folclore, em representação de diversas regiões etnofolclóricas:

Rancho Danças e Cantares das Lavradeiras de Vila Chã – Vila do Conde

Embora já existisse desde 1945, realizando esporadicamente várias exibições, só em 1981 foi oficialmente fundado, optando depois pela designação com que hoje se apresenta: Rancho Danças e Cantares das Lavradeiras de Vila Chã.

O Rancho assenta nos costumes dos povos que viveram nesta localidade e região, com especial relevo para os trabalhos de campo e a faina do mar.

São de origem regional e local, os trajes, os instrumentos e as cantigas deste Rancho. O Rancho Danças e Cantares traduz com eficácia, as velhas tradições regionais, sendo portador de grande simpatia de norte a sul do país, tendo realizado inúmeras actuações. Tem também no seu palmarés exibições em Espanha e França.

As cantigas que cantam são músicas típicas de Vila Chã, que já vêm dos seus antepassados: o Malhão, a Chula, os Viras, a Sarrasquinha, a Tirana, a Cana Verde, etc. Os trajes que apresenta são: o de trabalho (no campo e na faina do mar); o fato de domingar; o fato de festa; o fato dos noivos.

Toca os seguintes instrumentos: acordeão, viola, cavaquinho, bombo, ferrinhos, pandeireta e reco-reco. É constituído por cerca de 45 elementos.

O Rancho Danças e Cantares das Lavradeiras de Vila Chã já fez três gravações em cassetes e uma em Cd“. Fonte

Grupo Infantil e Juvenil de S. Tiago de Gavião – Vila Nova de Famalicão

Rancho Folclórico de Santo António da Várzea – Santarém

O Grupo Danças e Cantares Santo António da Várzea, conhecido pelo nome de “Os Galitos da Várzea”, fundado em 23 de abril de 1978, foi durante muitos anos, conhecido pelo país.

Com o propósito de recolher, reconstituir e divulgar as tradições folclóricas da região, entre o bairro e a lezíria, com músicas, danças e trajes tradicionais desta mesma região.

Foi fundado por Joaquim Alfredo Rodrigues Vargas, Fernando Jordão, Glória Jordão, Amélia Jordão, Luísa Ambrósio, João Diogo Menino e Manuela Vargas. Fundaram também o Rancho Infantil e também o Rancho Folclórico d’Os Galitos da Várzea. Criaram tudo nessa mesma aldeia da Várzea, letras, músicas e danças. Para angariarem algum dinheiro para saídas, quer nacionais quer internacionais, fizeram peditórios porta-a-porta, dançando à porta das casas, fazendo festas e festivais.

Passados 36 anos, o Rancho foi reaberto, no dia 23 de novembro de 2013, contando com alguns elementos que já são da velha guarda do grupo anterior. Por isso, resolveram recomeçar tudo. Contam com novos elementos, que estão a começar agora, deste modo, não contam com muita experiência, mas com a promessa de dar o melhor em tudo o que estiver ao seu alcance.Fonte

Rancho Folclórico e Cultural de S. João Baptista – Ponte da Barca

 

 

33º Festival Folclórico “Do Amor à Tradição”

 

Vai realizar-se, no próximo dia 1 de setembro, o 33º Festival Folclórico “Do Amor à Tradição”, promovido pelo Rancho Folclórico e Etnográfico “A Telheira” de Barqueiros (Barcelos).

Esta iniciativa terá início pelas 15h30, na Rua da Estrada Medieval (junto ao infantário de Barqueiros – Barcelos) com o desfile dos grupos que vão participar:

Rancho Folclórico “Os Camponeses” de São Francisco – Alcochete | Rancho Folclórico “As Andorinhas” S. Silvestre – Murtosa – Aveiro | Rancho Folclórico de Boelhe – Penafiel | Rancho Folclórico Cuide de Vila Verde – Ponte de Lima | e o grupo anfitrião, o Rancho Folclórico e Etnográfico “ A Telheira” – Barqueiros,

a que se seguirá a entrega das lembranças aos grupos presentes e, por fim, a atuação e uma pequena amostra da cultura tradicional da região/localidade de origem de cada um dos grupos.

