III Encontro de Cantares Natalícios em Condeixa-a-Nova

No próximo dia 15 de Dezembro de 2019, pelas 15h30, vai realizar-se, na Igreja de Condeixa-a-Nova, o III Encontro de Cantares Natalícios em Condeixa-a-Nova, com a participação dos seguintes Grupos de Folclore:

Rancho Folclórico e Etnográfico de Eira Pedrinha – Condeixa-a-Nova

O Rancho Folclórico e Etnográfico de Eira Pedrinha, inserido na região etno-folclórica do Baixo Mondego, foi fundado em 1983, como resposta à necessidade de preservar a história, os usos e os costumes da aldeia de Eira Pedrinha. Da necessidade de preservar toda a história, cultura, usos e costumes da terra surge em 1983 a ideia de formar um Rancho Folclórico que em 2003 adquire a actual denominação: Rancho Folclórico e Etnográfico de Eira Pedrinha.

Ao longo dos anos de existência, o grupo tem vindo a desenvolver a sua actividade no sentido de salvaguardar, divulgar e reproduzir o mais fielmente possível as vivências, o trajar, as danças e os cantares das gentes da região de Condeixa e da Serra de Sicó, entre o final do séc. XIX e o início do séc. XX.

A vida, muito simples e essencialmente ligada às actividades agrícolas e religiosas, é reflectida nos trajes apresentados. São essencialmente trajes de trabalho no campo, alguns de vendedeiras, outros de romaria e de domingo, e ainda os noivos e lavradores mais abastados, sem esquecer as crianças. Ler+

Rancho Regional de São Salvador da Folgosa – Maia

O Rancho Regional de S. Salvador de Folgosa – Maia, nasceu por ocasião da angariação de fundos para as obras de remodelação da Igreja Paroquial, em finais da década de cinquenta, tendo desde logo procurado afirmar-se no panorama folclórico nacional e regional.

A partir desta altura, o Rancho tem vindo a aperfeiçoar a sua actividade de reprodução de trajes, danças e cantares dos tempos remotos nas terras da Maia, através de pesquisas e recolhas que garantem a autenticidade do que pretende representar.

Em termos de folclore, representa a zona do chamado Vale do Coronado, no leste maiato. E dentro destes limites que se propõe recolher e depois reproduzir o mais fidedignamente possível as vivências quotidianas e festivas dos nossos antepassados. Ler+

Rancho Folclórico da Redinha – Pombal

Em 1963, era fundado na redinha, o Rancho Folclórico “ As Moleirinhas”, hoje designado por Rancho Folclórico de Redinha, fazendo lembrar os costumes e tradições dos seus antepassados.

Tendo a região, desde recuados tempos, profundas raízes folclóricas, é possível que para isso tenha contribuído a Romaria a Nossa Senhora de Estrela. Desde sempre, ali aflui um grande número de pessoas pagando promessas, cantando e dançando ao toque de vários harmónios e concertinas, que nunca faltam para animar esta tradição.

O rancho tem participado em grandes festivais de folclore de norte a sul do país bem como, no estrangeiro, nomeadamente em Espanha e França.

É membro efetivo da federação do Folclore Português e também da associação Folclórica da Região de Leiria – Alta Estremadura. Ler+ 

 

Encontro de Cantares Natalícios – Santo António dos Olivais

Vai realizar-se na Igreja de Santo António dos Olivais – Coimbra, no próximo dia 1 de Dezembro, com início às 16h00, um Encontro de Cantares Natalícios, uma iniciativa organizada pelo Grupo Folclórico da Casa do Pessoal da Universidade de Coimbra.

Vão participar os seguintes Grupos

Grupo Folclórico da Casa do Pessoal da Universidade de Coimbra

O G.F.C.P.U.C. foi fundado em 1985, como o mais importante elemento da Secção Cultural da Casa do Pessoal da Universidade de Coimbra, dedicando-se à recolha, estudo e divulgação das tradições populares de Coimbra e arrabaldes, apresentando danças, cantares e trajos na sua maioria dos sécs. XVIII e XIX.

