O CIOFF não promove FOLCLORE | Do alto da guarita

“Saber tradicional do povo”!

Primeiro para se referir às tradições, costumes e superstições das classes populares, posteriormente para designar toda a cultura nascida principalmente nessas classes, já em 1878 o folclore era reconhecido internacionalmente como “saber tradicional do povo”.

E eram estas as diretrizes que todos os países deviam respeitar, se de folclore queriam tratar – o “saber tradicional do ” seu povo” – do que naturalmente resultariam as naturais diferenças, mas nada do que por aí aparece, e as nossas gentes entendem como “o folclore deles”

Diga-se, entretanto, que reconheço os bons espetáculos que, de uma maneira geral, esses grupos fazem. Mas “cada macaco no seu galho”, como hoje se diz, ou “os bois tratam-se pelos nomes”, como se dizia no tempo do meu avô.

E aconselho que leiam com olhos de ver os respetivos regulamentos.

Acontecendo ainda que o Folclore não é determinado por qualquer legislação ou por votos na Assembleia da República, mas pela leitura correcta dos caminhos da cultura.

Entretanto, e referente ao CIOFF, tenho na minha frente a “Definição de programas tradicionais no palco”, que começa por referir que o património cultural imaterial deve ser considerado como um processo “progressivo” do qual as principais características são actividades criativas baseadas na tradição.

Deste ponto em diante, para definir programas apresentados por conjuntos de expressão, é necessário especificar ao mesmo tempo conteúdos e estilo de expressão.

Ora bem, estarei a perceber mal – pelo menos é o que está escrito – ou os grupos de folclore como os entendemos não têm ali lugar?

Convenção da Salvaguarda do Património Cultural

Até porque, continuando, é-nos dito que “de acordo com a definição da Convenção da Salvaguarda do Intangível Património Cultural da UNESCO”, um programa será considerado como representando cultura se o seu conteúdo provém ou é inspirado pelo património cultural imaterial, nomeadamente se:

– transmitido de geração em geração;

– constantemente recriado por comunidades e grupos em resposta ao seu ambiente, sua interacção com a natureza e a sua história;

– identidade e continuidade;

– promove o respeito pela diversidade cultural e criatividade humana.

Ora, para servir a causa da cultura tradicional, os conjuntos escolhem um estilo e uma maneira de expressão.

Tipologia de programas segundo o CIOFF

Temos assim que, de acordo com a sua actividade principal, que é organização de “festivais de cultura tradicional”, o CIOFF deseja definir os estilos de expressão através da música, da música e dança como explicado abaixo:

1.- Um programa será considerado como “representando uma expressão autêntica”:

– se o conteúdo for regional,

– se os trajes são autênticos ou reconstituídos fielmente,

– ou se a música e a dança são apresentadas sem arranjo.

2.- Um produto será considerado como “representando expressando expressão elaborada”:

– se o conteúdo abrange várias regiões,

– se os elementos dos trajes são adaptado,

– ou, se a música é harmonizada e os elementos da dança modificados,

– ainda se a criação de novas danças usa elementos tradicionais e autênticos.

3.- Um programa será considerado como “representando uma expressão estilizada”:

– se o conteúdo se inspira na cultura tradicional do seu país,

– se as roupas forem recriadas para as necessidades do palco,

–  ou se a música e os elementos da dança forem adaptados e recriados para atender às necessidades de uma transposição cénica moderna,

– se a criação de novas danças e músicas usa elementos tradicionais para representar ideias criativas do coreógrafo e do músico.”;

Digam-me, como é que o folclore se pode enquadrar num “processo progressivo”, em “actividades criativas”, em “expressões elaboradas” ou “estilizadas”?

Diferenças

Digamos, entretanto, estar perante três géneros de património:

1.- O FOLCLORECultura Tradicional – que assenta no autêntico, no tradicional e no identitário;

2.- O PCI – regulado pela CONVENÇÃO da UNESCO de 2003 – o inverso: que assenta no constantemente alterado e na criatividade,

3.- O CIOFF, um Parceiro Oficial da UNESCO, acreditado pelo Comitê ICH da UNESCO – também aqui o imaterial está conforme a Convenção da UNESCO, a sua função principal é a organização de festivais, nos quais os grupos participantes podem ser “autêntico”, “elaborado” e “estilizado”.

Mas, atenção, tendo em vista a “tradição do contemporâneo”, pelo que ali o autêntico refere-se ao presente e não ao passado.

Conclusão: Apenas o Folclore é isso mesmo (Folclore) tem a ver com a nossa “identidade cultural.”

Nota final: Entenda-se este texto como a “minha opinião, “sendo bem-vindo o contraditório desde que devidamente fundamentado.

Lino Mendes

O Grupo Etnográfico de Areosa recebeu menção honrosa

 

O Grupo Etnográfico de Areosa (GEA), Viana do Castelo, Portugal, recebeu Menção Honrosa no 20º Büyükçekmece International Culture and Art Festival, em Büyükçekmece, Istambul, Turquia. Esta distinção foi-lhe atribuída por um júri constituído por 11 membros, oriundos de 4 continentes.

