Augusto Gomes dos Santos | Pessoas

Augusto Gomes dos Santos

(Arcozelo, 23.07.1924 – Arcozelo, 9.07.2011) dedicou mais de 40 anos da sua vida à divulgação do folclore, da etnografia e das tradições populares portuguesas.

Fundou a Federação do Folclore Português em 1977. Foi Presidente da Direcção desde a sua fundação até 2004, e depois foi seu Presidente Honorário.

Dirigiu diversos Ranchos em Arcozelo, e organizou/coordenou, durante muitos anos, o Festival de Folclore Nacional do Algarve.

Prestou apoio técnico a diversos Grupos de Folclore das Comunidades Portuguesas existentes pelo mundo, particularmente

– no Brasil,

– no Canadá,

– nos EUA,

– em França,

– na África do Sul

– e em Macau,

países onde efectuou diversas e importantes acções de formação.

Se salientar a organização e realização de dois Congressos de Folclore na Madeira em pareceria em o Grupo de Folclore de Ponta do Sol: o 1º congresso em 1994 sobre o lema “O folclore numa sociedade em mudança”, e o 2º congresso em 2001, subordinado ao tema “Folclore – Preservar é Vencer”.

Integrado nas comemorações dos 500 anos da Ponta do Sol, em 2001, Augusto Gomes dos Santos foi o grande responsável pela ida de quase 500 pessoas, de Portugal Continental e da Região Autónoma dos Açores, para participarem na 1ª Exposição de Trajes ao Vivo realizada na Madeira – Funchal e Ponta do Sol.

Papel fundamental no movimento folclórico

Sem dúvida que o Comendador Augusto Gomes dos Santos teve um papel fundamental e extremamente meritório no apoio a diversos Grupos e Ranchos Folclóricos.

Com eles iniciou e desenvolveu um esforçado trabalho de formação, através da realização de Colóquios, Encontros e Jornadas de Folclore e Etnografia, com o objectivo de uma maior autenticidade etnográfica, e de orientação para a pesquisa, recolha e divulgação dos aspectos essenciais da Cultura Popular Portuguesa.

Colaborou na imprensa escrita, através da publicação de artigos nos jornais “O Comércio do Porto” e “Jornal de Notícias”, e participou em inúmeros programas de rádio e na TV.

Pela sua dedicação à causa do Folclore e da Etnografia do nosso país, o Comendador Augusto Gomes dos Santos, recebeu as seguintes condecorações:

Comenda de Mérito – atribuída pelo Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio.

Medalha de Mérito Cultural – atribuída pelo Ministro da Cultura, Dr. Manuel Maria Carrilho.

Cruz de Malta – atribuída pela Federação das Colectividades de Cultura e Recreio de Vila Nova de Gaia.

Medalha de Mérito (Classe Prata) – atribuída pela Câmara Municipal de Lousada.

Medalha de Mérito Municipal (Classe Ouro) – atribuída pela Câmara Municipal de Baião.

Síntese biográfica elaborada a partir de elementos recolhidos na internet

 

Os principais tipos de dança – Tomás Ribas

Os principais tipos de dança

«Porque o Homem, desde o seu estado primitivo até hoje, sempre praticou a Dança, concluir-se-á que as danças actuais – quer as das actuais sociedades primitivas, quer as das sociedades evoluídas – tendo a sua origem nas danças primitivas delas ainda guardam alguns aspectos.

Assim – e exemplificando o problema que, na verdade e em si, é de uma complexidade que transcende as características de iniciação e divulgação destes cadernos (*) – poderemos apontar os vários tipos de danças que a Humanidade, ao longo dos séculos, tem praticado e ainda hoje pratica:

a) Danças Ritualistas

– danças de ritos de passagem

– danças fúnebres

– danças guerreiras

– danças agrárias

– danças de trabalho

– danças astrais

– danças mágicas

b) Danças Religiosas – as que se integram no ritual religioso.

c) Danças Cerimoniais – as que se integram em cerimónias cívicas ou cerimónias sociais.

d) Danças de Sedução – de carácter erótico para seduzir o sexo oposto.

e) Danças Gímnicas ou Olímpicas – de mero adestramento físico.

f) Danças de Diversão – que podem ser palacianas (de salão) ou folclóricas.

Quanto ao seu esquema coreográfica as danças dividem-se em:

a) Danças em fila ou processionais

b) Danças em fila aos pares

c) Danças de roda

d) Dança de roda aos pares

e) Danças de frente – uma fila de homens em frente de uma fila de mulheres ou duas filas alternadas de homens e mulheres de forma a que em frente de cada homem se coloque uma mulher.

f) Danças de cruz

g) Danças de solo – para uma só pessoa.

h) Danças de um só par – de frente a frente ou com o par abraçado.

i) Danças de enleio ou de serpentina

j) Danças de saltos – em que os executantes saltam uns sobre os outros como no jogo do eixo.

k) Danças de espadas – danças guerreiras executadas com espadas ou paus.

Encontramos, ao longo da História, todos estes esquemas coreográficos quer entre as sociedades primitivas de outrora e actuais quer entre as sociedades evoluídas; e entre estas, tais esquemas coreográficos estão presentes tanto nas danças palacianas, como nas danças folclóricas, quer na Idade Média e na Renascença como nos séculos XVII e XVIII, quer na Época Romântica (século XIX) como nos dias de hoje.»

