Encontro de Cantares ao Menino em Loures

No próximo dia 15 de Dezembro de 2019, a partir das 15h, vai realizar-se, na Igreja Matriz de Loures, um Encontro de Cantares ao Menino, com a participação dos seguintes Grupos

Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho

Disse um dia o escritor transmontano Miguel Torga, “…no Minho tudo é verde, o caldo é verde, o vinho é verde…” – não podiam, pois, os minhotos que vivem na região de Lisboa, deixar de tomar para si a identificação cromática que caracteriza a sua região.

Respondendo ao chamamento da terra que os viu nascer, os minhotos que vivem nos arredores de Lisboa, particularmente no concelho de Loures, decidiram criar um grupo folclórico que os ajuda a manter a sua ligação afetiva às origens.

Assim nasceu em 1994 o “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho”, anunciado como seu propósito a preservação, salvaguarda e divulgação das suas raízes culturais. Ler+

Rancho Tradicional de Cinfães

Foi fundado em Dezembro de 2005, por um grupo de pessoas ligadas ao folclore há vários anos. É composto por cerca de meia centena de elementos, distribuídos pela tocata, cantoria e dança. Está sedeado em Lisboa.

Com o seu trabalho pretende:

– Integrar e enraizar os cinfanenses que, à procura de melhores condições de vida, abandonaram a sua terra natal e fizeram de Lisboa a sua “segunda terra”.

– Preservar e divulgar a cultura popular do concelho de Cinfães, através dos trajes, dos cantares, das danças e das representações etno-folclóricas. Ler+

Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho 

“O Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho foi fundado a 12 de Novembro de 1987 e está sediado na Associação de Moradores do Alto do Moinho – Amadora.

Este Grupo representa o Douro Litoral e é composto por cerca de 50 elementos, com idades compreendidas entre os 5 e os 80 anos com gente oriunda de norte a sul do país.   Ler+

Encontro de Cantares ao Menino em Penamacor

No próximo dia 14 de Dezembro de 2019, com início às 17h00, vai realizar-se, no Convento de Santo António – Penamacor, mais um Encontro de Cantares ao Menino.

Neste Encontro vão participar os seguintes Grupos:

Modas Antigas – Grupo de Recolhas Tradicionais da Beira Baixa

Grupo de Cavaquinhos da Salatina

Adufeiras da Casa do Povo de Paul

O grupo é formado por elementos do sexo feminino, com idades compreendidas entre os quatro anos e sessenta anos que, devidamente trajadas, interpretam e representam com toda a alma, algum saber do nosso povo, da nossa identidade cultural. Sabe o que é um Adufe?

Grupo Folclórico e Etnográfico da Cova do Ouro e Serra da Rocha

Este Grupo de Folclore, fundado em Novembro de 1990, pretende “Repor a verdade, em toda a vertente folclórica, mostrando com o rigor possível, às actuais gerações, o modo como viviam os seus antepassados.”

Sobre Penamacor e a sua gastronomia tradicional

Penamacor é um concelho da Beira Baixa, pertencente ao Distrito de Castelo Branco. É limitado a Norte pelo concelho do Sabugal, a Sul pelo concelho de Idanha-a-Nova, a Oeste pelo do Fundão e a Leste pela Estremadura espanhola.

As distâncias da sede do concelho aos centros urbanos de maior dimensão, são de 48 quilómetros para a Covilhã, 50 para Castelo Branco e 66 para a Guarda. (…)

Os comeres tradicionais de Penamacor andam naturalmente associados “ao que a terra dá”, isto é, aos produtos locais.

As sopas à base de batata, couve, feijão e grão-de-bico pautavam a alimentação quotidiana, intercalada da conserva de salmoura do porco criado na pocilga, bem como dos enchidos, uma e outros rigorosamente doseados para durarem o ano inteiro.

As carnes frescas, de aves, cabra ou cabrito, ovelha ou borrego, mais raramente de vaca, assadas no forno a lenha, estufadas ou guisadas em panelas de ferro, ao lume, eram habitualmente reservadas para algum acontecimento extraordinário ou para as épocas festivas. Isto, é claro, para a maioria do povo.