A presente edição do Festival foi a mais grandiosa de sempre, tendo sido convidados grupos de 28 nacionalidades, muitos dos quais são academias nacionais/profissionais de dança. A assistir aos espetáculos, para além dos milhares presentes no grande auditório, estiveram também os que acompanhavam o festival através de enormes écrans nos jardins adjacentes.

Este foi considerado o melhor festival de folclore do mundo, por sete vezes consecutivas, pelo CIOFF (Conselho Internacional de Organização de Festivais de Folclore) e pelo FIDAF (Federação Internacional de Festivais de Dança).

Em 2019, o Festival incluiu um vasto programa cultural onde participaram embaixadas de 71 nacionalidades, incluindo fotógrafos e escultores, cujas obras permanecem distribuídas pela cidade em variadas exposições, mas também artesãos, cantores, e músicos e bailarinos de renome internacional.

Os membros do GEA integraram várias visitas culturais aos locais de maior valor histórico de Istambul e de Büyükçekmece, e assistiram a concertos de excecionais artistas locais. Do programa também constou um passeio turístico no Bósforo com paragem na parte asiática de Istambul e visitas às exposições organizadas no âmbito do Festival. Houve ainda tempo para as noites interculturais, onde se degustaram especialidades e se aprenderam as danças tradicionais dos países participantes e da própria Turquia.

Recorda-se que o Grupo Etnográfico de Areosa foi fundado em 1966 e, desde essa data, tem participado em alguns dos mais prestigiados festivais de folclore do mundo, tendo já arrecadado vários prémios. (Ver mais informações abaixo)

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Reportagem fotográfica

 

Mais informações sobre o Grupo Etnográfico de Areosa

“O Grupo Etnográfico de Areosa (GEA) foi fundado no ano de 1966. É uma associação cultural que preserva e divulga as tradições, usos e costumes do povo da região de Viana, através de um numeroso grupo de jovens que encontra no folclore a expressão actual da forma de viver e sentir das gerações passadas, a força de comunicar os testemunhos de identidade regional, a alegria da fraternidade e solidariedade universais.

Quatro décadas de intensa actividade no campo da investigação etnográfica, na animação cultural, na exibição da policromia dos trajes “à Vianesa” e das danças e cantares do povo deste Minho sempre em festa, garantem o ânimo para prosseguir um trabalho de união dos povos e das suas culturas.

O grupo tem sido embaixador da cultura portuguesa em países como Espanha, França, Bélgica, Luxemburgo, Alemanha, Polónia, Hungria, Itália, Brasil e Venezuela. O grupo serviu de inspiração e modelo para a criação de diversos grupos/ranchos pelo mundo fora em países como o Brasil, França, Venezuela e Estados Unidos da América.

É uma Instituição de Utilidade Pública, com sede própria e património avultado.” Fonte (texto adaptado)

Gala da Associação CIOFF Portugal – 11 de maio de 2019

 

Vai realizar-se, no próximo dia 11 de Maio, com início às 21h30, na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa, a Gala da Associação CIOFF Portugal (Espetáculo de etnografia e folclore) na qual irão participar representações dos festivais internacionais de folclore que se realizam no nosso país, sob a égide do CIOFF. Trata-se de um espetáculo produzido pela Associação CIOFF Portugal que conta com a colaboração da Fundação INATEL e da Federação do Folclore Português.

Nesta iniciativa, de acesso livre, irão atuar Grupos e Ranchos de Folclore em representação dos seguintes Festivais: Folk Monção, Festarte (Leça da Palmeira – Matosinhos), Folk Cinfães – Ares e Danças do Mundo, Festival de Folclore Internacional do Alto Minho (Viana do Castelo), Folk Cantanhede, Festival Celestino Graça – A Festa das Artes e das Tradições Populares do Mundo (Santarém), Festival Internacional de Folclore do Rio (Barcelinhos), Festimaiorca (Maiorca – Figueira da Foz) e FolkFaro – Folclore Internacional Cidade de Faro [para conhecer melhor estes Festivais CIOFF em Portugal, clique aqui].

A Associação CIOFF© Portugal, atualmente presidida pela Fundação INATEL, tem como principais objetivos estabelecer a cooperação e a solidariedade entre os seus membros, nas atividades de carácter desinteressado que desenvolvem no âmbito da organização e participação em Festivais Internacionais de Folclore, bem como na preservação e divulgação da arte e cultura tradicional portuguesa.

No âmbito das suas competências, nomeadamente a de assegurar a representação de Portugal junto do CIOFF (Conseil International des Organizations de Festivais de Folklore et d’Arts Tradicionelles) e de criar uma rede de Festivais Portugueses e de Grupos associados, a Associação CIOFF Portugal integra atualmente cinquenta membros, entre efetivos, associados e honorários.

