Folclore: onde surgiu o primeiro Grupo Folclórico?

Onde surgiu o primeiro Grupo Folclórico?

Durante muito tempo, considerou-se o antigo Rancho das Lavradeiras de Carreço, fundado em 1904, como o mais antigo agrupamento folclórico constituído em Portugal.

Contudo, um documento que data de mais de dez anos anteriores à sua fundação leva-nos a concluir que, até novas provas em contrário, foi em Ponte de Lima que pela primeira vez surgiu um grupo folclórico devidamente organizado e trajado.

Com efeito, o jornal humorístico “O Sorvete” que se publicava no Porto, dava a conhecer na sua edição nº. 123 de 4 de Setembro de 1892 a deslocação àquela cidade do “grupo de lavradeiras de Ponte do Lima” (foto da página do jornal abaixo nesta matéria).

O grupo de lavradeiras de Ponte do Lima no Porto

E, com o título “O grupo de lavradeiras de Ponte do Lima no Porto“, fá-lo nos seguintes termos:

Graças á iniciativa dos generosos Bombeiros Voluntarios tiveram os portuenses occasião de vêr com os seus proprios olhos o que é uma esturdia no Minho. Lavradores e lavradeiras de puro sangue. Musica genuina da aldeia; cantadores e cantadeiras de fina raça; danças e cantares, tudo, enfim que o Minho tem.

Lourenço, o director da musica, tornou-se a figura mais saliente entre o seu grupo, pois que, ás primeiras gaitadas adquiriu logo as simpatias do publico que o chamou repetidas vezes e o cobriu de aplausos delirantes.

O sympathico Lourenço, quer na flauta, que toca bem – quer no sanguinho de Nosso Senhor Jesus Christo – mostrou-se um bom beiço. Das raparigas: a Thereza, a Rita e a Maria, muito alegres e folgazonas, as outras tambem muito pandegas. E p’ra que viva Ponte do Lima!

A notícia vem acompanhada de uma ilustração que constitui um desenho assinado pelo próprio responsável da publicação, o conceituado caricaturista Sebastião de Sousa Sanhudo, também ele natural de Ponte de Lima.

O traje característico das lavradeiras

A gravura mostra as lavradeiras com o seu traje característico incluindo os lenços de franjas, os aventais de quadros e as chinelas enquanto os homens com seus coletes e casacas de botões negros e, como não podia deixar de suceder, o inconfundível chapéu braguês por vezes bastante esquecido entre os grupos folclóricos minhotos da actualidade.

Uma particularidade que nos salta à vista é o facto do sympathico Lourenço que aparece com a sua flauta e era o director da música ser um negro cuja origem se desconhece, aparecendo aqui integrado naquele que se julga ter sido o primeiro grupo folclórico português.

Crónica de Severino Costa

Em 14 de Janeiro de 1966, o jornal limiano “Cardeal Saraiva” transcrevia uma crónica produzida pelo jornalista Severino Costa no “Comércio do Porto“. Nela asseverava ser o “grupo de lavradeiras de Ponte do Lima” originário da freguesia da Correlhã, dizendo a dado passo:

Lembrava-me muito bem do simpático Lourenço. Era um exímio tocador de flauta que na minha infância ouvi diversas vezes, não podendo porém, dizer como nem onde. Mas da pessoa lembro-me muito bem. Era um homem de fala muito suave, muito educado, alegre, e tinha uma prosóide curiosa… Nada sei da sua família e de como veio para Ponte de Lima”.

De resto, não sabemos o que levou o autor a concluir a proveniência daquele “grupo de lavradeiras“, a não ser porque ainda deverá ter conhecido ou obtido informações a respeito de algumas das pessoas mencionadas na notícia publicada em “O Sorvete“.

E conclui: “Mas do que parece não ficarem dúvidas, depois do aparecimento deste documento autêntico, é que Correlhã tinha, em 1892, um rancho folclórico. Não se concebe que alguém se tenha lembrado, por acaso, da freguesia de Correlhã.

Se dali foi levado ao Porto, pelos Bombeiros Voluntários, tal grupo, é porque ele existia constituído, com suas danças próprias, com nome firmado, com indumentária“.

Jornal “O Sorvete”

Em todo o caso e qualquer que seja a proveniência exacta do primeiro grupo folclórico, a referida edição do jornal “O Sorvete” vem documentar ter sido em Ponte de Lima a sua origem, informação essa que vem corrigir uma opinião que durante muito tempo foi sustentada nomeadamente pelas vozes mais autorizadas.

Não obstante, o eventual aparecimento de novas provas poderá reservar-nos mais surpresas e inclusive contrariar as conclusões a que até agora chegámos, pelo que nunca devemos dar por definitivo os resultados da nossa investigação.

Carlos Gomes, Jornalista, Licenciado em História (texto e imagens)

Rancho Folclórico “Os Campinos” de Vila Chã de Ourique

 

O Rancho Folclórico “Os Campinos” de Vila Chã de Ourique foi fundado a 19 de Abril de 1936 por um simpático grupo de pessoas, que decidiram mostrar os usos e costumes, no âmbito quotidiano social e profissional da respetiva localidade.