In “A dança e o ballet” (I) – (*) Cadernos FAOJ – Série A, Tomás Ribas

 

Danças Tradicionais Populares

 

As danças tradicionais populares entraram nos hábitos do povo devido aos mais variados contactos e influências, enraizando-se pela via das aculturações, recebendo dele o cunho do meio ambiente da sua personalidade em conformidade com o local onde estava inserido.

Normalmente, quando falamos de danças populares, lembramo-nos das que eram usadas nas romarias, a caminho e no regresso das mesmas, nos terrenos aos domingos de tarde, nas noites de escapadelas, esfolhadas ou estonadas, espadeladas, esfarrapadas, malhadas e outras manifestações de divisão ou de trabalho rural, relegando-se para o esquecimento sectores sociais mais recuados ou mais recentes que fizeram época, tendo os primeiros fornecidos bases muito valiosas de que se serviam as gentes das aldeias para a sua encantadora, mas simples e involuntária criatividade, que designamos por aculturações.

As pessoas dos nossos meios rurais sustentavam, transformavam, divulgavam e projectavam os usos e costumes dos seus antepassados, no sector das danças e dos cantares, sem saberem que o faziam. Eram as suas principais diversões e ocupavam uma larga parcela da sua maneira de estar, de ser e de viver. E quanto mais isolados fossem os meios, mais necessidade havia desse tipo de exteriorização e mais continuidade tinham os hábitos tradicionais ligados de geração em geração vindos muitas vezes do mundo incógnito da ancestralidade.

Dos referidos sectores sociais que influenciaram decisivamente as gentes humildes das nossas aldeias e até regiões, foram, indubitavelmente, os palácios, conventos, emigrações, guerras e outros contactos com o exterior.

As festas palacianas, mercê da sua grandiosidade, despertavam as atenções dos jovens em condições humildes que, sempre que podiam, não resistiam a dar uma espreitadela contempladora daquelas caras mimosas e daqueles passes de dança muito bem ensaiados, recheados de cortesia e elegância.

Tais observadores eram obrigados a escolherem locais seguros de onde ninguém os visse.

Enquanto as festas decorriam nos salões, por vezes até o romper do dia, também a criadagem, nas cozinhas ou outras dependências da mesma área, ao som dos acordes musicais que ouviam lá de dentro, tentavam imitar os «senhores», tendo quase sempre como orientadores coreográficos os criados de sala, únicos que tinhas acesso ao local da festa e podiam observar minuciosamente todos os pormenores das danças.

Das cozinhas ou das dependências da mesma área, transitavam para os terreiros e assim iniciavam a sua arrastada viagem com aceitação e aculturação ali, rejeição acolá, percorriam regiões e até países e muitas vezes, passados largos anos e até séculos, voltavam ao ponto de partida com a sua origem quase irreconhecível, podendo considerar-se uma filha que vinha fazer à sua mãe. Em parte é por esse motivo que se ouve anunciar: vira velho, vira novo, chula nova, chula velha, etc…

No seu regresso ou retorno, as danças traziam sempre as marcas dos tempos e um pouco de alma e da personalidade das gentes por onde tinham passado. É aqui que reside a grande riqueza do Folclore Português e de qualquer outro país, e que só compreende e aceita em toda a sua expressão original quem o sente, cruza e compreende. Mas é impossível amar-se o que se desconhece ou o que não se gosta. Por esse facto não existe conjugação possível entre o servir e o servir-se. Os autênticos homens e mulheres do folclore, servem e nunca se servem.

Os conventos, detentores das maiores expressões culturais durante séculos, irradiam para o exterior das suas expressas paredes, cantares maravilhosos que o povo recebeu e foi transformando sem saber o que fazia, constituindo hoje um valiosíssimo tesouro do nosso património cultural. Usados em actos religiosos, fainas agrícolas nos campos ou nos serões, mantendo sempre o cunho Gregoriano, a musicalidade sofreu inevitáveis alterações nas suas andanças de terra para terra, motivadas pelos mais variados factores:

Falte de educação ou memória auditivas, deficiências de expressão cantadas, ou ainda desconhecimentos rítmicos.

Quando falamos em danças tradicionais populares, associamos o seu uso a um extracto social menos favorecido, o que é discutível e até um tanto polémico.

danças tradicionais que se popularizam, sendo utilizadas por diferentes escalões sociais.

Neste contexto, podendo cada uma delas ser tratada especificamente, temos danças religiosas, guerreiras, de sedução, de simples diversão e de trabalho.

As danças são tão antigas como o ser vivo sobre a terra. Não são exclusivas do homem pois quase todos os seres vivos, em determinadas ocasiões e circunstâncias, procuram engalanar-se e exibir os seus países de dança.

 

Danças Folclóricas

Como todos sabem, a palavra folclore significa hábitos, usos e costumes de um povo. Por tal motivo, só podemos considerar como danças folclóricas aquelas que o povo usou e recriou sem o saber, e que lhe haviam sido transmitidas por gerações anteriores, desconhecendo-se os seus autores e que tenham o cunho temático do envolvimento ambiental das aldeias ou regiões onde eram parte integrante dos folguedos das suas gentes.

As suas pesquisas, recolhas e reconstituições têm de ser feitas com muito cuidado para se evitarem inconvenientes desvios traidores da verdade que todos nós queremos apresentar publicamente.