Contamos com a visita e energia de todos aqueles que nos queiram conhecer melhor, de todos os amantes do folclore tradicional minhoto e de todos os amigos desta associação que se queiram juntar a nós para passar uma tarde muito animada, com muita música, muita dança e, também, um sorteio de prémios de rifas que podem adquirir junto dos elementos do nosso Rancho.

Agradecemos à Junta de Freguesia de Barqueiros, à Câmara Municipal de Barcelos, ao Centro Social e Bem-Estar de Barqueiros, à Federação Portuguesa de Folclore, às diversas indústrias de comerciantes e ainda a todos os elementos, familiares e amigos que nos ajudam e trabalham para que este festival seja possível.

Sobre o Rancho Folclórico e Etnográfico “A Telheira”

O Rancho Folclórico e Etnográfico “A Telheira” nasceu formalmente no dia 10 de julho de 1985 (embora a sua primeira atuação pública tenha sido no dia 15 de agosto de 1983), e pretende divulgar a cultura da telheira e da tendedeira, que remonta ao período de 1750-1810.

Esta cultura antiga de Barqueiros deu origem e muito influenciou o nosso Grupo e, por isso, nas nossas apresentações mostramos utensílios usados no fabrico do barro e da telha, bem como as danças e os cantares que exibimos, para além de mostrarem os tradicionais viras minhotos, também demonstram o que era vivido nesta comunidade.

 

 

Mostra Folclórica do Atlântico 2019 | Relva – Açores

XXVII Grande Festival de Folclore da Relva Mostra Folclórica do Atlântico

Espetáculo Principal de Gala – 27 de julho de 2019 – Relva

Programa

19h30 – Cerimónia de entrega de lembranças no Centro Cívico e Cultural.

20h00 – Concentração no Centro Cívico e Cultural da Relva todos os Grupos participantes.

20h30 – Desfile Folclórico e Etnográfico pela Av. 5 de Agosto e Av da Igreja

21h00 – Abertura do XXVII Grande Festival de Folclore da Relva – Mostra Folclórica do Atlântico.

21h15 – Início do XXVII Grande Festival de Folclore da Relva – Mostra Folclórica do Atlântico, no Jardim 5 de Agosto, com a participação dos seguintes Grupos:

– Grupo Folclórico de São Miguel – Ponta Delgada 

– TRAGA – Associação de Folclore Tradições de Gaula, Santa Cruz – Madeira

– Grupo Folclórico da Fajã de Baixo

– Grupo Folclórico de São José – Salga

– Rancho Folclórico Camponeses de Canados, Alenquer, Estremadura Saloia – Continente Português

– Rancho Folclórico de Santa Cecília – Fajã de Cima

– Folk Dance Ensemble „GRANDINELE“, Panevezys – Lituânia

– Grupo Folclórico de Cantares e Balhados da Relva

24h00 – Encerramento, seguindo-se convívio, no Salão Cultural e Recreativo de Nossa Senhora das Neves

Organização: Junta de Freguesia da Relva e Grupo Folclórico de Cantares e Balhados da Relva

A Freguesia de Relva

A Freguesia de Relva situa-se na ilha de São Miguel, Região Autónoma dos Açores.

“A escassos cinco quilómetros a poente de Ponta Delgada, confrontando com as freguesias de Santa Clara, Arrifes, Covoada, Capelas e Feteiras, situa-se a freguesia de Relva, com cerca de onze quilómetros quadrados, já praticamente inserida na malha urbana de Ponta Delgada.

Assim denominada por ser outrora lugar de «boa erva», onde o gado se ia alimentar, foi das primeiras freguesias do concelho de Ponta Delgada a ser constituída.