Entre bailaricos, viras e valsas, sempre homenageando o amor, o trabalho do campo (nomeadamente o amanho da vinha e produção do vinho), e as várias festividades, destacam-se as lides dos campinos na lezíria ribatejana com os cavalos e os toiros.

Estes são os motes para alguns Fandangos famosos no Ribatejo, que são dançados por homens que, na tentativa de mostrar o seu vigor e masculinidade, faziam (e fazem) os mais variados tipos de sapateados, utilizando, algumas vezes, o seu varapau e um meio-alqueire, e também por mulheres que, com os seus cântaros de água e vinho à cabeça, os equilibravam com muita perícia, formosura e orgulho.

Os trajes que o Rancho Folclórico “Os Campinos” de Vila Chã de Ourique apresenta são os seguintes:

trajes masculinos: Campino de Gala, Lavrador, Lagareiro, Domingueiro, Sal e Pimenta.

trajes femininos são: Trabalho, Caminho e Domingueiro.

A tocata é constituída pelos seguintes instrumentos musicais: acordeão, cana, ferrinhos, quarta e reco-reco.

Com coreografias, arranjos e adaptações próprias do decorrer das décadas, este grupo de folclore gerou o seu próprio “Fandango do Meio-Alqueire”, em 1938, especificamente para ser apresentado na Feira do Povo Português, no Festival do Cacho Doirado, no Coliseu dos Recreios em Lisboa.

Perante uma ilustre plateia, onde figurava, também, o então Presidente da República Portuguesa, Marechal Carmona, este Fandango ganhou o Prémio Cacho Dourado, dando-lhe um destaque e uma importância tal que não mais deixou de completar o reportório de danças e cantares do Rancho Folclórico “Os Campinos” de Vila Chã de Ourique, sendo o seu ex-libris até hoje.

Sobre Vila Chã de Ourique

A freguesia foi criada em 20 de janeiro de 1907, por ocasião da sua desanexação da freguesia do Cartaxo. Em 1926 adotou o atual topónimo, e em 1997 foi elevada a vila.

Dadas as potencialidades dos terrenos desta freguesia, a vinha e a produção de vinho têm um papel fundamental na vida económica local. É também em Vila Chã de Ourique que se situa a principal área empresarial do concelho, onde estão instaladas cerca de duas dezenas de empresas.

A freguesia possui uma área de 33,2 km2, com cerca de 3.000 habitantes.

O Monumento à Batalha de Ourique encontra-se no Centro da Vila e é um monumento histórico de que muito nos orgulhamos. Também no centro da Vila está situada a Igreja Matriz, sendo  o Senhor Jesus dos Aflitos o nosso santo padroeiro.

A Festa Anual da Vila ocorre no último fim-de-semana de Julho e são quatro dias de festejos realizados pelo grupo de cinquentões da terra.

O nosso slogan de convite à visita da nossa Terra é “Vila Chã de Ourique tem Vida e Convida”, sendo Terra de Boa Memória.

Grupo Folclórico Retalhos Antigos da Artesia – Califórnia

 

O Grupo Folclórico Retalhos Antigos da Artesia – Califórnia | Estados Unidos da América é um dos mais antigos que existem na Califórnia, e foi criado no ano de 1980. Os seus membros fundadores são oriundos da ilha Terceira – Açores.

O Grupo apresenta músicas tradicionais, assim como danças cantares dos Açores, utilizando cordofones originais, como é o caso da viola da terra de 15 cordas. O ensino deste instrumento musical, típico da ilha Terceira, a membros do Grupo é feita por outros elementos do mesmo.

O Grupo Retalhos Antigos orgulha-se de usar os trajes típicos da Região dos Açores, procurando, através destes, dar a conhecer os valores e costumes culturais de um povo que emigrou para os EUA.

Embora seja constituído, na sua quase totalidade, por elementos descendentes da Ilha Terceira, Açores – o que facilmente se verifica pelas suas influências claras nos trajes, toques, modas, coreografias e cantares da referida ilha, o Grupo apresenta danças e cantares de todas as ilhas açorianas.

Este Grupo de Folclore é constituído por cerca de 44 elementos, entre bailadores, tocadores e cantadores, e todos os seus elementos iniciaram as respetivas atividades folclóricas apenas nos Estados Unidos da América, facto que torna esta tarefa difícil, mas, ao mesmo tempo, muito interessante e gratificante.

Como sede e espaços para ensaios, o Grupo utiliza as instalações da Sociedade do Divino Espírito Santo, na cidade de Artesia, gentilmente cedida para o efeito, em troca de colaboração durante o ano.

Como principais eventos em que participou, salientam-se os Serões Culturais da Sociedade do Divino Espírito Santo da Artesia, Festa de S. João, Festas do Espírito Santo, Festas em honra de Santo António, Comemorações do Dia de Portugal, Festa de Natal da Hora Social Portuguesa, Festival de Folclore do Estado da Califórnia – Semblanza e Festival Internacional de Los Angeles, entre outros festivais e acontecimentos de relevo sociocultural pelo estado da Califórnia. Participa, ainda e durante o ano, em vários espetáculos e cortejos etnográficos, assim como em várias atividades comunitárias, como em atuações para as escolas locais e para clubes

O Grupo Folclórico Retalhos Antigos da Artesia orgulha-se e sentiu-se honrado com as visitas de diversos grupos folclóricos da ilha Terceira, nomeadamente: Grupo Folclórico das Doze Ribeiras, Grupo Folclórico “Fontes da Nossa Ilha” – Fontinhas, Grupo Folclórico e Etnográfico da Ribeirinha “Recordar e Conhecer”, e Grupo de Violas da Ilha Terceira, entre outros.