Augusto Fernandes Santos
Federação do Folclore Português – 1as Jornadas de Folclore a Norte do Rio Douro
Vila Verde – 10/11 de Junho de 1988

Imagem de destaque, retirada da internet e adaptada

 

Douro Litoral – antigas províncias de Portugal

Douro Litoral

Região do Norte de Portugal e uma das onze províncias tradicionais. Ocupando a parte inferior da bacia do rio Douro, compreende o distrito do Porto e alguns concelhos dos distritos de Aveiro e de Viseu.

Tendo sido, juntamente com outras, criada como província tradicional portuguesa em 1936, embora extinta formalmente em 1976, a região do Douro Litoral confina com as regiões do

– Minho, a norte;

– de Trás-os-Montes e Alto Douro, a leste;

– da Beira Alta, a sudeste,

– e da Beira Litoral, a sul,

sendo banhada pelo oceano Atlântico, a oeste.

Compreende vinte e quatro concelhos distribuídos pelos distritos do Porto (18 concelhos), de Aveiro (4 concelhos) e de Viseu (2 concelhos), abrangendo uma área de 3334 km2.

O rio Douro é a espinha dorsal de toda a hidrografia da região, nele confluindo numerosos rios e ribeiros. É também nas suas margens que se situam os aglomerados populacionais mais significativos, com destaque para o Porto e para Vila Nova de Gaia.

Actividades económicas

A área metropolitana do Porto concentra a maior parte da população e da actividade económica.

A indústria, voltada para a exportação, constitui a principal actividade económica da região.

O comércio e os serviços têm registado um franco progresso nas últimas décadas, fruto do desenvolvimento das acessibilidades e da elevação do nível de vida da população.

O sector primário, com destaque para a agricultura, tem evoluído no sentido da especialização das culturas, mas a grande fragmentação da propriedade constitui um obstáculo a uma maior modernização e uma maior competitividade.

Neste capítulo, são de destacar as produções de vinho verde, produtos hortícolas e frutas.

Gastronomia tradicional

O Douro Litoral apresenta, nos seus principais pratos típicos,

– os rojões, habitualmente servidos com tripas enfarinhadas e sangue salteado,

– vários pratos de bacalhau, com destaque para os bolinhos,

– a mais recente, mas nem por isso menos conhecida, francesinha

– e as tripas à moda do Porto;

– lampreia, sável e sardinhas assadas;

– o arroz “malandrinho”, de feijão ou de legumes variados, servido com filetes de pescada fresca ou polvo;

– as rabanadas, o leite-creme queimado

– e o Vinho do Porto, entre outros.

Esta região é muito rica em achados arqueológicos de toda a ordem. Encontram-se estações da época paleolítica, dólmenes, vestígios de indústrias mesolíticas, gravuras rupestres, castros e citânias.

É também aqui que se situam algumas das maiores descobertas de peças de joalharia primitiva. Salientam-se o tesouro de Gandeiro, em Amarante; as arrecadas de ouro do Castro de Laundos, e os ouros de Estela, ambos na Póvoa de Varzim.

Douro Litoral. In Diciopédia X [DVD-ROM]. Porto : Porto Editora, 2006. ISBN: 978-972-0-65262-1

Minho – antigas províncias de Portugal

Minho

Criada como província em 1936, mas extinta como tal em 1976, esta região situa-se no Noroeste de Portugal, entre o rio Minho e o Douro Litoral e entre o oceano Atlântico e Trás-os-Montes e Alto Douro. Ocupa uma área de cerca de 4838 km2 e abrange os distritos de Viana do Castelo e Braga.

O Minho é uma das regiões mais chuvosas da Europa e a de mais elevada precipitação do país.

No Inverno há dias relativamente frios, sobretudo no enfiamento dos vales, enquanto o Verão é moderado, apresentando nevoeiros nas zonas mais fundas.

Aqui, a costa marítima desenvolve-se em elevação gradual e circular voltada a oeste. A costa é baixa e recortada, alternando os pequenos lanços de praia arenosa com os rochedos que as marés cobrem na maior parte da superfície.

Notáveis belezas naturais

É uma zona montanhosa, em anfiteatro para o mar desde as serranias do Gerês, Marão e Montemuro, cheia de vertentes alcantiladas. São propícias ao desenvolvimento de espécies selvagens, sendo, também por isso, uma das regiões do país com mais notáveis belezas naturais.

Relativamente à vida agrícola, o Minho caracteriza-se pela policultura intensiva e pelo extremo fraccionamento da propriedade. As culturas principais são o milho e a vinha, sendo célebres os seus vinhos verdes.

De entre as actividades industriais que contribuem para a riqueza da região, merecem destaque os têxteis, as indústrias eléctricas e electrónicas, as confecções, as construções mecânicas, a celulose, a fiação e o mobiliário.

O Minho apresenta, nos seus principais pratos típicos, a broa, o caldo verde, os rojões e o cozido minhoto, várias receitas de bacalhau, o arroz de pato, e, na doçaria, os mexidos, as cavacas e a aletria de ovos, entre outros.

O povoamento da província data dos mais recuados tempos pré-históricos.

Têm sido descobertos, ao longo do litoral e nos vales minhotos, abundantes vestígios da passagem dessas populações primitivas. Mas o património histórico de modo nenhum se limita a este tipo de vestígios, pois por esta zona abundam as casas brasonadas e outros valores arquitectónicos.