 

Criado em 1970, com os objetivos de salvaguarda, promoção e difusão da cultura tradicional e do folclore no mundo, o CIOFF é uma organização internacional cultural não-governamental (ONG) que mantém relações consultivas formais com a UNESCO, tendo sido acreditada em 2012, pelo Comité Intergovernamental, como Consultora para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial. O CIOFF está hoje representado em cento e um países dos cinco continentes, que no seu conjunto promovem mais de trezentos festivais por ano.

 

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Festivais de Folclore CIOFF em Portugal – 2019

«O CIOFF® (Conselho Internacional de Organizações de Festivais de Folclore e Artes Tradicionais) é Parceiro Oficial da UNESCO, acreditado para o Comité de PCI. Criado em 1970, a missão do CIOFF® é salvaguardar, promover e difundir a cultura tradicional e o folclore.

A Associação CIOFF Portugal representa Portugal junto do CIOFF® e os seus membros constituem uma rede de festivais e grupos Portugueses.

Os Festivais CIOFF® promovem o intercâmbio cultural e a Paz entre os Povos. Neles participam grupos nacionais e pelo menos 5 grupos estrangeiros, que apresentam espetáculos de dança e música ao vivo, artesanato, workshops, jogos tradicionais, etc. Em Portugal existem diversos Festivais CIOFF® e Festivais Associados, que envolvem na sua organização mais de 1.000 voluntários anualmente.» Fonte

FOLK Cantanhede – Semana Internacional de Folclore

Festival de Folclore Internacional Alto Minho

Danças do Mundo – Festival Internacional de Folclore nas Terras da Feira

‘FestiMaiorca’ Festival Internacional de Folclore de Maiorca

Festival Internacional de Folclore Rio

FESTARTE – Festival Internacional de Artes e Tradições Populares de Matosinhos

FOLK AZORES – Festival Internacional de Folclore dos Açores

FOLKFARO – Folclore Internacional Cidade de Faro

FOLKMONCAO – Festival Internacional Folclore

Festival Internacional de Folclore ‘Celestino Graça’ – Santarém

6 a 14 de Julho de 2019 | Próximos anos: 04.07 – 12.07.2020 / 03.07 – 11.07.2021

Folk Cantanhede – Semana Internacional de Folclore

Grupo Folclórico Cancioneiro de Cantanhede | Rua Cancioneiro de Cantanhede, 150 | 3060-135 Cantanhede

«O projeto FOLK Cantanhede – Semana Internacional de Folclore foi lançado no ano de 2006 com a perspetiva de proliferar, de forma ativa, a cultura tradicional do mundo. Desde logo visou a certificação do festival pelo CIOFF® – Conselho Internacional de Organizadores de Festivais de Folclore e Artes Tradicionais, organismo não-governamental com assento na UNESCO, na área da salvaguarda do património cultural imaterial, que se veio a concretizar a 11 de Novembro de 2008, no 38º Congresso Mundial do CIOFF®, realizado na cidade de Istambul – Turquia. Na Assembleia-Geral CIOFF® Internacional, que decorreu em Bautzen – Alemanha, nos 21 a 26 de outubro de 2014, o FOLK Cantanhede foi um dos doze festivais internacionais, de todo o mundo, distinguido e galardoado EMBAIXADOR CULTURAL CIOFF®.»

16 a 21 de Julho de 2019 | Próximos anos: 14/07 – 19/07/2013 / 13.07 – 18.07.2021

Festival Internacional de Folclore – Alto Minho

Parque Empresarial da Praia Norte, Lote 18 | 4900-350 Viana do Castelo

O Festival de Folclore Internacional – Alto Minho é um símbolo de compreensão e convívio.

Esta semana, o Festival Internacional de Folclore, sempre a decorrer no início de Setembro, inclui Grand Galas no mais antigo salão da cidade atlântica mais setentrional de Portugal – Viana do Castelo – mas também actuações em várias instituições sociais e culturais, uma iniciativa que mostra a A solidariedade do festival para com aqueles que não podem participar dos eventos noturnos.

O Festival sempre ofereceu um programa ambicioso e diversificado que fortalece a miscigenação cultural, contribuindo simultaneamente para a promoção da cultura tradicional e ajudando a distinguir Viana do Castelo como Capital do Folclore Português.

«Reconhecido pelo CIOFF desde 2006, este festival tem acolhido grupos de diferentes países do mundo e percorrido um caminho de consolidação que tem permitido ganhar credibilidade, colocando Viana do Castelo no percurso dos mais importantes festivais internacionais de Folclore da Europa.

É organizado pela VianaFestas e AGFAM, com o apoio da Câmara Municipal de Viana do Castelo e CIOFF.»