Organizou o 37° Festival de Folclore Português do Estado da Califórnia.

 

Grupo de Danças e Cantares do Catujal

 

Grupo de Danças e Cantares do Catujal / Unhos

Grupo de Danças e Cantares do Catujal / Unhos foi fundado a 11 de Dezembro de 1993, no Catujal, actual União de Freguesias de Camarate, Unhos e Apelação, concelho de Loures.

Tudo começou cerca de 6 meses antes, com o empenhamento de um certo número de pessoas que para aqui vieram morar há muitos anos, oriundos de diversos pontos do país.

Eram entusiastas das cantigas e danças populares, e com uma grande vontade de conviver alegremente, pelo que pensaram em formar um “Rancho”, o que iria permitir uma reunião, uma vez por semana, e assim dar largas à alegria de viver.

A primeira exibição teve lugar numa festa de crianças e o êxito foi tal que, pouco tempo depois, começaram a pensar em levar o assunto mais a sério, de modo a poderem representar diversos aspectos da cultura popular tradicional saloia, desde os finais do séc. XIX até aos anos 30/40 do séc. XX, e cuja orientação ainda mantêm.

Todos os anos levam a efeito um festival de folclore, proporcionando aos grupos convidados visitas a lugares de interesse no concelho, onde incluem a realização de jogos tradicionais.

Também promovem a realização de uma grande festa de aniversário que incluí, pelo menos, uma visita de estudo e um almoço para convívio de todos os seus elementos e familiares. Participam, também, em diversos festivais de outros grupos

Constituição, trajes e instrumentos

O Grupo é constituído por cerca 50 elementos, entre bailadores, tocadores e figurantes. Algumas crianças compõem também o Grupo, onde vão aprendendo a dançar, tocar, bem como algumas brincadeiras de outros tempos.

Os seus trajes são o resultado de pesquisa no concelho de Loures, e são, essencialmente, trajes de trabalho, de festa, de romaria ou domingueiros, e um ou outro abastado ou rico, representando algumas actividades económicas como a peixeira, pescador, cavador, lavadeira, carroceiro, lavrador, a aguadeira, a ceifeira, etc.

Os instrumentos utilizados são a viola, o bombo, o reque-reque, os ferrinhos, o acordeão, a concertina, a flauta e a pandeireta. No seu repertório constam “modas de roda”, viras, verde gaios, bailaricos, entre outras de raiz popular e tradicionais.

Está inscrito na Câmara Municipal de Loures e é filiado no INATEL desde 1996, como colectividade de Cultura e Recreio.

Sobre as localidades…

A Freguesia de Unhos é uma das mais antigas do concelho de Loures, está situada na margem direita do rio Trancão, um pouco antes da sua foz em Sacavém.

Possuía ancoradouro fluvial com grande movimentação de pescadores que se deslocavam para o rio Tejo e mar alto, e comerciantes que transportavam as suas mercadorias de e para Lisboa.

Possui Igreja Matriz, o seu patrono é São Silvestre, tem dois cruzeiros e um poço manuelino.

Catujal fica na parte alta da freguesia, tendo sido, em tempos, terra de cultivo, olivais, vinhas e de pastoreio. Possui uma capela muito antiga, denominada Capela da Nossa Senhora da Nazaré.

Contatos
Casa da Cultura, Rua 25 de Abril – Lote 266 – Unhos

E-mail: catujal.unhos.gdc@gmail.com
Telemóvel: 926 499 328 | Facebook

 

Livro sobre R.F. Maria da Fonte foi apresentado em Portugal

 

Depois de ter sido lançado no Rio de Janeiro, o livro sobre os 65 anos do R. F. Maria da Fonte da Casa do Minho do Rio de Janeiro, da autoria de Ígor Lopes, foi apresentado em Portugal

O jornalista e escritor luso-brasileiro Ígor Lopes esteve, durante o mês de agosto, numa verdadeira digressão pela região do Minho, para apresentar o seu novo livro-reportagem: “Rancho Folclórico Maria da Fonte da Casa do Minho do Rio de Janeiro – A jornada do grupo português que valoriza a cultura minhota no Brasil desde 1954”.

A obra, que tem como principal objetivo celebrar os 65 anos de fundação do Rancho Folclórico Maria da Fonte, o mais antigo dos quatro grupos dessa entidade carioca, retrata os bastidores das atividades do Rancho no Brasil e no exterior, a sua ligação com as autoridades internacionais e realça o protagonismo do grupo no cenário da defesa do folclore português no mundo.

Ao todo, em solo português, foram promovidas quatro apresentações do livro, três na região de Viana do Castelo e uma em Braga. Em todos os momentos, o lançamento do livro contou com a presença do autor, do presidente da Casa do Minho do Rio de Janeiro, Agostinho dos Santos, do único fundador vivo do Rancho, Odir Ferreira, e dos componentes do R.F. Maria da Fonte.