O Minho possui uma fisionomia musical popular muito própria. Relativamente ao folclore, esta região não cede primazia a qualquer outra, encontrando o seu poder máximo de expressão na infindável série de grandes e pequenas romarias que ocorrem, sobretudo, no Verão.

São, aliás, tradicionais no Minho as manifestações festivas originadas em serviços que impliquem trabalho colectivo.

Minho. In Diciopédia X [DVD-ROM]. Porto : Porto Editora, 2006. ISBN: 978-972-0-65262-1

Portugal e a antiga divisão em Províncias

Portugal e a antiga divisão em Províncias

«Conhecida a orografia e a geognosia do território, brevemente indicaremos o sistema de caracteres agrícolas e climatológicos, ambos subordinados aos anteriores, e todos solidariamente ligados para formar a fisionomia natural das diversas regiões do território português.

A sua antiga divisão em províncias obedecia mais a estas condições naturais do que a moderna divisão em distritos:

– as causas determinantes de uma e de outra são o motivo desta diferença.

As províncias formaram-se historicamente em obediências às condições naturais. Os actuais distritos foram criados administrativamente de um modo até certo ponto artificial.

Umas provinham dos caracteres próprios das regiões, e a administração limitara-se a reconhecer factos naturais.

Outros, determinados por motivos abstractos, nasceram de princípios administrativos e estatísticos (área, quantidade de população, etc.), fazendo-os discordar o menos possível dos limites naturais, geográficos e climatológicos.

Por estes motivos nós agora estudaremos por províncias, e não por distritos, o território português, deixando para o lugar competente o exame do estado actual e da estatística moderna da nação.

A divisão das províncias apoiava-se em factos físicos de um valor eminente. Começando pelo norte, …» (Oliveira Martins, 1845-1894)

»» Trás-os-Montes e Alto Douro

«Uma das onze províncias tradicionais portuguesas criadas em 1936, mas formalmente extintas em 1976, a região de Trás-os-Montes e Alto Douro

– situa-se no Nordeste de Portugal continental,

– correspondendo aos distritos de Vila Real e Bragança,

– bem como a quatro concelhos do distrito de Viseu e a um concelho do distrito da Guarda.

Faz fronteira com a Espanha, a norte e a leste, e confina com as províncias da Beira Alta, a sul, e do Douro Litoral e do Minho, a oeste.» Ler+

» Minho

«Criada como província em 1936, mas extinta como tal em 1976, esta região situa-se no Noroeste de Portugal, entre o rio Minho e o Douro Litoral e entre o oceano Atlântico e Trás-os-Montes e Alto Douro. Ocupa uma área de cerca de 4838 km2 e abrange os distritos de Viana do Castelo e Braga.» Ler+

» Douro Litoral

«Região do Norte de Portugal e uma das onze províncias tradicionais. Ocupando a parte inferior da bacia do rio Douro,

– compreende o distrito do Porto e alguns concelhos dos distritos de Aveiro e de Viseu.

Tendo sido, juntamente com outras, criada como província tradicional portuguesa em 1936, embora extinta formalmente em 1976, a região do Douro Litoral confina com as regiões

– do Minho, a norte;

– de Trás-os-Montes e Alto Douro, a leste;

– da Beira Alta, a sudeste,

– e da Beira Litoral, a sul,

sendo banhada pelo oceano Atlântico, a oeste.» Ler+

» Beira Alta

«Antiga província portuguesa, formalmente estabelecida pela reforma administrativa de 1936 e extinguida pela Constituição da República Portuguesa de 1976, a região da Beira Alta confina com as regiões

– de Trás-os-Montes e Alto Douro a norte;

– Douro Litoral a noroeste;

– Beira Litoral a oeste e sudoeste;

– e Beira Baixa a sul.

Faz fronteira com Espanha, a leste. Abrange cerca de 8500 km2 e compreende 33 concelhos: 18 do distrito de Viseu, 13 do distrito da Guarda e dois do distrito de Coimbra.» Ler+

» Beira Litoral

«Região de Portugal continental que ocupa uma ampla faixa litoral do centro de Portugal e compreende concelhos dos distritos de Aveiro, Coimbra, Leiria e Santarém.

Antiga província portuguesa, formalmente instituída em 1936 e administrativamente extinta com a Constituição de 1976, a região da Beira Litoral confina com as regiões

– do Douro Litoral a norte,

– da Beira Alta e da Beira Baixa a leste,

– e do Ribatejo e da Estremadura a sul.» Ler+

» Beira Baixa

«A Beira Baixa, uma das onze antigas províncias tradicionais determinadas em 1936, confina com as regiões

– da Beira Alta a norte,

– da Beira Litoral a noroeste,

– do Ribatejo, a sudoeste,

– da Estremadura a oeste,

– e do Alto Alentejo a sul.

Faz fronteira com Espanha, a leste. Abrange uma área de aproximadamente 7 800 km2 e compreende 13 concelhos: 11 do distrito de Castelo Branco, um do distrito de Coimbra e um do distrito de Santarém.» Ler+

» Ribatejo

«Criada como província em 1936, mas extinta como tal na Nova Constituição de 1976, a região do Ribatejo situa-se no Centro do território de Portugal continental, ficando em contacto com

– a Estremadura, a oeste e a sul,

– a Beira Litoral, a norte,

– a Beira Baixa a nordeste,

– e o Alentejo, a leste e sul.