18 a 28 de Julho de 2019 | Próximos anos: 23.07 – 02.08.2020  / 22.07 – 01.08.2021

Danças do Mundo – Festival Internacional de Folclore nas Terras da Feira

Casa da Gaia – CCDR | Rua da Casa da Gaia, 273 | 4505-041 Argoncilhe- Santa Maria da Feira

«O “Danças do Mundo” é um festival promovido pela associação CASA DA GAIA – Centro de Cultura Desporto e Recreio de Argoncilhe. Decorre todos anos na 2ª Quinzena de Julho e tem como anfitrião o Grupo Folclórico das Terras da Feira – Casa da Gaia. Constitui um dos eventos de animação turística mais aguardados no Concelho da Feira. É um evento que envolve cerca de 500 participantes. Habitualmente conta com a participação de 7 grupos estrangeiros e 6 grupos nacionais oriundos de diferentes regiões de Portugal. Tem a duração de 12 dias. Durante este período de tempo um número razoável de voluntários sócios e não sócios trabalham arduamente para que tudo corra bem e para que os grupos visitantes vejam o “Danças do Mundo” como um dos melhores festivais pelos quais já passaram. É considerado um dos maiores festivais da zona norte do País. Percorre cerca de 12 freguesias das 31 que constituem o concelho de Santa Maria da Feira e um número razoável de concelhos vizinhos. É visto anualmente por cerca de 50.000 pessoas.

A sua programação é composta por diversas galas como é exemplo a gala de abertura, a gala nacional e a gala internacional, além das pequenas galas que são realizadas pelo concelho de Santa Maria da Feira e concelhos limítrofes. São também realizados ao longo deste período, diversos workshops de dança, jogos tradicionais, festas temáticas e visitas turísticas.

O “Danças do Mundo” é uma mistura de culturas onde predomina a amizade, a alegria e a tradição.»

19 a 24 de Julho de 2019 | Próximos anos: 17.07 – 23.07.2020 / 16.07 – 22.07.2021

‘FestiMaiorca’ Festival Internacional de Folclore de Maiorca

Rua Poeta João de Lemos | 3090-466 Maiorca

A primeira edição do nosso festival foi em 1975, sendo na altura exclusivamente com grupos nacionais portugueses. Em 1982, um grupo da Galiza – Espanha, abriu as portas para o festival internacional que conhecemos hoje.

Em 1991, o Festival Internacional de Folclore de Maiorca ganhou um novo nome: FESTIMAIORCA, e desde 2002 vem ocupar lugar de destaque no calendário do festival internacional de folclore que se realiza em Portugal, sob o símbolo do CIOFF – Conselho Internacional de Organizações. do Festival de Folclore e Artes Folclóricas.

O CIOFF® é uma relação consultiva informal da Organização Não-Governamental com a UNESCO.

Ao longo das várias edições passaram o palco do “Palace Square” (Terreiro do Paço) grupos de vários países de todo o mundo: Espanha, França, Itália, Bélgica, Holanda, Alemanha, Grécia, Turquia, Sérvia, Suécia, Rússia, Geórgia, Ucrânia, Lituânia, Hungria, Roménia, Bulgária, México, Argentina, Israel, Togo, Serra Leoa, Timor, República Checa, Eslováquia e as várias regiões do país, incluindo os Açores e a Madeira.

O programa do festival teve algumas mudanças ao longo dos anos. Inicialmente o festival foi confinado a um único dia. Em 1991, agora tem dois dias de iniciativas, com a introdução da Dança da Amizade (Baile da Amizade). Em 2002 o festival abraça a roupa que hoje conheces: seis dias de iniciativas, desde a festa de boas vindas da Dança da Amizade na noite de sexta-feira, passando para os jogos tradicionais portugueses, a Missa Internacional na Igreja Matriz de Maiorca no domingo, com a participação de grupos internacionais.

19 de Julho a 2 de Agosto de 2019 | Próximos anos: 17.07 – 31.07.2020 / 16.07 – 30.07.2021

Festival Internacional de Folclore Rio

Largo Guilherme Gomes Fernandes | 4755-060 Barcelinhos

«O Festival Internacional de Folclore Rio teve a sua origem em 1980. Apesar de inicialmente não se identificar com os festivais CIOFF hoje existentes, a procura de um momento em que pudesse haver um intercâmbio de culturas, levou o Grupo Folclórico de Barcelinhos a organizar um festival de folclore com a participação de grupos oriundos da vizinha Espanha. Mais tarde, concretamente a partir de 1989, foi-se alargando a outros países, tendo em 2002 recebido o diploma de reconhecimento oficial de festival CIOFF.

Durante a sua existência, o festival acolheu representantes dos cinco continentes, tendo já passado pelo palco principal, junto à margem esquerda do rio Cávado, cerca de 75 grupos estrangeiros e nacionais em representação de mais de 40 países. A sua realização acontece anualmente por volta da última semana de Julho. Durante os cerca de 10 dias do festival, os participantes têm oportunidade de partilhar com o vasto público vários momentos que envolvem, sobretudo, as danças e cantares, a gastronomia e o artesanato.»