A Relva tem vindo a crescer, (contando já com mais de três mil habitantes e um razoável parque habitacional, que atinge as novecentas e cinquenta moradias), mercê da sua boa localização e do facto de possuir um já apreciável número de infraestruturas, que cria uma natural apetência para aqui viver.

Freguesia caracterizada pela preservação das mais belas tradições, mantém em funcionamento muitas instituições ligadas às mais diversas actividades: culturais, desportivas, recreativas, sociais e religiosas.

Tem no Parque Empresarial dos Valados umas das suas principais zonas económicas, contando com mais de uma centena de unidades comerciais e/ou industriais.

Possui ainda na Rocha da Relva um legado precioso, deixado pelos nossos antepassados. Lugar onde ainda é possível acordar com o cantar dos pássaros e o murmúrio das ondas, constitui um bom cartaz turístico desta freguesia.” (Fonte)

 

15º Aniversário do Rancho Folclórico da A.C.R.D. de Rubiães

 

No âmbito das comemorações do 15º aniversário Rancho Folclórico da Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Rubiães – Paredes de Coura, vai realizar-se, no próximo dia 21 de Julho, na Junta de Freguesia de Rubiães, o 16º Festival de Folclore. A presente edição do Festival de Folclore terá como tema “O Linho”, motivo pelo qual a decoração do palco terá diversos elementos relacionados com os “Trabalhos do Linho”.

O Festival de Folclore terá início pelas 14h30, com o habitual desfile dos grupos convidados: o Rancho Folclórico “As Janeiras” pertencente à freguesia de Glória do Ribatejo – Salvaterra de Magos, distrito de Santarém, o Rancho Etnográfico “Os Pinhoeiros de Lobão” de Santa Maria da Feira, distrito de Aveiro, e o Grupo Infantil e Juvenil da A.D.R. da Gandra – Ermesinde, distrito do Porto, seguindo-se a habitual entrega das fitas comemorativas do 15º Aniversário, tal como as respectivas lembranças.

O Rancho Folclórico da Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Rubiães foi fundado a 04/06/2004, por iniciativa de umas senhoras da freguesia que tinham como sonho fazer parte de um Rancho Folclórico. Desde então, este Grupo tem vindo a representar a freguesia, não só em Portugal, mas também em França e Espanha.

A sua apresentação passa pelo uso de trajes negros, por uma simples razão: Rubiães é uma freguesia do concelho de Paredes de Coura situada no coração do Alto Minho. Como tal, o Grupo apresenta-se com os designados trajes domingueiros, por parte dos seus dançadores, e na parte da tocata os trajes são à base de linho e lã, que eram os trajes utilizados nos trabalhos do campo.

Também por ser um Grupo que representa a região do Minho, as danças que apresenta são: Viras, Chulas e Canas-verdes. Para além dos instrumentos de percussão, apresenta também as concertinas, instrumento usual no Alto Minho.

Este Rancho é composto por dois Grupos, o Grupo Infantil e o Grupo Adulto, num total aproximado de 70 pessoas, que têm como principal missão recolher, preservar a divulgar os usos e costumes deixados pelos seus antepassados.

No recinto onde se vai realizar o Festival de Folclore, haverá um serviço de Bar e uma pequena Quermesse.

Estão todos convidados para estarem presentes na comemoração do nosso 15º aniversário e esperemos que gostem.

A Direção do Rancho Folclórico da Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Rubiães

XIX Encontro de Antiguidades Populares 2019

No próximo dia 13 de Julho de 2019, pelas 21h30m, o Grupo de Danças Cantares Regionais da Feira – Santa Maria da Feira, vai realizar o XIX Encontro de Antiguidades Populares, com a participação de 5 Grupos de Folclore, representativos de outras tantas regiões etnofolclóricas.