O sucesso do livro, que foi apresentado em maio na Casa do Minho, no Rio de Janeiro, fez com que o autor tenha sido convidado para estar presente no Salão do Livro de Lisboa em novembro deste ano.

Sobre as diversas apresentações em Portugal

No dia 7 de agosto, a apresentação do livro aconteceu na Quinta da Presa, em Viana do Castelo, e contou com dezenas de pessoas, entre autoridades, nomes ligados ao folclore e jornalistas.

Nessa ocasião, o presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, José Maria Costa, destacou a relação “muito forte” entre a Casa do Minho e a capital do Alto Minho, assegurando que a importância deste projeto cultural tem muito a ver com a vivência da diáspora.

Apesar da distância, a nossa diáspora partilha a nossa cultura e a nossa identidade. A nossa diáspora estima e preserva as tradições portugueses geração após geração, fazendo questão de representar os nossos usos e costumes da forma mais digna”, garantiu o autarca. Por isso, assumiu o edil, “este livro é o livro da vossa e da nossa história”. Em seguida, houve uma apresentação do Rancho Maria da Fonte para os convidados.

Já no dia 9 de agosto, a obra foi apresentada ao público no Salão Nobre da Câmara Municipal de Braga. O evento contou com a presença de Firmino Marques, vice-presidente do Município de Braga, e de Lídia Dias, vereadora da Cultura, além de autoridades luso-brasileiras e jornalistas.

Após a cerimónia, o R. F. Maria da Fonte fez uma apresentação na Praça da República, uma das artérias mais centrais da cidade.

Nas palavras de Firmino Marques, as ligações entre Braga e a Casa do Minho existem há anos e a cidade de Braga se orgulha disso. Por sua vez, a vereadora da cultura ressaltou os laços culturais que unem Brasil e Portugal.

No dia 10, o livro foi apresentado nas instalações da Quinta de Santoinho, em Darque, região de Viana do Castelo. O responsável pela Fundação Santoinho, Valdemar Cunha, referiu o carinho que sente pela Casa do Minho e pelo trabalho desenvolvido pela instituição em prol da divulgação da cultura minhota no Brasil.

No dia seguinte, dia 11, o trabalho foi apresentado na Junta de Freguesia de Carreço, em Viana do Castelo, na presença do Rancho Folclórico Regional das Lavradeiras de Carreço. João Amorim, presidente da autarquia de Carreço, referiu que esse foi um momento marcante para a sua freguesia.

Pesquisa histórica

Segundo foi possível averiguar, este livro-reportagem é fruto de pesquisas históricas e entrevistas jornalísticas efetuadas no Brasil e em Portugal.

Mostra o percurso do Rancho Folclórico Maria da Fonte ao longo dos seus 65 anos de existência, com foco na promoção dos nomes que fizeram o grupo ganhar a dimensão que tem hoje, explica as ligações da Casa do Minho com as autoridades portuguesas, brasileiras e luso-brasileiras, desvenda os detalhes das atividades do Rancho e aponta os seus principais momentos.

A narrativa do livro explica também a importância e a dimensão do protagonismo nacional e internacional do grupo, que ocupa hoje um lugar de grande notoriedade na diáspora portuguesa, promovendo a língua de Camões, a cultura lusitana e as tradições, danças e cantares da região do Alto Minho.

Momentos memoráveis

Segundo o presidente da Casa do Minho do Rio de Janeiro, Agostinho dos Santos, o lançamento do livro trouxe ainda mais destaque e reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelo Rancho Folclórico Maria da Fonte.

Este é o primeiro livro escrito sobre o Rancho Folclórico Maria da Fonte. Esta obra compila histórias, viagens e experiências do grupo que integra a Casa do Minho, instituição com 95 anos de existência”, afirmou Agostinho dos Santos, que é, desde 2017, Cidadão de Honra de Viana do Castelo.

Por sua vez, Igor Lopes, autor da publicação, sublinhou ser um “privilégio poder escrever a história do Rancho, no contexto da Casa do Minho”, instituição que é considerada uma verdadeira “embaixada minhota” no Brasil.

O livro contou com vários meses de pesquisas sobre datas, locais e personalidades. Não é um livro sobre os seus componentes, mas, antes, valoriza o passado do grupo, as motivações, os fundadores, as raízes, os parceiros fiéis.

Foram resgatadas imagens históricas e realizadas entrevistas nos dois países. Procurei, com uma grande pluralidade de opiniões, mostrar como é a imagem do Maria da Fonte no mundo”, afirmou Ígor Lopes.

Por fim, Odir Ferreira, único fundador vivo do Rancho, mencionou que muitas memórias da época da fundação do Rancho “nunca vão se apagar” e que, como todo início, o Maria da Fonte teve pedras no caminho, mas, com muitas parcerias, estudos e pessoas experientes como o casal Benjamin e Fernanda, de Carreço, foi possível avançar e conquistar o patamar atual.

Em Portugal, a obra está a ser comercializada por 20 euros, sendo que a verba obtida com a venda do livro reverterá a favor das atividades do Rancho e da Casa do Minho.

Em dezembro, o livro deverá ser apresentado à comunidade lusodescendente em Buenos Aires, na Argentina.