26 de Julho a 4 de Agosto de 2019 | Próximos anos: 24.07 – 02.08.2020 / 23.07 – 01.08.2021

Festarte – Festival Internacional de Artes e Tradições Populares de Matosinhos

Rua Óscar da Silva, 146  | Rua Luis José Alves, 425 2º Esq. | 4450-752 Leça da Palmeira / Matosinhos

«É realizado desde 2002 como CIOFF® e teve origem no Festival Internacional de Folclore de Leça da Palmeira, organizado desde 1982 também pelo Rancho Típico da Amorosa. Os grupos estrangeiros participam da feira de artesanato e do festival gastronómico com seus artesãos e cozinheiros.

Há duas formas de conhecer um país: viajar pela sua epiderme, observando apenas aquilo que ela apresenta à superfície ou, então, descobrir e tomar pulso à sua alma. A Alma do seu povo, feita de sons, cores, movimentos, sabores e saberes.

Dos cálidos ambientes mediterrânicos, ao exotismo do oriente, passando pelos tórridos cenários africanos, pelo calor contagiante da América Latina, ou pelas refrescantes paisagens da Europa, o Folclore encontra em Matosinhos um espaço privilegiado de fusão e partilha.

O FESTARTE (Festival de Artes e Tradições Populares) traz a Matosinhos a cor, os sons, o artesanato e a gastronomia dos países do mundo. Com o folclore como espelho da humanidade, vamos à descoberta da saudável convivência com outras culturas, e mostrar, a quem nos visita, a qualidade da nossa hospitalidade.»

11 a 18 de Agosto de 2019 | Próximos anos: 16.08 – 23.08.2020 / 15.08 – 22.08.2021

Folk Azores – Festival Internacional de Folclore dos Açores

Rua Cambalim, nº 153, São Bento | 9700-037 Angra do Heroísmo

«O Folk Azores é um festival de folclore organizado pelo COFIT – Comité Organizador de Festivais Internacionais da Ilha Terceira – e traz a Portugal, mais precisamente ao Arquipélago dos Açores, na ilha Terceira, grupos de folclore de todo o mundo.

O festival tem a duração de cerca de uma semana com a atuação dos vários grupos em diversos locais da ilha. O auge deste grandioso evento acontece no seu encerramento com “o grande espetáculo”, na Praça de Toiros da Ilha Terceira, onde todos os grupos têm a oportunidade de mostrar aos inúmeros espetadores a dança folclórica da sua Região.»

17 a 25 de Agosto de 2019 | Próximos anos: 15.08 – 23.08.2020 / 21.08 – 29.08.2021

FolkFaro – Folclore Internacional Cidade de Faro

Teatro das Figuras / Passeio da Doca, Faro | Rua Rodrigues Davim, 29 | Apartado 271 | 8001-904 Faro

O único festival CIOFF® reconhecido no sul de Portugal, o FOLKFARO, tem lugar em Faro (Portugal) e arredores da cidade, na segunda quinzena de agosto.

Faro é a capital do Algarve – a bela região ensolarada do sul de Portugal, conhecida mundialmente pelo seu clima agradável, praias delineadas por rochas moldadas pelo mar e imensas extensões de areia dourada.

Este evento internacional procura promover e compartilhar o folclore e as tradições de diferentes nações para fortalecer a amizade e a identidade de cada país. Inclui uma grande variedade de atividades: espetáculos de gala no teatro, apresentações ao ar livre, desfiles internacionais, programas para crianças e idosos, oficinas de dança, etc.

Durante 9 dias, grupos de 7 países, num total de mais de 300 participantes, pintam a região do Algarve com as cores das suas tradições.

A organização do evento é responsável pelo “Grupo Folclórico de Faro”, apoiado pela Câmara Municipal de Faro e outras instituições públicas da Região do Algarve, e também com o patrocínio de empresas locais.

28 de Julho a 4 de Agosto de 2019 | Próximos anos: 02.08 – 09.08.2020 / 01.08 – 08.08.2021

Folkmonção – Festival Internacional de Folclore

Monção – Arcos de Valdevez – Caminha – Melgaço – Paredes de Coura – Ponte da Barca – Ponte de Lima – Valença – Vila Nova de Cerveira | Rancho Folclórico Casa Povo Barbeita | Edifício Casa do Povo – Chão de Lopes – Barbeita | 4950-040 Monção

«O Festival Internacional de Danças Folclóricas “FOLKMONÇÃO” foi reconhecido pelo C.I.O.F.F. (Conselho Internacional das Organizações de Festivais de Folclore e de artes tradicionais, estatuto B da UNESCO) em Novembro de 2006, C.I.D. (Conselho Internacional de Dança) em 2005, I.O.V. (Organização Internacional das Artes Populares) em 2004.