«Não somente todo o continente e o conteúdo, do que se vê neste cartaz, são antiguidades populares, mas sim, as gentes do povo, que viveram no século XIX e no princípio do século XX, com todos os seus usos e costumes, tradições, formas literárias, músicas, práticas religiosas e outros factos das suas vidas, eram designadas de “Antiguidades populares” já na época em que apareceu o termo Folclore.

O termo Folclore apareceu em 1846 e o seu autor foi o arqueólogo inglês, Ambrose Merton, que tinha o pseudónimo de William John Thomas. Ele fez a ligação dos vocábulos da língua inglês, folk e lore, povo e saber do povo, passando o anglicismo Folclore a ter o significado das “Antiguidades populares”, que até então assim se designavam.

E como se trata dum termo sonante, foi expandido por todo o mundo.

Encontro de Antiguidades Populares 2019

Infelizmente, nos últimos tempos em Portugal, generalizou-se o uso do termo folclore, e, na boca dos políticos, dos jornalistas e outros, para achincalhar, denegrir, desvalorizar, menosprezar, para tudo o que não tem a ver com o seu verdadeiro significado.

Mas o significado do termo Folclore é apenas aquele para o qual foi criado, pois, o Grupo de Danças e Cantares Regionais da Feira utilizou sempre a expressão que o antecedeu “Antiguidades populares”, a única forma que encontrou de se manifestar contra os detratores do Folclore. Deixando, assim, que eles se divirtam, mas não com a nossa concordância.

Não utilizamos o termo Festival, porque entendemos que a designação de festival, só por si, já indica algo de certa grandiosidade, que não é o que acontece com a maior parte das manifestações a que dão esse nome.

E nós, como não temos condições para realizar um verdadeiro festival, limitamo-nos a realizar um encontro de “Antiguidades populares”, uma vez por ano. “E, viva o velho!”»

Neste sentido, o Grupo organizador convida todos os interessados a estar presente e a recordar os usos e costumes o povo de antanho de várias regiões.

Associação Grupo de Danças e Cantares Regionais da Feira

Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’ celebra aniversário

 

Folclore Ibérico vai assinalar o 23º aniversário do Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’ em Andorra

Vai realizar-se, no próximo dia 4 de Maio (sábado) a 7ª edição do Festival de Folclore Ibérico – Principado de Andorra, promovido pelo Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’, e integrada nas celebrações do 23º aniversário desta instituição que representa, com brio, empenho e autenticidade, as tradições e a cultura popular do Alto Minho em terras de Andorra.

Nesse dia, e a partir das 21h30, o palco do Complexo Sociocultural de Encamp vai acolher cerca de duzentos folcloristas, membros de diversos grupos de folclore representativos da cultura tradicional de Espanha, do Principado de Andorra e de Portugal.

O Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’, que apresentará os trajes, as danças e os cantares do Alto Minho, será o anfitrião, durante dois dias, do Rancho Folclórico de Paranhos da Beira (que viajará desde Seia para apresentar o folclore da Serra da Estrela), do Grupo de Coros y Danzas “Pilarica” (que irá viajar desde Valladolid para apresentar a cultura castelhano-leonesa), sendo que o folclore dos vales de Andorra estará representado pelo Esbart Valls del Nord.

Após esta Mostra Folclórica, que se pretende que constitua uma dos momentos mais importantes das celebrações do 23º aniversário do Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’, vai realizar-se uma festa-convívio para o público assistente, animada pelo Grupo Musical Euphória, durante a qual os membros dos diversos grupos participantes e as personalidades convidadas serão presenteados com uma refeição oferecida pelo Grupo organizador.

Anualmente, este evento conta com a assistência de diversas personalidades andorranas e portuguesas e uma vez mais vai ter o apoio do Comú d’Encamp. A organização deste encontro de culturas é uma realidade graças ao patrocínio de mais de meia centena de empresas portuguesas e andorranas e a aposta do empresário José Costa, gerente da empresa Nova Constructora, patrocinador principal do festival.