O Grupo trouxe de novo à cidade tradições da sua memória colectiva que estavam completamente esquecidas ou, no mínimo, esbatidas nessa memória, como “Os Cantares das Janeiras e dos Reis“, “A Feira dos Lázaros“, “A Apanha da Espiga“, “A Romaria do Espírito Santo“, “As Fogueira de S. João” e “As Serenatas Futricas“. Algumas destas reposições foram feitas após longas décadas de interregno e, até por isso, têm sido alvo de sucessivas coberturas televisivas. Ler+

Grupo de Danças e Cantares Regionais da Feira – Santa Maria da Feira

Este Grupo foi fundado por volta dos anos 80, na última residência dos Condes de Fijô, palácio existente no Burgo, da então ainda Vila da Feira. Nasceu no seio duma coletividade, onde permaneceu durante 20 anos, e mesmo com as dificuldades que enfrentou, conseguiu implantar-se, como um Grupo digno das funções para que foi criado, de que muito se preza. (…)

Fez trabalho importante de investigação e recolha de trajos, de danças e cantares, de usos e costumes dos antepassados, editou um livro sobre a cultura do linho na região intitulado de “O linho e suas tradições em Terras de Santa Maria”, contribuiu com as suas pesquisas para o lançamento duma colecção de postais de trajos, recolheu importante espólio de material etnográfico que hoje faz parte do Museu dos Lóios em Santa Maria da Feira, editou um livro sobre memórias fotográficas do grupo, editou dois livros da autoria do seu presidente intitulado “Falando sobre Tradições” e um sobre “Usos e Costumes em vias de extinção em Terras de Santa Maria”. Ler+

Grupo Folclórico e Etnográfico de Eira Pedrinha – Condeixa-a-Nova

O Rancho Folclórico e Etnográfico de Eira Pedrinha, inserido na região etno-folclórica do Baixo Mondego, foi fundado em 1983, como resposta à necessidade de preservar a história, os usos e os costumes da aldeia de Eira Pedrinha. Da necessidade de preservar toda a história, cultura, usos e costumes da terra surge em 1983 a ideia de formar um Rancho Folclórico que em 2003 adquire a actual denominação: Rancho Folclórico e Etnográfico de Eira Pedrinha.

Ao longo dos anos de existência, o grupo tem vindo a desenvolver a sua actividade no sentido de salvaguardar, divulgar e reproduzir o mais fielmente possível as vivências, o trajar, as danças e os cantares das gentes da região de Condeixa e da Serra de Sicó, entre o final do séc. XIX e o início do séc. XX.

A vida, muito simples e essencialmente ligada às actividades agrícolas e religiosas, é reflectida nos trajes apresentados. São essencialmente trajes de trabalho no campo, alguns de vendedeiras, outros de romaria e de domingo, e ainda os noivos e lavradores mais abastados, sem esquecer as crianças. Ler+

Encontro de Cantares ao Menino em Marrazes

No próximo dia 14 de Dezembro de 2019, a partir das 21h30, vai realizar-se, na Igreja de Pinheiros – Marrazes – Leiria, um Encontro de Cantares ao Menino, com a participação dos seguintes Grupos:

Rancho da Região de Leiria

O Rancho da Região de Leiria foi fundado em 19 de Março de 1963, pela então Comissão Regional de Turismo de Leiria.

As suas danças e cantares são a viva interpretação da etnografia recolhida em toda a região, e os seus trajes, genuínos ou cópias, representam com fidelidade os usos e tradições da Alta Estremadura.

Assim, as mulheres usam chapéuzinho de veludo preto com penas coloridas, lenços na cabeça, (muito raramente se apresentam em cabelo), blusas de cores variadas, predominando os tons escuros, sendo algumas arrendadas. Saias de vários tecidos, qualidades e matizes, que lhe dão um aspecto harmonioso e garrido, predominando a estamenha, a chita e o algodão.

Algumas usam nas pernas canos de lã branca e outras meias de cor, sendo umas calçadas com sapato de atanado e outras com tamancos, com forme os costumes das terras que representam.