Experiência na área da comunicação e da literatura

Ígor Lopes é jornalista e escritor. É Mestre em Comunicação e Jornalismo pela Universidade de Coimbra (Portugal); Especialista em Gestão de Comunidades e Redes Sociais pela Universidade de Guadalajara (México), possui Extensão Universitária em Princípios da Comunicação Mediática Contemporânea pela Universidade de Santiago de Compostela (Espanha) e Graduação em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, pelas Faculdades Integradas Hélio Alonso (Brasil).

É responsável por projetos jornalísticos, de comunicação e literários entre Brasil e Portugal. Atua para agências de notícias brasileiras e portuguesas. Tem experiência nas áreas de consultoria literária, assessoria de imprensa e de comunicação, comunicação estratégica empresarial e institucional, jornalismo digital, jornalismo cultural, relações públicas, social media, marketing digital e cultura digital.

É autor dos livros-reportagem “Maria Alcina, a força infinita do Fado” (2016); “Casa do Distrito de Viseu: cinquenta anos de dedicação à cultura portuguesa no Rio de Janeiro” (2016) e responsável editorial pelos livros “A Voz da Mulher” (2018), da jornalista e radialista Wylma Guimarães, e “Values, Motivation and Leadership – Fany Tchaicovsky and colleagues” (2015), organizado por Marcelo Fernandes, especialista em Recursos Humanos entre Brasil e Portugal.

É detentor de prémios, títulos e distinções no meio profissional e académico. É membro da Academia de Letras e Artes Paranapuã (ALAP), da Academia de Letras de Teófilo Otoni (ALTO) e da Eco Academia de Letras, Ciências e Artes de Terezópolis de Goiás (E-ALCAT).

 

Rancho Folclórico Honra e Glória de Arrentela – Seixal

Rancho Folclórico Honra e Glória de Arrentela

O Rancho Folclórico Honra e Glória de Arrentela, inicialmente, era designado como “Grupo de Danças e Cantares de Arrentela”. Ele nasceu da ideia de um grupo de jovens, por ocasião das Festas Religiosas da Freguesia, no dia 1 de novembro, em honra de Nossa Senhora da Soledade. E numa encenação alusiva às origens da festa “O grande terramoto de 1755”.

Fez a sua primeira apresentação pública no dia 26 de maio de 2007, dia que passou a constituir a data de fundação.

O Rancho Folclórico Honra e Glória de Arrentela representa o passado das terras do Seixal. Acima de tudo a nossa Freguesia, com os seus trajes, as suas danças e os seus cantares.

E constituído, aproximadamente, por 40 elementos, com idades compreendidas entre os 2 e os 80 anos, e conta já com inúmeras atuações no seu historial.

Trajes

Apresenta como trajes:

– Ir-ver-a-Deus, Domingueiros, Romaria, Média Burguesia,

– Pescadores, Varinas, Calafates,

– Moleiros, Carvoeiro, Corticeiro,

– Apanhadeira de Laranjas, Vendedora de Fruta,

– Aguadeira, Lavadeira, Ceifeira,

– Crianças de antigamente,

entre outros…

Outrora, a nossa freguesia, pertencente ao concelho do Seixal, viveu essencialmente da faina marítima, bem como do trabalho dos campos, e da indústria. Nela vieram instalar-se algumas das fábricas que muito contribuíram para o desenvolvimento da localidade e do concelho.

Como as terras do concelho do Seixal ficam muito próximas de Lisboa, em tempos idos deram sempre um grande contribuíram para abastecer a cidade de Lisboa. Das nossas quintas de Arrentela, bem como de todo o concelho, partiam barcos carregados de hortaliças, laranjas, azeite e algum vinho.

Hoje em dia, as populações de Arrentela, bem como as de todo o concelho, já não vivem do mar. Mas nesta região estão instaladas algumas indústrias importantes para o concelho e mesmo para o país.

Aceitamos convites para Festivais de Folclore, Festas, etc., essencialmente através de permuta.

Rancho Folclórico Honra e Glória de Arrentela – Associação Cultural do Rancho Folclórico de Arrentela
Praceta Quinta da Boa Hora, nº 1 – Arrentela | 2840-364 Seixal
Contactos: 964455293 (Nuno Cardoso – Presidente) | 966479823 (Catarina Afonso – vice-Presidente)
Email: acrfarrentela@gmail.com

Sobre Arrentela

Arrentela está situada na margem sul do estuário do rio Tejo, em local alto e debruçado sobre o esteiro do Judeu. O seu nome provirá eventualmente de “Aventella”, por ser terra varrida por muitos ventos, ou de “Arreentella”, por causa de estar implantada em areais ou ainda, segundo a tradição popular, de “além terra”, desde que foi avistada do rio por pescadores.

Toda a região da margem sul do estuário do Tejo, integra na grande mancha terciária denominada Península de Setúbal, assenta, por isso, sobre uma vasta área compreendendo formações do Miocénio Marinha e Pliocénico.

O Pliocénico ocupa, no entanto, a grande totalidade da Península de Setúbal e os terrenos quaternários constituem as orlas marginais do Tejo e dos seus esteiros.

Quase toda a área do Concelho do Seixal, a que pertence a freguesia de Arrentela, se estende sobre a formação Pliocénica da Bacia do Tejo, a qual é bordada por uma larga faixa de depósitos recentes ao longo da orla fluvial.