Ficam aqui as cidades de Santarém, Tomar, Abrantes, Ourém, Fátima, Torres Novas, Entroncamento, Vila Franca de Xira, Alverca do Ribatejo, Póvoa de Santa Iria, Cartaxo, Rio Maior e Almeirim. O Ribatejo compreende a maior parte do distrito de Santarém e dois concelhos do distrito de Lisboa (Azambuja e Vila Franca de Xira).» Ler+

» Estremadura

«Instituída em 1936 como província portuguesa e desaparecida administrativamente como tal em 1976, a região da Estremadura

– ocupa uma faixa litoral no centro do território

– e compreende concelhos dos distritos de Leiria, Lisboa e Setúbal.

É banhada pelo oceano Atlântico a oeste, e confina com as regiões da

– Beira Litoral a norte,

– do Ribatejo a leste,

– do Alto Alentejo a sudeste,

– e do Baixo Alentejo a sul.» Ler+

» Alentejo

«Estabelecido formalmente em 1936 como província portuguesa, mas desaparecido administrativamente como tal em 1976, o Alentejo, a maior região natural de Portugal, tem uma área de 26 158 km2, o que corresponde a cerca de 29% da superfície total do País.

Encontra-se dividido em duas grandes áreas,

– o Alto Alentejo (12 420 km2), que compreende os distritos de Portalegre e de Évora,

– e o Baixo Alentejo (13 738 km2), que compreende o distrito de Beja e os concelhos de Alcácer do Sal, Grândola, Santiago do Cacém e Sines, pertencentes ao distrito de Setúbal.» Ler+

» Algarve

«Correspondendo integralmente à antiga província com o mesmo nome, criada em 1936, o Algarve é a região de Portugal Continental que se situa mais a sul. Está limitada,

– a norte, pelo Baixo Alentejo,

– a leste, por Espanha, com fronteira no rio Guadiana,

– e, a sul e a oeste, pelo oceano Atlântico.

A sua superfície (4991 km2) representa apenas 5,7% do País e corresponde apenas a um único distrito administrativo, Faro.» Ler+

» Arquipélago dos Açores

«O arquipélago dos Açores é formado por nove ilhas e alguns ilhéus inabitados (as Formigas).

– Ao Grupo Oriental pertencem Santa Maria e São Miguel,

– ao Grupo Central, a Terceira, a Graciosa, São Jorge, o Pico e o Faial;

– e ao Grupo Ocidental pertencem as Flores e o Corvo.

O arquipélago situa-se no Atlântico norte, a 1500 km a oeste de Lisboa e a 3400 km a leste de Nova Iorque.» Ler+

» Arquipélago da Madeira

«Nome de ilha e arquipélago de Portugal. Situa-se no Atlântico oriental e oferece algumas das mais belas paisagens do país.

Como sucede com os Açores, o arquipélago constitui uma região autónoma, administrada por um governo regional com sede no Funchal.

O concelho do Funchal tem uma área de 73,1 km2 e compreende 10 freguesias: Imaculado Coração de Maria, Monte, Santo António, São Gonçalo, Santa Luzia, São Martinho, Santa Maria Maior, São Pedro, São Roque, Sé.» Ler+

Nota: os textos acima foram editados e adaptados.

Comentário

Antes das províncias que se mencionam neste artigo, e que remontam ao Estado Novo, existiram as províncias estabelecidas pela Primeira República, imediatamente após a sua implantação e, curiosamente, antes da aprovação da Convenção Ortográfica de 1911, razão pela qual ainda é utilizada a ortografia anterior nos respectivos mapas.

A preocupação era meramente administrativa, a fim de substituir a divisão distrital que vinha do tempo do liberalismo (ao contrário do que refere o artigo), tendo o Estado Novo inventado “províncias” que na prática nunca existiram enquanto tal.

Até 1974, apenas existiram Juntas Distritais que reuniam os respectivos presidentes de câmara com o governador civil do respectivo distrito a fim de encurtar a distância em relação ao poder central, ao Terreiro do Paço como era comum dizer-se.

Mas muitos autarcas corriam directamente para os ministérios que os recebiam, deixando os governadores civis desautorizados… e reduzindo as suas competência à área da Administração Interna.

O actual regime previu na Constituição a extinção dos cargos de governadores civis e consequentemente dos distritos, não sem antes criar as chamadas regiões administrativas (Regionalização).

Acabou com umas e não criou outras… os distritos apenas permanecem como círculos eleitorais, o que só contribui para ampliar o entorse que é provocado pelo método de Hondt.

Mas, recuando no tempo, a divisão administrativa (e militar) teve por base a identidade história e geográfica (e também etnográfica) pelo que, a norte do rio Douro, sempre existiu a Comarca d’Entre-o-Douro-e-Minho… o Douro Litoral foi porventura uma das invenções mais estapafúrdias do Estado Novo!

Carlos Gomes

Trás-os-Montes e Alto Douro – antigas províncias

Trás-os-Montes e Alto Douro

Trás-os-Montes e Alto Douro é uma das onze províncias tradicionais portuguesas criadas em 1936, mas formalmente extintas em 1976.

Esta região  situa-se no Nordeste de Portugal continental, correspondendo aos distritos de Vila Real e Bragança, bem como a quatro concelhos do distrito de Viseu e a um concelho do distrito da Guarda.