 

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Romaria de Nossa Senhora d’Agonia

Romaria de Nossa Senhora da Agonia – Viana do Castelo – 2019

Devoção e Tradição

Há quase 250 anos que, a cada mês de agosto, a cidade de Viana do Castelo entra em festa, por entre devoção e muita tradição, com a “Rainha das Romarias de Portugal”.

Ainda hoje a Romaria de Nossa Senhora de d’Agonia mantém alguns dos aspetos mais genuínos daquela que é a mais tradicional festividade do país e que anualmente leva milhares de pessoas a esta cidade do norte de Portugal.

Em 2019, a festa faz-se em cinco dias, terminando a 20 de agosto, feriado municipal e dia consagrado à padroeira, com a realização da procissão ao mar em honra de Nossa Senhora d’Agonia, uma das mais verdadeiras provas de devoção das gentes da Ribeira de Viana do Castelo.

A Romaria em honra de Nossa Senhora d’Agonia nasce em 1772, pela devoção dos homens do mar, que pedem proteção à padroeira. A festa foi crescendo e junta hoje a devoção, a história e a riqueza etnográfica, valendo-lhe o título popular de “A Romaria das Romarias de Portugal”.

Dita a festa que se acorde ao som dos foguetes, enquanto de fundo se ouvem por toda a cidade os bombos e as concertinas. Nos dias de festa não faltam os desfiles das mulheres com os seus trajes e a sua “chieira”, envolta em peças únicas de ouro tradicional.

E assim, Viana do Castelo torna-se na maior montra de ouro, palco de tradições únicas, dos tapetes de sal que a fé alimenta, ao fogo-de-artifício que fecha cada dia de festa que começa por entre o alvoroço e as brincadeiras dos gigantones e cabeçudos.

Sejam bem-vindos à Romaria d’Agonia.

Programa

Dia 3

16h30 – Abertura da XVIII “Exposição/Feira de Artesanato da Romaria d’Agonia”

Dia 16

08h30 – Alvorada – Praça da República
09h30 – Circuito do Feirão – Em vários locais da cidade
09h30 – Concertos Musicais
11h00 – Apresentação de cumprimentos ao Executivo Municipal
12h00 – Revista de “Gigantones e Cabeçudos” – Praça da República
14h00 – Concertos Musicais
16h00 – Desfile da Mordomia – Saída do Palácio dos Cunhas, antigo Governo Civil, em direcção à Cúria Diocesana – Largo de S. Domingos
21h00 – Desfile de Grupos de Bombos e Cabeçudos – Avenida dos Combatentes da Grande Guerra
22h00 – Concertos Musicais
22h00 – Espectáculo musical – com “Sons do Minho” – Praça da Liberdade
00h00 – Fogo-de-artifício – Jardim Marginal
Arraial de Dj ́s – Junto ao Castelo Santiago da Barra

Dia 17

08h30 – Alvorada – Praça da República
09h30 – Concertos Musicais
10h00 – Remo no estuário do Rio Lima
12h00 – Revista de “Gigantones e Cabeçudos” – Praça da República
14h00 – Concertos Musicais
16h00 – Cortejo Histórico Etnográfico, com formação na Alameda 5 de Outubro terminando junto à Rotunda do Pescador, na Alameda Campo d’Agonia
21h00 – Desfile “Vamos para o Festival” – Av. dos Combatentes da Grande Guerra
21h30 – Concertos Musicais
22h00 – Festival Folclórico – Palcos da Praça da Liberdade e anfiteatro do Jardim da Marina
00h00 – Fogo-de-artifício, designado por Fogo do Meio ou da Santa – Campo d’Agonia
Arraial de Dj ́s – Junto ao Castelo Santiago da Barra