A povoação de Arrentela está implantada em terrenos do Pliocénico, excepto junto das margens do esteiro em que o subsolo é formação natural recente ou artificial.

Em 1384, a Arramtella era referida por Fernão Lopes, na crónica de D. João I. Em 1399, o Convento da Trindade trocava a sua Quinta de Arrentela por bens em Lisboa. Data de 1403 o aforamento do esteiro de Arrentela a Nuno Álvares Pereira, que o doou, conjuntamente com outras terras, ao Convento do Carmo, em 1404.

Primeiros assentos no séc.XVI

Datam de 1581 os primeiros assentos de Baptismo, Casamentos e Óbitos lavrados na Paróquia de Arrentela.

Como outros povoados ribeirinhos da região, a Arrentela desenvolveu-se com base nas potencialidades do rio, quer a nível dos seus recursos naturais, quer das actividades proporcionadas pela localização geográfica, como a construção naval, sobretudo a partir do período dos descobrimentos e expansão marítima portuguesa.

A Arrentela perdeu progressivamente o poder local passando de sede de freguesia importante (que englobava o Seixal e as actuais localidades de Aldeia de Paio Pires e Fernão Ferro), a uma simples freguesia pertencente ao concelho do Seixal e, com a freguesia do Seixal, forma a Cidade do Seixal.

Com a reorganização administrativa territorial autárquica prevista pelo Lei 22/2012 de 30 de maio, a Arrentela irá perder a autonomia de freguesia, passando a englobar a freguesia de Aldeia de Paio Pires-Arrentela-Seixal.” Fonte e saber mais

Festival de Folclore em Ponte da Barca

 

No próximo dia 10 de Agosto, pelas 21h00, junto da Igreja Paroquial de Vila Chã S. João Baptista, o Rancho Folclórico e Cultural de S. João Baptista – Ponte da Barca (Minho) vai realizar o seu IV Festival de Folclore.

Nesta iniciativa vão participar os seguintes Grupos de Folclore, em representação de diversas regiões etnofolclóricas:

Rancho Danças e Cantares das Lavradeiras de Vila Chã – Vila do Conde

Embora já existisse desde 1945, realizando esporadicamente várias exibições, só em 1981 foi oficialmente fundado, optando depois pela designação com que hoje se apresenta: Rancho Danças e Cantares das Lavradeiras de Vila Chã.

O Rancho assenta nos costumes dos povos que viveram nesta localidade e região, com especial relevo para os trabalhos de campo e a faina do mar.

São de origem regional e local, os trajes, os instrumentos e as cantigas deste Rancho. O Rancho Danças e Cantares traduz com eficácia, as velhas tradições regionais, sendo portador de grande simpatia de norte a sul do país, tendo realizado inúmeras actuações. Tem também no seu palmarés exibições em Espanha e França.

As cantigas que cantam são músicas típicas de Vila Chã, que já vêm dos seus antepassados: o Malhão, a Chula, os Viras, a Sarrasquinha, a Tirana, a Cana Verde, etc. Os trajes que apresenta são: o de trabalho (no campo e na faina do mar); o fato de domingar; o fato de festa; o fato dos noivos.

Toca os seguintes instrumentos: acordeão, viola, cavaquinho, bombo, ferrinhos, pandeireta e reco-reco. É constituído por cerca de 45 elementos.

O Rancho Danças e Cantares das Lavradeiras de Vila Chã já fez três gravações em cassetes e uma em Cd“. Fonte

Grupo Infantil e Juvenil de S. Tiago de Gavião – Vila Nova de Famalicão

Rancho Folclórico de Santo António da Várzea – Santarém

O Grupo Danças e Cantares Santo António da Várzea, conhecido pelo nome de “Os Galitos da Várzea”, fundado em 23 de abril de 1978, foi durante muitos anos, conhecido pelo país.

Com o propósito de recolher, reconstituir e divulgar as tradições folclóricas da região, entre o bairro e a lezíria, com músicas, danças e trajes tradicionais desta mesma região.

Foi fundado por Joaquim Alfredo Rodrigues Vargas, Fernando Jordão, Glória Jordão, Amélia Jordão, Luísa Ambrósio, João Diogo Menino e Manuela Vargas. Fundaram também o Rancho Infantil e também o Rancho Folclórico d’Os Galitos da Várzea. Criaram tudo nessa mesma aldeia da Várzea, letras, músicas e danças. Para angariarem algum dinheiro para saídas, quer nacionais quer internacionais, fizeram peditórios porta-a-porta, dançando à porta das casas, fazendo festas e festivais.

Passados 36 anos, o Rancho foi reaberto, no dia 23 de novembro de 2013, contando com alguns elementos que já são da velha guarda do grupo anterior. Por isso, resolveram recomeçar tudo. Contam com novos elementos, que estão a começar agora, deste modo, não contam com muita experiência, mas com a promessa de dar o melhor em tudo o que estiver ao seu alcance.Fonte

Rancho Folclórico e Cultural de S. João Baptista – Ponte da Barca

 

 

Divulgação de Grupos de Folclore gratuitamente!

Divulgação de Grupos de Folclore

Folclore de Portugal – O Portal do Folclore Português tem-se assumido, desde 1 de Novembro de 2000, como um espaço de união, de encontro, de reflexão e de debate que visa contribuir para a divulgação dos Grupos de Folclore e outros que se dedicam ao Folclore e à Etnografia.