Faz fronteira com a Espanha, a norte e a leste, e confina com as províncias da Beira Alta, a sul, e do Douro Litoral e do Minho, a oeste.

O relevo desta região é formado por um conjunto de altas plataformas onduladas cortadas por vales e bacias muito profundas.

O seu clima é mediterrânico com influência continental, mais agreste e frio nas áreas planálticas, mais quente nas áreas profundas encaixadas do Douro.

Região rica em produtos endógenos!

Além da vinha – em especial a vinha da Região Demarcada do vinho do Porto, onde a paisagem se individualiza com as suas imensas encostas e quintas -, produz culturas como o centeio, a cevada e a batata.

Esta região apresenta, nos seus principais pratos típicos, o pão e as bolas; bacalhau, alheiras, presunto, cabrito e vitela, com destaque para a posta mirandesa; peixes de rio, como a truta; grelos, feijão, cogumelos e castanhas; folares, queijadas e bolos de mel, entre outros.

Trás-os-Montes e Alto Douro foi desde muito cedo objecto de explorações mineiras. O ouro foi o primeiro metal a ser explorado, depois o estanho e o chumbo [recentemente, foi reconhecida a sua potencialidade relativamente ao lítio].

Deficientemente servida por vias de comunicação, esta zona não tem sido um pólo atractivo para a implantação de indústrias.

Região antiga e com folclore muito característico

A região de Trás-os-Montes é uma das mais ricas em achados arqueológicos de toda a ordem e de todas as épocas. São de assinalar as estações do paleolítico da serra do Brunheiró e Bóbeda, bem como dólmenes e povoados do período Neolítico.

A famosa ponte de Trajano, por seu turno, é um dos melhores exemplares da arquitectura romana em Portugal.

Esta região possui um folclore muito rico, patente, por exemplo, nos seus dialectos (sendinês, mirandês, guadramilês e riodonorês). A música tradicional é uma das mais relevantes do país.

São de um lirismo extremamente sóbrio e penetrante, quer os hinos sagrados e cânticos de trabalho, quer os poemas de amor e de morte em que se expande a alma do povo duriense e transmontano.

Trás-os-Montes e Alto Douro tem sido cenário e temática, berço e musa inspiradora de algumas individualidades notáveis, como, por exemplo, Guerra Junqueiro, Miguel Torga, Trindade Coelho e Camilo Castelo Branco, entre outros.

Trás-os-Montes e Alto Douro. In Diciopédia X [DVD-ROM]. Porto : Porto Editora, 2006. ISBN: 978-972-0-65262-1 (Texto adaptado)

Trás-os-Montes e Alto Douro

“Terra pedregosa, magra e ascética – aqui e além matizada pela frescura rústica e pastoril de algumas veigas -, cingida do lado poente pelas imponentes linhas montanhosas do Marão e de Barroso e, do lado levante, pelo ciclópico Douro mirandês, verdadeiro desfiladeiro dantesco. – Trás-os-Montes e Alto Douro é uma das províncias portuguesas de mais vincado cunho telúrico e humano.

Para quem tiver a paixão de conhecer o lastro milenário dos costumes, poucas terras serão mais pródigas de revelações. Seu património de provérbios, de lendas, de danças, de canções de trabalho, parece inesgotável.

 

Grupos Folclóricos de Trás-os-Montes e Alto Douro

Grupos Folclóricos de Trás-os-Montes e Alto Douro

Trás-os-Montes e Alto Douro, é o «Reino Maravilhoso» de Miguel Torga, onde se localiza a Região Demarcado do Douro e o Alto Douro Vinhateiro (Património da Humanidade).

Terra de lendas, de usos e costumes seculares e de uma gastronomia com peculiaridades capazes de agradar aos gostos mais exigentes. Já para não falar nos vinhos maduros, do Douro ou de Valpaços, do “vinho dos mortos” de Boticas, e do vinho fino ou generoso, mais conhecido internacionalmente como Vinho do Porto.

Terra de Festas e Romarias, desde a Mezinha de S. Sebastião, em Janeiro, até à Romaria de Nª Sª dos Remédios, em Setembro. Terra dos Caretos de Podence e do Carnaval de Lazarim

Rancho Folclórico de Loureiro – FB

O Rancho Folclórico de Loureiro tem como objectivos, a prospecção, recolha e divulgação das tradições das gentes da Freguesia e da sua Região. As danças e os cantares tentam retratar a beleza, a par da simplicidade, do bom povo que, no passado, assim cantou e dançou.

Rancho Folclórico e Etnográfico de Mogadouro – Site

Desde esta página e graças às novas tecnologias podem fazer uma visita à nossa terra e ao nosso rancho. Podem conhecer a nossa história, as nossas danças, as nossas músicas, a nossa cultura e tradições.

Grupo Folclórico e Etnográfico de Vilarandelo – Site

Blog onde vai dando informações sobre o rancho: actuações, fotos, historial, trajes, etc.

Grupo Cultural e Recreativo da Casa do Povo de Macedo de Cavaleiros

Origem do GCER, trajes, danças e cantares, galeria de fotos, Européades, etc…

Grupo de Pauliteiros de Palaçoulo

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Barqueiros

História do Rancho, data da fundação, origens, danças e cantares, trajes, contactos, localização, paisagens da terra.