Conhece um sucesso crescente, tanto pela qualidade dos grupos convidados e pela organização como pelo calor do acolhimento e pela atmosfera de amizade que reina entre os grupos e a população. Os espectáculos em Monção têm lugar na Praça Deu-La-Deu, com 1.500 lugares sentados e grande espaço em redor para assistir em pé. Na mesma praça cada grupo terá a possibilidade de instalar uma tribuna de exposição e venda de artesanato, discos, cassetes… representativos do grupo e a sua região. As refeições e dormitórios têm lugar em escolas de Monção.»

3 a 9 de Setembro de 2019 | Próximos anos: 01.09 – 07.09.2020 / 07.09 – 13.09.2021

Festival Internacional de Folclore “Celestino Graça”

Campo Infante da Câmara – Santarém | Centro Etnográfico “Celestino Graça” – Apartado 363 | Campo Infante da Câmara – Apartado 363 | 2001-905 Santarém

«O Festival Internacional de Folclore de Santarém realiza-se desde 1959, tendo surgido no âmbito da Feira do Ribatejo. Celestino Graça criou e desenvolveu este Festival, o qual foi membro fundador do CIOFF® em 1971, em França. A partir de 1995 a designação do Festival passou a incluir o nome do seu fundador, em sua homenagem.»

O Festival é organizado pelo “Grupo Académico de Danças Ribatejanas”, um grupo folclórico também fundado pelo Sr. Celestino Graça.

Organizações relacionadas com a Cultura Popular

Organizações relacionadas com o Folclore, a Etnografia e a Cultura Popular

UNESCO – United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization

A UNESCO é a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. Foi criada durante a Conferência das Nações Unidas para a criação de uma organização educacional e cultural, realizada em Londres, de 1 a 16 de novembro de 1945.

As 44 Delegações presentes nesta Conferência decidiram criar uma organização que iria encarnar uma verdadeira cultura da paz. A seu ver, a nova organização deveria estabelecer a “solidariedade intelectual e moral da humanidade” e, ao fazê-lo, evitar uma nova guerra mundial.

No último dia da Conferência, trinta e sete países assinaram a carta que estabelece a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). Aquela entrou em vigor no dia 4 de novembro de 1946, tendo sido ratificada por vinte países.

Procura construir a paz através da cooperação internacional em Educação, Ciências e Cultura. Os programas da UNESCO contribuem para a consecução dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável definidos na Agenda 2030, adotada pela Assembleia Geral da ONU em 2015.

A Conferência Geral das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, reunida em Paris, de 29 de Setembro a 17 de Outubro de 2003, na sua 32.ª sessão, aprovou a Convenção para a salvaguarda do Património Cultura Imaterial. Posteriormente, aprovou a Recomendação para a Salvaguarda da Cultura Tradicional e do Folclore.

Para saber mais sobre a UNESCO.

CIOFF – International Council of Organizations of Folklore Festivals and Folk Arts | Conseil Internacional des Organisations de Festivals et d’Arts Traditionnels

Criado em 1970, com os objetivos de

– salvaguarda,

– promoção

– e difusão da cultura tradicional e do folclore,

o CIOFF® é uma organização internacional cultural não-governamental (ONG) que mantém relações consultivas formais com a UNESCO.

Foi acreditada em 2012, pelo Comité Intergovernamental, como Consultora para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial. O CIOFF® está hoje representado em 101 países dos 5 continentes, que promovem mais de 300 festivais por ano.

Através das suas actividades, o CIOFF visa os seguintes objectivos principais:

– Promover o património imaterial, através de diversas formas de expressão, como dança, música, jogos, rituais, costumes e outras artes;

– Servir os objectivos da UNESCO;

– Apoiar as actividades dos seus membros e os das organizações não-governamentais que trabalham nas áreas do folclore e do património cultural;

– Servir a causa da paz e da não-violência através da implementação dos objectivos acima;

Estrutura do CIOFF

Actualmente, o CIOFF possui membros no mundo inteiro e abrange 92 países do mundo, com 69 Secções Nacionais, 4 membros associados e 19 membros correspondentes.

Estima-se que mais de 1 milhão de pessoas, incluindo mais de 30.000 grupos de dança folclórica, de música e organizações de artes populares estão associados ao CIOFF através das respectivas Secções Nacionais ou do CIOFF Mundial.

A Associação CIOFF Portugal, atualmente presidida pela Fundação INATEL, tem por fim

– estabelecer a cooperação e a solidariedade entre os seus membros nas atividades de carácter desinteressado que desenvolvem no âmbito da organização e participação em Festivais Internacionais de Folclore,

– bem como na preservação e divulgação da arte e cultura tradicional portuguesa.

No âmbito das suas competências, nomeadamente assegurar a representação de Portugal junto do CIOFF® (Conselho Internacional das Organizações de Festivais de Folclore e Artes Tradicionais) e criar uma rede de Festivais Portugueses e de Grupos, a Associação CIOFF Portugal integra atualmente 50 membros, entre efetivos, associados e honorários.