Este espaço, para além de outros objectivos, visa promover a troca de experiências, a entreajuda, as permutas e tudo o mais que for considerado benéfico para a promoção, divulgação e dignificação do Folclore Português, assim como colaborar, cada vez mais, na divulgação dos Grupos de Folclore que existem em Portugal e nas inúmeras comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo.

Sem dúvida que os Grupos com site na internet têm mais possibilidades de se dar a conhecer, não só em Portugal, mas, principalmente, no estrangeiro.

A internet é hoje o meio de comunicação e de divulgação por excelência.

Durante 24 horas por dia, sete dias por semana, os Grupos com site na internet podem ser vistos por milhões de pessoas. E em qualquer parte do mundo!

E depois de serem vistos passam a ser conhecidos… e daí a serem contactados para actuações no país e/ou no estrangeiro é um passo.

Então, o que fazer?

Assim, e caso pretenda divulgar, gratuitamente, o site ou blogue do seu Grupo de Folclore no Portal do Folclore Português, basta enviar-nos, via email, o nome, url e um pequeno texto de apresentação do mesmo (máximo de 50 palavras).

Ao mesmo tempo, a Equipa do Portal do Folclore Português está disponível para publicar um artigo para divulgação dos grupos interessados. E sem quaisquer custos!

Para isso, basta que nos enviem, via email:

– um texto (apresentação, historial e contactos, incluindo email – mínimo de 350 palavras) e, pelo menos,

– uma imagem atualizada do Grupo (mínimo de 800×445 pixels).

Divulgação de iniciativas

Também é possível a divulgação de iniciativas de âmbito etnográfico, folclórico ou cultural, promovidas pelos Grupos. Enviar texto (com o mínimo de 350 palavras) e uma foto (mínimo de 800×445 pixels).

 

Grupo Danças e Cantares de Serreleis – Terra do Linho

 

O Grupo Danças e Cantares de Serreleis, fundado em Setembro de 1982, por Domingos Fernandes Vieira, e “batizado” na Igreja de S. Pedro de Serreleis em Julho de 1983, continua a ser o único embaixador da cultura da sua terra.

Com inúmeras deslocações pelo país (incluindo na Região Autónoma dos Açores), França e Espanha, participou, por diversas vezes, em filmagens, e os seus responsáveis concederam entrevistas para as rádios locais, RTP e canais de televisão nos EUA, Canadá. Na Bélgica, existe uma exposição dos seus trajes regionais.

Na sequência do seu trabalho de recolha etnográfica efetuada na sua freguesia, durante os primeiros anos de existência, o Grupo de Danças e Cantares de Serreleis orgulha-se de apresentar um Folclore genuíno, que faz reviver, em todos os que têm oportunidade de ver as suas atuações, o gosto pelas tradições da sua região, e por tudo aquilo que, em tempos remotos, foi a vida do quotidiano rural.

Consciente da necessidade de uma permanente melhoria do seu trabalho, tem sabido adaptar-se às exigências de encontrar a veracidade etnográfica em cada pormenor relacionado com os usos e costumes da sua terra, na época que representa.

São as danças, os cantares e, sobretudo, os trajes e o ourar deste Grupo, que causa admiração em muitos dos que têm oportunidade de ver este Grupo, nomeadamente nos diversos eventos etnográficos e folclóricos em que tem participado.

Contatos

Grupo de Danças e Cantares de Serreleis | Rua Maria José Pereira de Castro Tasso de Sousa, 71 | 4925-595 Serreleis | Viana do Castelo

Tlm 918 149 377 / 964 064 908 / 966 318 809| Email: folclore-serreleis@sapo.pt | Facebook | Alto Minho – Portugal

 

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A Freguesia de Serreleis – Viana do Castelo

Serreleis é a mais pequena aldeia do concelho de Viana do Castelo, na antiga província do Minho.

Está localizada na margem direita do Rio Lima, e é delimitada, a Norte e Poente, pela freguesia de Portuzelo, a Sul, pelo rio Lima, e a Nascente, pela freguesia de Cardielos. É uma freguesia pouco acidentada, de suave relevo, com férteis terras agrícolas e encantadoras paisagens, sobretudo na orla ribeirinha.

Situada a 8 km da cidade, continua a ser uma freguesia pacata, onde ainda se pode escutar o cantar dos passarinhos, onde o verde impera e onde a calmaria da vida do campo enche os corações de quem vive e também de quem a oportunidade e o gosto de visitar Serreleis.

Do ponto de vista administrativo, faz parte da União das Freguesias de Cardielos e Serreleis.

 

Grupos Folclóricos nas Comunidades Portuguesas

Comunidades de Portugueses espalhados pelo mundo

Desde a fundação da nacionalidade, em pleno séc. XII, que os portugueses começaram a sair de Portugal e a instalar-se noutras partes do mundo, criando Comunidades Portuguesas no estrangeiro. Começaram pela Europa, particularmente em França, em Inglaterra e na Flandres.

Com os Descobrimentos, espalharam-se pela África, depois pela América, a seguir pela Ásia e a Oceânia.

Para onde que que fossem, os portugueses fundaram cidades, ajudaram a criar países e estiveram na origem ou colaboraram na independência de outros.