Rancho Folclórico Barqueiros do Douro

Pauliteiros da Cidade de Miranda do Douro

Rancho Folclórico S.Tiago

Tradições e costumes de um povo desde 1963. Grupo fundado a 26 de Fevereiro de 1963. «Mirandela» Trás-os-Montes.

Pauliteiros de Miranda

Este é um sítio dedicado à mais genuína das tradições do planalto mirandês. Aqui pode encontrar uma breve apresentação dos mesmos, bem como os contactos para possíveis actuações.

Rancho Folclórico “Flor d’Aurora”

Divulgação do Rancho Folclórico “Flor d’Aurora” e da aldeia de Tabuadelo.

Rancho Folclórico de Guiães

É um site que procura mostrar a todos aqueles que o visitam, todas as nossas actividades, todos os nossos encontros, mas, acima de tudo, um site que pretende divulgar toda a nossa tradição e todo o nosso entusiasmo por aquilo que fazemos…

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Godim

Apresenta o grupo, o seu historial e as danças mais representativas com melodias incluídas. Dispõe de uma galeria de fotos e calendário de actividades.

Nota: Se o seu Grupo de Folclore não está aqui referenciado ou não está indicada qualquer ligação para a página web/blogue ou para a página do Facebook, por favor, contacte-nos. Obrigado!

Grupos Folclóricos e Etnográficos do Minho

Grupos Folclóricos e Etnográficos do Minho

O Minho é uma região com uma paisagem verdejante.

Terra do Vinho Verde e de romarias seculares: Romaria da Sra da Agonia, de S. João D’Arga e de S. Bartolomeu do Mar, entre tantas outras. Onde o povo reza, canta e dança com uma alegria contagiante.

Das suas tradições, usos e costumes muito se poderia dizer, assim como dos trajes (particularmente os das mulheres), sem esquecer os «lenços dos namorados».

É a terra do Vira, da Chula (Minhota) e do Malhão, entre outras danças populares e tradicionais…

Pelo Minho passam diversos Caminhos de Santiago como, por exemplo, o Caminho do Lima

Grupo Folclórico de Santa Maria de Aveleda FB

O Grupo Folclórico de Aveleda tem sido um digno representante do concelho de Braga, em particular das gentes de Aveleda, e um dos principais embaixadores por todo o país e além-fronteiras, mais concretamente em Espanha, França e Alemanha. Teve a sua origem das rusgas que se organizam nas zonas rurais para participação nas festas sanjoaninas de Braga, tendo aparecido, pela primeira vez, em público no dia 28 de Setembro de 1963.

Rancho Folclórico das Lavradeiras de Gondar – FB

Fundado no dia 8 de Setembro de 1984, tem como finalidade perpetuar e divulgar a cultura do povo de Gondar (Região do Alto-Minho), transmitir e partilhar a sua vivacidade, através das suas danças, cantares e trajes tradicionais. Este grupo tem mantido ao longo dos anos uma atividade permanente e bastante dinâmica, sendo convidado para participar em diversos Festivais de Folclore e Desfiles Etnográficos, em Portugal e no estrangeiro.

Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo – FB

Grupo Folclórico e Etnográfico de Castelo do Neiva – FB

Aqui podem encontrar o historial e descrição dos trajes , ouvir algumas das nossa músicas e atividades/eventos onde participamos. Podem ser obtidos os contatos do Grupo.

Grupo Folclórico de Santa Maria de Turiz

Grupo Folclórico de Santa Eulália de Beiriz

O Grupo Folclórico de Santa Eulália de Beiriz apresenta um folclore tipicamente minhoto, embora se façam sentir algumas influências do Douro Litoral.

Rancho Infantil e Juvenil de Friestas

Grupo Folclórico do Centro Social de Vila Nova de Sande

No Blog/Página Oficial do Grupo Folclórico do Centro Social de Vila Nova de Sande poderá encontrar toda a informação sobre este representante dos usos e costumes dos antepassados da Região do Baixo Minho – Guimarães.

Rancho Nossa Senhora da Abadia

Historial, Danças, Trajes, contactos são algumas das informações que pode encontrar. Visite-nos.

Rancho Folclórico Típico de Santa Maria de Sequeira

Apresentação do Rancho Folclórico e todas as actividades tradicionais da Freguesia de Sequeira, com actualização permanente.

Rancho Folclórico São Miguel O Anjo

O site dá a conhecer ao visitante, o nosso grupo, o nosso trabalho ao longo do ano, as nossas danças, os nossos trajes, as nossas fotos, a nossa localização e as nossas tradições.

Grupo Folclórico da Casa do Povo de Serzedelo 

Grupos Folclóricos e Etnográficos da da Beira Alta

Grupos Folclóricos e Etnográficos da da Beira Alta

Descendo para o sul do Douro, entre a Beira montanhosa e a Beira Litoral, dão-se diferenças análogas às que distinguem o Minho e Trás-os-Montes: análogas, dizemos, e não idênticas, porque nesta nova região começam a sentir-se as influências de causas gerais, que são as da latitude(…).

Nesta de que agora nos ocupamos levanta-se ao centro a Serra da Estrela, a cujo pendor marítimo se chamou Beira Alta, dando-se aos declives transmontanos opostos, reunidos à Gardunha, o nome de Beira Baixa.