Para saber mais sobre o CIOFF.

Festival CIOFF® Culturas Mediterrânicas em Lisboa

O Festival, que se assume como uma mostra cultural das tradições, usos e costumes dos países do mediterrâneo e de influência mediterrânica, decorre de 12 a 16 de Setembro em Lisboa, no Parque de Jogos 1º de Maio.

O Festival CIOFF® Culturas Mediterrânicas é uma iniciativa do CIOFF® Portugal em parceria estratégica com a Fundação INATEL.

O CIOFF® é a entidade mundial que regula os festivais internacional de Folclore no Mundo. Em Portugal tem 52 associados e é presidido pela Fundação Inatel. O CIOFF® Portugal candidatou-se a organizar, no nosso País, um Festival de Culturas Mediterrânicas, candidatura aceite pela organização.

Os destaques da programação anunciada em conferência de imprensa, no passado mês de Maio, vão para atuação de Rabih Abou-Khalil e do fadista português Ricardo Ribeiro, que abrem o festival no dia 12 de Setembro; no dia 13 é tempo de dar as boas vindas aos enérgicos Folk n’ Roll, da Grécia, que vêm animar o público com uma explosiva fusão entre a sonoridade dos balcãs, ska e reaggae; Diretamente da Macedónia chegam os Fanfarra Luboyna – nome maior da nova música tradicional macedónica – para uma atuação no dia 14. No dia 15, um dia antes do fecho do festival, uma das mais belas e representativas vozes da nova geração de fadistas nacionais, Joana Amendoeira, fecha a noite e o ciclo de apresentações de espetáculos de músicas do mundo. Os concertos têm lugar a partir das 21h. O festival continua no dia 16 de Setembro, com uma grande apresentação dos grupos tradicionais e de folclore dos países convidados.

No âmbito do Festival CIOFF® Culturas Mediterrânicas decorre, em paralelo, a Conferência Internacional “Mediterrâneo: Território dos 5 Sentidos”, organizada pelo CRIA – Centro em Rede de Investigação e Antropologia do ISCTE, pela FCT (Fundação para a Ciência e Tecnologia) com o apoio da Associação Turismo de Lisboa – a realizar nos dias 12 e 13 de Setembro no ISCTE. A conferência pretende-se um espaço de encontro de especialistas e personalidades da cultura, para debate sobre o presente e o futuro no mediterrâneo e da cultura como promotor da Paz.

 

Sobre a Conferência

Espaço de encontro de especialistas e personalidades da cultura, para debate sobre o presente e o futuro no mediterrâneo. A cultura como promotor da Paz. Uma Conferência Internacional sobre a temática das culturas mediterrânicas será realizada nos dias 12 e 13 de setembro de 2018, marcando a abertura solene do Festival CIOFF® de Culturas Mediterrânicas.

Esta iniciativa será apoiada pelo Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA) e pelo ISCTE-IUL, que a acolhe.

O mote para esta conferência será o de pensar e reflectir sobre várias temáticas, enquadradas por diferentes áreas de estudos, com o Mediterrâneo como pano de fundo, mas sobretudo norteada pelos cinco sentidos – visão, tacto, audição, olfacto e paladar. Para além das cinco conferências enquadradas pelos cinco sentidos, terá igualmente lugar uma conferência final onde se debaterão questões contemporâneas ligadas ao Mediterrâneo, quer enquanto área geográfica quer enquanto área de estudos, contando com oradores nacionais e internacionais.

Desta conferência resultará ainda a edição de um livro de atas, cujos exemplares editados serão oferecidos pelo CIOFF® Portugal a várias organizações e instituições de âmbito cultural reconhecido, bem como de ensino em Antropologia, Etnomusicologia e Sociologia e também a todos os países com representação no CIOFF®.

 

Horários e atividades

Nos dias 12 e 13 o recinto do festival está aberto das 15h às 23h, no dia 14 das 15h às 24, no dia 15 das 10h às 24h e no dia 16 das 10h às 22h. As atividades não se ficam pelos concertos: durante o dia há oficinas diversas, ciclos de cinema, espetáculos de folclore nacional e internacional, animações de rua, gastronomia, artesanato, exposições, uma zona de restauração e espaço criança com atividades para os mais novos. A entrada no recinto e todas as atividades são gratuitas.

Francisco Madelino, Presidente do CIOFF® Portugal, realça os seguintes aspetos deste evento e o porquê do empenho na sua organização:

– A afirmação da riqueza etnográfica do nosso País, quer nos seus conteúdos, quer na qualidade do trabalho dos nossos Festivais CIOFF® e dos grupos etnográficos nacionais associados, tendo estes feito uma adaptação impressionante, nos últimos anos, na investigação e no rigor do que representam.

– A promoção do diálogo intercultural entre os Povos, sobretudo numa região como Mediterrâneo, que tem sido um espaço milenar de misturas culturais, que nos enriqueceram e fazem, e, sobretudo, que deram à Europa contributos civilizacionais importantes.