No séc. XVII, e até aos anos 50 do séc. XX, o Brasil foi o principal destino dos portugueses.

Apesar de nos finais do século XIX os portugueses começarem a procurar outros destinos, pelo que, durante o séc. XX, foram se espalhando pelos

– Estados Unidos da América,

– Argentina,

– Venezuela,

– Canadá,

– Austrália, etc.,

aumentando, ainda, o fluxo emigratório para África (Angola, Moçambique, África do Sul, Zimbabwe e o Congo).

No entanto, a grande “sangria” de portugueses da sua pátria verificou-se a partir de finais dos anos 50. E os destinos são países da Europa, a recuperar da II Guerra Mundial:

França, Alemanha, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Suíça, etc.

Nos países de adopção, têm mantido vivos muitos dos usos, costumes e tradições originárias das respectivas regiões portuguesas de onde são oriundos, particularmente através da criação e dinamização de Grupos de Folclore, inseridos em Associações Culturais.

Alemanha

Rancho Folclórico Português “Estrelas do Norte” de Bad Urach e.V. site

Representa o Baixo Minho. 

Rancho Folclórico Estrelas do Minho de Frankfurt /M. e.V.

Danças e Trajes do Minho na Alemanha.

Rancho Folclórico “Quinas de Portugal” e.V.

O Rancho Folclórico Quinas de Portugal foi fundado a 07.09.1996 e representa Portugal, com as suas danças e cantares, de Norte a Sul.

Rancho Folclórico “Os Jovens de Magstadt”

A página contém fotos, a história, actividades sempre actualizadas, e muita mais informação sobre a nossa colectividade e o nosso Rancho Folclórico.

Rancho Folclórico Português de Wiesbaden

Informações do Grupo! Viva a beleza, o colorido e a alegria do Folclore Português.

Rancho Folclórico Português Sto António de Dortmund

Grupo de Folclore que representa danças e cantares do Minho.

Rancho Folclórico Português da Missão Católica de Mainz

Apresentação do Rancho e dos seus membros. Divulgação de Actuações.

Rancho Folclórico Arco-Íris de Osnabrück

Grupo Etnográfico Coração do Minho

Folclore e etnografia de Viana do Castelo – Alto Minho. O GECDM foi fundado em 2001, na cidade de Hagen.

Grupo Folclórico Cultural Recreativo Português – Stuttgart

Informações sobre o Rancho de Stuttgard.

Grupos Folclóricos e Etnográficos da Madeira

Grupos Folclóricos e Etnográficos da Madeira

“Situado a sudoeste do continente e de origem vulcânica, o Arquipélago da Madeira é constituído pelas ilhas da Madeira, Porto Santo, Desertas e Selvagens.

Na ilha da Madeira, a mais extensa (728 km2), a disposição dos relevos define uma vertente norte mais pluviosa e outra meridional mais amena, onde se situa a cidade mais importante, o Funchal.

A vegetação escalona-se em altitude,

– com um andar baixo de espécies tropicais (bananeira, cana-de-açúcar, anona, papaia, manga, maracujá),

– a que sucede um andar mediterrâneo (figueira, nespereira e vinha, que pode descer até ao nível do mar)

– e outro dos cereais (milho, trigo, centeio e cevada).

A vegetação natural também se dispõe em andares e contém espécies da Macaronésia, destacando-se a Laurissilva e a floresta de criptomérias. A Laurissilva ocupa 10.000 ha e é uma autêntica relíquia viva do que foi a floresta da Europa antes da idade glaciária.

As riquezas florísticas são a principal razão da criação do Parque Natural da Madeira, que ocupa dois terços da superfície da ilha.

Existe, ainda, a Reserva Natural do Garajau, criada em 1986, a leste do Funchal, pela sua riqueza piscícola (mero, badejo, manta, peixe-cão), mamíferos marinhos e muitas espécies de tartarugas.

Devido ao acidentado do terreno, a agricultura pratica-se em estreitos socalcos, resultado de um intenso labor secular, possibilitada por uma extensa rede de canais de distribuição da água, as levadas.” (Dicionário Ilustrado do Conhecimento Essencial)

Grupo de Folclore MonteVerde – Site

Foi fundado em 1967, no Sítio da Levada da Corujeira, um agrupamento de folclore com o nome de MonteVerde. Este grupo exibiu-se em vários eventos da Ilha, incluindo a bordo de navios, hotéis e em recintos públicos. Teve ainda o privilégio de poder editar, em vinil, vinte e duas músicas de cariz folclórico e popular.

Grupo Folclórico da Casa do Povo da Camacha

Este site pretende uma maior aproximação com as comunidades madeirenses espalhadas pelo mundo, e claro na divulgação de todo o trabalho desenvolvido a nível da recolha e espectáculo pelo Grupo, durante todos estes anos de existência.

Grupo de Folclore de Machico

Apresentação do historial, trajes e reportório do Grupo de Folclore de Machico, cidade da zona leste da Ilha da Madeira.

Grupo de Folclore de Ponta do Sol

Nota: Se o seu Grupo de Folclore não está aqui referenciado ou não está indicada qualquer ligação para a página web/blogue ou para a página do Facebook, por favor, contacte-nos. Obrigado!