Dia 18

08h30 – Alvorada – Praça da República
09h30 – Circuito do Feirão – Em vários locais da cidade
09h30 – Concertos Musicais
12h00 – Revista de “Gigantones e Cabeçudos” – Praça da República
14h00 – Concertos Musicais
16h00 – Procissão Solene em honra de Nossa Senhora d’Agonia pelas ruas da cidade
21h00 – Desfile de Grupos de Bombos e Cabeçudos – Av. dos Combatentes da Grande Guerra
21h30 – Concertos Musicais
22h00 – Praça da Música – Música Popular
22h00 – Festa do Traje – Centro Cultural de Viana do Castelo
00h00 – Serenata – Rio Lima
Arraial de Dj ́s – Junto ao Castelo Santiago da Barra

Dia 19

08h30 – Alvorada – Praça da República
09h30 – Concertos Musicais
12h00 – Revista de “Gigantones e Cabeçudos” – Praça da República
14h30 – Concertos Musicais
15h00 – Festival de Concertinas | Cantares ao Desafio – Praça da Liberdade
21h00 – Desfile “Vamos para o Festival” – Av. dos Combatentes da Grande Guerra
21h30 – Concertos Musicais
22h00 – Festival Folclórico – Palcos da Praça da Liberdade e anfiteatro do Jardim da Marina
22h – Tapetes Floridos – Início da confecção dos “Tapetes Floridos” nas ruas da Ribeira
Arraial de Dj ́s – Junto ao Castelo Santiago da Barra

Dia 20 – Dia de Nossa Senhora D’Agonia

08h30 – Alvorada – Praça da República
09h00 – Tapete floridos – Visita às ruas da Ribeira para admirar os “Tapetes Floridos”, cuidadosamente feitos durante a noite
09h30 – Concertos Musicais
09h30 – Circuito do Feirão – Vários locais da cidade
12h00 – Revista de “Gigantones e Cabeçudos” – Praça da República
14h30 – Concertos Musicais
14h30 – Procissão ao Mar – Solene Concelebração Eucarística no Santuário de Nossa Senhora d’Agonia, seguida de Procissão ao Mar
21h00 – Desfile de Grupos de Bombos e Cabeçudos – Av. dos Combatentes da Grande Guerra
21h30 – Concertos Musicais
22h00 – Espectáculo musical com “Augusto Canário e Amigos” – Campo d’Agonia
00h00 – Fogo-de-artifício – Campo d’Agonia
Arraial de Dj ́s – Junto ao Castelo Santiago da Barra
Fonte

Festival CIOFF® Culturas Mediterrânicas em Lisboa

O Festival, que se assume como uma mostra cultural das tradições, usos e costumes dos países do mediterrâneo e de influência mediterrânica, decorre de 12 a 16 de Setembro em Lisboa, no Parque de Jogos 1º de Maio.

O Festival CIOFF® Culturas Mediterrânicas é uma iniciativa do CIOFF® Portugal em parceria estratégica com a Fundação INATEL.

O CIOFF® é a entidade mundial que regula os festivais internacional de Folclore no Mundo. Em Portugal tem 52 associados e é presidido pela Fundação Inatel. O CIOFF® Portugal candidatou-se a organizar, no nosso País, um Festival de Culturas Mediterrânicas, candidatura aceite pela organização.

Os destaques da programação anunciada em conferência de imprensa, no passado mês de Maio, vão para atuação de Rabih Abou-Khalil e do fadista português Ricardo Ribeiro, que abrem o festival no dia 12 de Setembro; no dia 13 é tempo de dar as boas vindas aos enérgicos Folk n’ Roll, da Grécia, que vêm animar o público com uma explosiva fusão entre a sonoridade dos balcãs, ska e reaggae; Diretamente da Macedónia chegam os Fanfarra Luboyna – nome maior da nova música tradicional macedónica – para uma atuação no dia 14. No dia 15, um dia antes do fecho do festival, uma das mais belas e representativas vozes da nova geração de fadistas nacionais, Joana Amendoeira, fecha a noite e o ciclo de apresentações de espetáculos de músicas do mundo. Os concertos têm lugar a partir das 21h. O festival continua no dia 16 de Setembro, com uma grande apresentação dos grupos tradicionais e de folclore dos países convidados.