Três zonas compõem a região das duas províncias:

– o litoral formado pelos estuários do Vouga e do Mondego,

– as serranias ocidentais ou marítimas,

– e as ocidentais ou transmontanas.” (Oliveira Martins, in “A Terra e o Homem”)

Rancho Folclórico “OS ALEGRES”

O nosso site proporciona aos seus visitantes informações acerca do rancho (contactos, historial, noticias e fotos).

Rancho Folclórico “As Capuchinhas”

Falamos acerca das nossa danças, trajes e costumes, sobre o nosso historial e como tudo começou.

Rancho Tradicional de Cinfães

Com este blog pretendemos manter as novidades sobre o nosso grupo sempre disponíveis a quem nos segue via internet.

Rancho Folclórico de Sernancelhe

Rancho Folclórico de Passos de Silgueiros

Engloba os aspectos sociais e culturais desta associação. Aqui, a Etnografia tem um lugar de particular relevo, dedicação e carinho.

Rancho Folclórico de Arcozelo da Torre

Rancho Folclórico “Os Camponeses de Mesquitela”

Rancho Infantil e Juvenil de Tendais

Rancho Folclórico Rosas do Tourigo

AFERT – Associação Folclórica e Recreativa do Tourigo é um organismo que na sua génese pretende apoiar o folclore, através do seu Rancho, bem como a música tradicional portuguesa, através do seu grupo de cavaquinhos.

Rancho Folclórico de Vinhó

Blog do Grupo / Actividades

Grupo Etnográfico de Danças e Cantares da Freguesia de Mioma

Desenvolve a sua actividade, mostrando as danças e cantares da região do Sátão e da sua etnografia. Desenvolve actividades diversas contando com o seu festival de Folclore no mês de Agosto.

Grupos Folclóricos e Etnográficos do Douro Litoral

Grupos Folclóricos e Etnográficos do Douro Litoral

«Douro Litoral é uma região onde as tradições, usos e costumes se revelam em festas e romarias.

Onde o profano e o sagrado se harmonizam numa mesma manifestação de vida e num mesmo louvor entoado com pronúncia do Norte em ritmos e cores variadas, em adros de igrejas românicas que provam a fé de um povo que vem manifestando pelos séculos até aos dias de hoje.

Terra de uma cultura rica em história, a região do Douro Litoral exibe, com brio, vestígios de povos ancestrais, castelos e fortificações, solares e quintas abastadas. Mas também casas de uma arquitetura de uma beleza rural ímpar em granito ou em xisto retirado com esforço das pedreiras locais. 

A região do Douro Litoral é, assim, um museu a céu aberto e um hino à natureza.» Fonte (texto adaptado)

Rancho Folclórico de São Pedro de Rates

Foi fundado a 18 de julho de 1970. A sua representação cultural insere-se regionalmente entre o Douro e o Baixo Minho, embora geograficamente esteja no Douro Litoral.
É sócio do INATEL e Sócio Aderente da Federação do Folclore Português. Organiza todos os anos festival de folclore Nacional e Internacional, desfolhada tradicional da Região, em casa Museu de Lavrador

Grupo Folclórico Infanto-Juvenil de S. Pedro Fins  FB

Este Grupo foi fundado a 20 de outubro de 2017 com o intuito de representar as tradições e costumes da freguesia de S. Pedro Fins e, por sua vez, os costumes e tradições do concelho da Maia. Apresenta ao seu público as principais brincadeiras que se realizavam no passado, assim como algumas modinhas infantis da mesma altura.

Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho

Fundado em 1987, este grupo tem participado, de Norte a Sul do país, em festas, romarias e festivais de folclore. Já representou Portugal na Sérvia e Croácia. De modo a representar fidedignamente o folclore do Douro Litoral este grupo fez uma recolha das modas e trajes das regiões de Gondomar, Trofa, Maia e outras regiões do grande Porto.

Grupo Folclórico de Cantas e Cramóis

O Grupo Folclórico de Cantas e Cramóis, fundado em Maio de 1949, (dois anos após a vinda a este Concelho do Professor Vergílio Pereira recolher elementos etnográficos para a sua obra “O Cancioneiro de Cinfães”), pelos já falecidos Srs. Fernando Barbedo e Augusto do Amaral, sendo este último, desde a fundação do Grupo, o seu Director Artístico, até ao seu falecimento em 14/07/80.

Grupo de Danças e Cantares do Centro Social de Soutelo

As Lavradeiras de Arcozelo

Resumo alargado da vida da instituição

Rancho Folclórico de Macieira da Lixa

Fundado em 1984 por um grupo de macieirenses, que ao grande amor à freguesia natal juntam uma paixão imensa pela riqueza etnográfica que se guarda no melhor sacrário das terras e nos corações saudosos das gentes…

Grupo Etnográfico de Valbom

Rancho Folclórico de Paranhos

Historial/contactos/actividades/agenda/fotografias/vídeos/trajes/cantigas/jogos populares

Rancho Etnográfico Santa Maria de Touguinha

Um site onde se pode pesquisar todas os eventos e iniciativas da Associação na qual o Rancho está inserida. Eventos esses que vão desde festivais de folclore, desporto, teatro e dança etc..

Rancho Infantil e Juvenil Padeirinhas de Valongo

Blog com notícias sobre o Rancho e a localidade de origem – Valongo (Distrito Porto)

Rancho Douro Litoral

Site que acompanha toda a actividade do rancho promovendo as saídas e eventos realizados.