Pela matança do porco, conforme as localidades, apresentavam-se os arrozes de carnes ensanguentadas (o arroz da espinhela, suã ou cevã), nacos de soventre cozido, assados da fressura e, pela desmancha (ou desmanchação), as febras assadas ou guisadas.

O queijo, azeitonas de conserva, o toucinho, os enchidos, mais raramente o presunto, serviam para acompanhar o pão, tradicionalmente cozido nos fornos comunitários.

Os doces giravam essencialmente à volta do leite, o ingrediente mais à mão, com o qual se faziam os bolos de leite, o arroz-doce, as papas-de-milho. Ler+

Encontro de Cantares ao Menino em Marrazes

No próximo dia 14 de Dezembro de 2019, a partir das 21h30, vai realizar-se, na Igreja de Pinheiros – Marrazes – Leiria, um Encontro de Cantares ao Menino, com a participação dos seguintes Grupos:

Rancho da Região de Leiria

O Rancho da Região de Leiria foi fundado em 19 de Março de 1963, pela então Comissão Regional de Turismo de Leiria.

As suas danças e cantares são a viva interpretação da etnografia recolhida em toda a região, e os seus trajes, genuínos ou cópias, representam com fidelidade os usos e tradições da Alta Estremadura.

Assim, as mulheres usam chapéuzinho de veludo preto com penas coloridas, lenços na cabeça, (muito raramente se apresentam em cabelo), blusas de cores variadas, predominando os tons escuros, sendo algumas arrendadas. Saias de vários tecidos, qualidades e matizes, que lhe dão um aspecto harmonioso e garrido, predominando a estamenha, a chita e o algodão.

Algumas usam nas pernas canos de lã branca e outras meias de cor, sendo umas calçadas com sapato de atanado e outras com tamancos, com forme os costumes das terras que representam.

Atendendo a antigas tradições as mulheres tem ainda como ornamentos, aventais bordados de renda e entremeios, a saca de mão de amorosos retalhos e por vezes bordados, algibeiras de cintura muito vistosas, usando, algumas, xaile, capa de ombros ou saia de cobrir, também chamada saia de costas.

Quanto aos homens, usam, quase todos, barrete preto de borla da mesma cor, uns com camisa de entremeios e peitilhos, com colete e jaleca, cinta preta de cetim ou lã, calças justas à boca-de-sino, preta ou castanha, bota de atacar e de atanado. Como ornamentos, os homens apresentam-se de alforge, cajado, cabaça, ainda o chapéu de aba larga e tamancos.

Da tocata e coro, fazem parte figuras representativas dos mais variados escalões sociais. Do pescador e peixeira da Vieira, à moleira, à vendedora de tremoços, passando pelos trajes domingueiros ou de trabalho, viúvos e serranos, até aos noivos, podemo-nos deliciar, pela riqueza da variedade do trajar do povo de então. Ler +

Rancho Etnográfico Santa Maria de Touguinha – Vila do Conde

O Rancho Etnográfico Santa Maria de Touguinha foi fundado em 1 de Maio 2010 na freguesia de Touguinha, situada na margem direita do Rio Ave pertencente ao concelho de Vila do Conde.

Este grupo foi criado com intuito de preservar, divulgar e promover os valores patrimoniais da comunidade em que se insere, nas tradições, nas manifestações culturais da população através das suas canções, danças e etnografia, reflectindo e diferenciando as várias classes sociais de outrora, bem como as actividades no qual predominava a agricultura.

As danças características são os Viras, Chulas e Malhões. Fonte

Sobre Marrazes – Leiria

Marrazes foi uma freguesia urbana da cidade de Leiria, com 19,13 km² de área e 22 528 habitantes. Densidade: 1 177,6 hab/km².

Foi sede de uma freguesia extinta em 2013, no âmbito de uma reforma administrativa nacional, para, em conjunto com Barosa formar uma nova freguesia denominada União das Freguesias de Marrazes e Barosa, da qual é a sede. Ler + 

 

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