Tarde de Folclore Português no Luxemburgo

Tarde de Folclore

No próximo dia 1 de Março de 2020 (Domingo), a partir das 14h00, vai realizar-se um Festival de Folclore Português, no Centro Cultural de Cessange (1, rue Saint Joseph) – Luxemburgo.

Esta iniciativa, promovida pelo Grupo de Folclore “O Cancioneiro do Alto Minho“, vai ter também a participação dos seguintes Grupos de Folclore:

– Rancho Folclórico A.C.R.P. de Wetzikon

– Grupo Folclórico “Terras do Minho” de Kremlin-Bicêtre

– Grupo “Juventude e Raízes de Portugal” de Chatenay-Malabry

– Grupo Folclórico de la Vallée de l’Orne-Rombas

– Grupo Folclórico “As Lavradeiras do Minho” de Mersche

– Grupo de Danças e Cantares de Portugal de Steinfort

A entrada é livre!

Sobre o Grupo anfitrião

“Em plena Europa central, situado entre a França, a Bélgica e a Alemanha, o Grão-Ducado do Luxemburgo é um pequeno país com pouco mais de meio milhão de pessoas, de entre os quais conta com 17% de emigrantes portugueses e seus descendentes.

Fundado em 14 de janeiro de 2014 por Berto Silva, Steven Gaspar e Cindy Rocha, “O Cancioneiro do Alto Minho” tem-se destacado na defesa e divulgação das nossas raízes minhotas, contribuindo de forma notável também para a preservação da identidade das nossas gentes ali radicadas e assumindo-se como elo de união da comunidade portuguesa.

Com apenas 6 anos de existência, obteve por parte da Federação do Folclore Português o reconhecimento que lhe permitiu ser aceite como membro aderente. Espera, agora, que o caminho traçado o conduza a seu tempo a ser admitido como sócio efectivo.

Os trajes são do espólio do grupo e os lenços são todos antigos, portanto originais e não reproduções.” Fonte  (Texto atualizado)

XXVII Encontro de Cantares do Ciclo Natalício

No próximo dia 21 de Dezembro de 2019, pelas 21h30m, no Salão Paroquial de S. Mamede de Infesta – Matosinhos, vai realizar-se o XXVII Encontro de Cantares do Ciclo Natalício, com a participação dos seguintes Grupos:

Grupo Folclórico da Corredoura – Guimarães

Corredoura, localidade da vila de S. Torcato a Norte, e a seis quilómetros da cidade de Guimarães, terra de grandes tradições culturais e religiosas, marcada ainda por uma forte componente agrícola, onde se pode observar com rara beleza os campos e as searas do milho, linho e centeio, é hoje em dia um dos pólos de maior desenvolvimento sócio-cultural da região, participada por um enorme movimento associativo, e um grande surto de desenvolvimento industrial na área têxtil, calçado e construção.

Tendo como finalidade a ocupação dos tempos livres do Povo da sua Terra, o gosto pela dança, canto e música, foi fundado em 1 de Março do ano de 1956 o Grupo Folclórico da Corredoura, que desde logo desenvolveu um verdadeiro trabalho de pesquisa e de recolha dos usos, costumes e tradições dos seus antepassados, e da sua região. Ler +

Rancho Regional de S. Salvador de Folgosa – Maia

O Rancho Regional de S. Salvador de Folgosa – Maia, nasceu por ocasião da angariação de fundos para as obras de remodelação da Igreja Paroquial, em finais da década de cinquenta, tendo desde logo procurado afirmar-se no panorama folclórico nacional e regional.

A partir desta altura, o Rancho tem vindo a aperfeiçoar a sua actividade de reprodução de trajes, danças e cantares dos tempos remotos nas terras da Maia, através de pesquisas e recolhas que garantem a autenticidade do que pretende representar.

Em termos de folclore, representa a zona do chamado Vale do Coronado, no leste maiato. E dentro destes limites que se propõe recolher e depois reproduzir o mais fidedignamente possível as vivências quotidianas e festivas dos nossos antepassados. Ler +

Grupo Folclórico de Santa Maria de Cabril – Castro Daire

O Grupo Folclórico da Casa do Povo de Cabril foi fundado em 1970. Durante os 40 anos de existência foi o maior embaixador da sua região, tendo actuado em todo o País e no Estrangeiro. Esteve presente em 2 festivais no Algarve, nos Estados Unidos da América, no Brasil e em quase todos os países da Europa. Ler +

Rancho Típico de S. Mamede de Infesta – Matosinhos

Fundado a 29 de Maio de 1960, digno representante dos usos e costumes das antigas terras da Maia (iam do rio Ave ao rio Douro, circunscritas ao vale do rio Leça). Terra essencialmente agrícola.