No âmbito do Festival CIOFF® Culturas Mediterrânicas decorre, em paralelo, a Conferência Internacional “Mediterrâneo: Território dos 5 Sentidos”, organizada pelo CRIA – Centro em Rede de Investigação e Antropologia do ISCTE, pela FCT (Fundação para a Ciência e Tecnologia) com o apoio da Associação Turismo de Lisboa – a realizar nos dias 12 e 13 de Setembro no ISCTE. A conferência pretende-se um espaço de encontro de especialistas e personalidades da cultura, para debate sobre o presente e o futuro no mediterrâneo e da cultura como promotor da Paz.

 

Sobre a Conferência

Espaço de encontro de especialistas e personalidades da cultura, para debate sobre o presente e o futuro no mediterrâneo. A cultura como promotor da Paz. Uma Conferência Internacional sobre a temática das culturas mediterrânicas será realizada nos dias 12 e 13 de setembro de 2018, marcando a abertura solene do Festival CIOFF® de Culturas Mediterrânicas.

Esta iniciativa será apoiada pelo Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA) e pelo ISCTE-IUL, que a acolhe.

O mote para esta conferência será o de pensar e reflectir sobre várias temáticas, enquadradas por diferentes áreas de estudos, com o Mediterrâneo como pano de fundo, mas sobretudo norteada pelos cinco sentidos – visão, tacto, audição, olfacto e paladar. Para além das cinco conferências enquadradas pelos cinco sentidos, terá igualmente lugar uma conferência final onde se debaterão questões contemporâneas ligadas ao Mediterrâneo, quer enquanto área geográfica quer enquanto área de estudos, contando com oradores nacionais e internacionais.

Desta conferência resultará ainda a edição de um livro de atas, cujos exemplares editados serão oferecidos pelo CIOFF® Portugal a várias organizações e instituições de âmbito cultural reconhecido, bem como de ensino em Antropologia, Etnomusicologia e Sociologia e também a todos os países com representação no CIOFF®.

 

Horários e atividades

Nos dias 12 e 13 o recinto do festival está aberto das 15h às 23h, no dia 14 das 15h às 24, no dia 15 das 10h às 24h e no dia 16 das 10h às 22h. As atividades não se ficam pelos concertos: durante o dia há oficinas diversas, ciclos de cinema, espetáculos de folclore nacional e internacional, animações de rua, gastronomia, artesanato, exposições, uma zona de restauração e espaço criança com atividades para os mais novos. A entrada no recinto e todas as atividades são gratuitas.

Francisco Madelino, Presidente do CIOFF® Portugal, realça os seguintes aspetos deste evento e o porquê do empenho na sua organização:

– A afirmação da riqueza etnográfica do nosso País, quer nos seus conteúdos, quer na qualidade do trabalho dos nossos Festivais CIOFF® e dos grupos etnográficos nacionais associados, tendo estes feito uma adaptação impressionante, nos últimos anos, na investigação e no rigor do que representam.

– A promoção do diálogo intercultural entre os Povos, sobretudo numa região como Mediterrâneo, que tem sido um espaço milenar de misturas culturais, que nos enriqueceram e fazem, e, sobretudo, que deram à Europa contributos civilizacionais importantes.

– Promover espaços de partilha e usufruto, na Cidade de Lisboa e no País, entre gerações. Os países são feitos de raízes culturais ancestrais, mas que se renovam permanentemente, em processos intergeracionais, em que o antigo se renova, numa cadeia de união intemporal.

 

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Informações mais detalhadas sobre a iniciativa:

Festival

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Países e Grupos participantes

Conferência Internacional

Exposições

Ciclo de Cinema Olhares do Mediterrâneo

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