– Promover espaços de partilha e usufruto, na Cidade de Lisboa e no País, entre gerações. Os países são feitos de raízes culturais ancestrais, mas que se renovam permanentemente, em processos intergeracionais, em que o antigo se renova, numa cadeia de união intemporal.

 

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Informações mais detalhadas sobre a iniciativa:

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XXII Festival de Folclore do Alto Minho -16 a 22 de julho

 

Vai decorrer, de 16 a 22 de Julho, em Viana do Castelo, o XXII Festival de Folclore Internacional do Alto Minho, durante o qual vão realizar-se seis galas, com a participação de cerca de 200 dançarinos de grupos vindos de seis países convidados: Guiné, Polónia, Bolívia, Itália, Colômbia e Peru. Estas galas vão, ainda contar com a presença dos grupos anfitriões de Viana do Castelo em representação de Portugal e  de dois grupos vianenses convidados, numa iniciativa organizada pela Vianafestas, com o apoio da Câmara Municipal de Viana do Castelo.

O objetivo da comissão organizadora é trazer à cidade de Viana do Castelo um evento de muita qualidade, o que justifica plenamente a utilização da Praça da República como sede do Festival.

Maria José Xavier, presidente da comissão organizadora, considera que este Festival de Folclore Internacional é, efectivamente, uma oportunidade para troca de experiências entre os grupos vianenses e os grupos vindos dos diferentes países, acreditando que estes encontros são fundamentais para o crescimento de todos os participantes.

Este é um Festival C.I.O.F.F. (Conseil International des Organisations de Festivals de Folklore et d’Art’s Traditionnels) que acontece ao longo de uma semana e vai promover diversas galas em locais variados, incluindo ainda desfiles e atuações pelas ruas da cidade e atuações em diversas instituições de solidariedade social vianenses, levando a dança e as artes de palco, alegria e conforto às pessoas que de outra forma, não se conseguem deslocar ao local onde decorrem habitualmente as galas.

No dia 17 de julho, às 15h00, os grupos participantes vão atuar e desfilar pelas ruas da cidade. A receção oficial será na Porta Mexia Galvão, pelas 17h30, seguida de um jantar convívio.

No dia 18 de julho, os grupos vão atuar em instituições de solidariedade social vianense e, à noite, pelas 22h00, a Gala de Abertura reúne todos os grupos na Praça da República.

No dia 19 de julho, a Gala da União acontece na praça rainha da cidade, pelas 22h00, com os grupos da Guiné, Polónia, Peru e Portugal, contando ainda com a presença de um grupo vianense convidado.

No dia 20 de julho, sexta-feira, a Gala da Família terá lugar no Centro Cultural de Viana do Castelo, pelas 15h00, com todos os grupos, reforçando a forte componente social assumida desde sempre pela organização, e nessa noite, às 22h00, a Gala Santoinho acontece na Fundação Santoinho, na freguesia de Darque, reunindo novamente na margem sul de Viana do Castelo todos os grupos participantes no festival internacional.

No dia 21 de julho, sábado, entre as 10h00 e as 13h00, será promovida a Viana Sensorial, uma experiência para estimular os cinco sentidos numa mesma cidade, com exibições de dança, mostra de produtos gastronómicos pelos grupos internacionais e exposição de um traje de cada grupo visitante nos Antigos Paços do Concelho. Na noite desse mesmo dia, a Praça da República será o palco da Gala da Fraternidade, pelas 22h00, reunindo dançarinos de Bolívia, Itália, Colômbia e Portugal contando também com a presença de um outro grupo vianense convidado.

No domingo, 22 de julho, todos os grupos participam numa missa que acontece em Santa Luzia, às 12h00, seguida de um piquenique de convívio. Os grupos voltam a desfilar e a atuar nas ruas da cidade nessa tarde, pelas 17h30. A Gala de Encerramento contará com todos os grupos, na Praça da República, pelas 22h00.

Na 22ª edição do Festival de Folclore do Alto Minho vão participar; o Grupo Cultural Netos de Bandim, da Guiné; o Estúdio de Danza y Arte Expresiones Bolívia de Gustavo Fernandez García, da Bolívia; Ballet Folklórico Tierra Colombiana, da Colômbia; Folk Song and Dance Ensemble “WROCŁAW”, da Polónia; Centro de Folklore de la Universidad Peruana Cayetano Heredia, do Perú; e Folk Group “Triskelion” of Roccalumera, de Itália.

Folk Song and Dance Ensemble “WROCŁAW” Polónia

Centro de Folklore de la Universidad Peruana Cayetano Heredia – Perú

Folk Group “Triskelion” of Roccalumera – Itália

Grupo Cultural Netos de Bandim – Guiné

Ballet Folklórico Tierra Colombiana           Colômbia

Estúdio de Danza y Arte Expresiones Bolívia de Gustavo Fernandez García – Bolívia