Atendendo a antigas tradições as mulheres tem ainda como ornamentos, aventais bordados de renda e entremeios, a saca de mão de amorosos retalhos e por vezes bordados, algibeiras de cintura muito vistosas, usando, algumas, xaile, capa de ombros ou saia de cobrir, também chamada saia de costas.

Quanto aos homens, usam, quase todos, barrete preto de borla da mesma cor, uns com camisa de entremeios e peitilhos, com colete e jaleca, cinta preta de cetim ou lã, calças justas à boca-de-sino, preta ou castanha, bota de atacar e de atanado. Como ornamentos, os homens apresentam-se de alforge, cajado, cabaça, ainda o chapéu de aba larga e tamancos.

Da tocata e coro, fazem parte figuras representativas dos mais variados escalões sociais. Do pescador e peixeira da Vieira, à moleira, à vendedora de tremoços, passando pelos trajes domingueiros ou de trabalho, viúvos e serranos, até aos noivos, podemo-nos deliciar, pela riqueza da variedade do trajar do povo de então. Ler +

Rancho Etnográfico Santa Maria de Touguinha – Vila do Conde

O Rancho Etnográfico Santa Maria de Touguinha foi fundado em 1 de Maio 2010 na freguesia de Touguinha, situada na margem direita do Rio Ave pertencente ao concelho de Vila do Conde.

Este grupo foi criado com intuito de preservar, divulgar e promover os valores patrimoniais da comunidade em que se insere, nas tradições, nas manifestações culturais da população através das suas canções, danças e etnografia, reflectindo e diferenciando as várias classes sociais de outrora, bem como as actividades no qual predominava a agricultura.

As danças características são os Viras, Chulas e Malhões. Fonte

Sobre Marrazes – Leiria

Marrazes foi uma freguesia urbana da cidade de Leiria, com 19,13 km² de área e 22 528 habitantes. Densidade: 1 177,6 hab/km².

Foi sede de uma freguesia extinta em 2013, no âmbito de uma reforma administrativa nacional, para, em conjunto com Barosa formar uma nova freguesia denominada União das Freguesias de Marrazes e Barosa, da qual é a sede. Ler + 

 

10º Encontro de Cantares Natalícios | Torres do Mondego

No próximo dia 7 de dezembro, sábado, a partir das 17h, na Igreja Matriz de Torres do Mondego, vai realizar-se o 10º Encontro de Cantares Natalícios.

Esta iniciativa é promovida pelo Grupo Folclórico e Etnográfico Cova do Ouro e Serra da Rocha, e nela vão participar:

Grupo Folclórico e Etnográfico Cova do Ouro e Serra da Rocha | Coimbra | Beira Litoral – Gândara, Bairrada e Mondego

Este Grupo de Folclore, fundado em Novembro de 1990, pretende “Repor a verdade, em toda a vertente folclórica, mostrando com o rigor possível, às actuais gerações, o modo como viviam os seus antepassados.”

Rancho Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares da Mugideira | Torres Vedras | Estremadura Centro – Saloia

Rancho Folclórico da Santa Casa da Misericórdia de Soure | Soure | Beira Litoral – Gândara, Bairrada e Mondego

Foi fundado em 15 de Maio de 1995 por um conjunto de pessoas ligadas à Santa Casa da Misericórdia com o objectivo de preservar os usos e costumes do povo da nossa terra no passado, procurando retratar o seu modo de ser e de estar, numa terra essencialmente agrícola, em zona de transição entre a Serra, onde predomina a cultura do olival, a pastorícia e o mel, e a Planície com as culturas do milho e do arroz.

A partir de pesquisas e recolhas etnográficas efectuadas foi possível recriar vários trajes de trabalho como o de ceifeira, cavador, homem e mulher na eira, lavadeira, moleiros, resineiro, com os correspondentes utensílios. Encontramos em paralelo com estes, outros mais domingueiros, de noivos, de romaria e de ir à missa ou ainda de ir à feira.

O reportório é composto por viras, valsejados e essencialmente danças de roda.

A tocata é composta por acordeão, viola, bandolim, cavaquinho, reco-reco, bombo e ferrinhos. Fonte

 

 

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