Realizou pesquisas e recolhas no seu concelho – Matosinhos, onde faz reviver tradições esquecidas no tempo, nomeadamente os cantares de Janeiras e Reis.

Organiza, em S. Mamede de Infesta a Quinzena cultural onde estão patentes exposições de artesanato e artes plásticas, noites de música popular, festival de folclore infantil e festival internacional de folclore. Ler +

Grupo Folclórico de Santa Cruz de Vila Meã – Amarante

O Grupo Folclórico de Santa Cruz – Vila Meã, foi fundado em 19 de Novembro de 1977, apresentando-se pela primeira vez em público em 30 de Abril de 1978. Pretendeu-se, com esta iniciativa, perpetuar a cultura da região de Vila Meã através das danças e cantares, dos usos e dos costumes do que foi o concelho de Santa Cruz de Riba Tâmega, que aqui tinha a sua sede.

Santa Cruz de Riba-Tâmega (hoje Vila Meã) era um concelho próspero extinto, por razões políticas, em 1855, que, no momento da sua extinção, ocupava o sexto lugar na classificação económica do distrito do Porto.

Salvaguardando o respeito devido ao folclore, o fundador seguiu o caminho do rigor e da seriedade na recolha dos testemunhos em que havia de assentar os pilares do seu grupo, após o que escolheu o nome de modo a caracterizar a região que se pretendia representar. Ler +

Com esta iniciativa, a organização pretende o dar a conhecer as tradições natalícias de diferentes zonas do país, visando o enriquecimento sócio cultural da população de Matosinhos, no geral, e da freguesia de S. Mamede em particular

Entrada para o Encontro de Cantares do Ciclo Natalício é gratuita.

XII Feira do Porco e as Delícias do Sarrabulho

De 31 de janeiro a 2 de fevereiro de 2020, Ponte de Lima vai acolher a XII Feira do Porco e as Delícias do Sarrabulho, consolidando, assim, uma festa dos saberes e sabores tradicionais.

Ponte de Lima, a Vila mais antiga de Portugal orgulha-se de um passado tradicional, rico em usos e costumes. E foi com base nestes valores ancestrais que foi sendo construída uma Vila atrativa, moderna, empreendedora e dinâmica, transformando-se cada vez mais no ponto de encontro de famílias e turistas que se encantam pela tipicidade das ruas históricas e pelas nossas gentes, afáveis e acolhedoras.

As Feiras temáticas que, anualmente, são realizadas nesta Vila do Alto Minho, aliadas à arte de bem cozinhar, transformam-se em eventos de referência, a nível empresarial e turístico, atraindo milhares de visitantes ao longo de todo o ano.

A revitalização dos costumes do povo limiano através da valorização das velhas tradições passará pela mostra de produtos regionais – derivados do Porco – e pela tradicional matança do porco, que em tempos foi uma prática recorrente do mundo rural português.

O evento, que propõe uma combinação de experiências gastronómicas, num conceito ligado à terra e à tradição, procura promover e consolidar o ex-líbris da sua gastronomia, e um dos verdadeiros motores do desenvolvimento económico do concelho: o Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima.

O ex-libris da gastronomia limiana, o Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima, é um dos verdadeiros motores do desenvolvimento económico do concelho, atraindo ao longo de todo o ano milhares de visitantes.

A Feira do Porco e as Delícias do Sarrabulho enquadra-se nos Fins-de-semana Gastronómicos, e visa promover o Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima, mostrando também algumas iguarias derivadas do Porco, com destaque para os enchidos e fumados.

Neste evento, os visitantes poderão encontrar propostas irresistíveis dos vários restaurantes do concelho, assim como, expositores de produtos regionais e artesanato.

Esta iniciativa está integrada no projecto “Em Época Baixa, Ponte de Lima em Alta”, cuja principal missão visa promover uma maior atratividade e visibilidade para o concelho e para a região, mantendo a aposta no turismo gastronómico em “Época Baixa”, projeto que o Município de Ponte de Lima dinamiza até maio.

 

10º Encontro de Cantares Natalícios | Torres do Mondego

No próximo dia 7 de dezembro, sábado, a partir das 17h, na Igreja Matriz de Torres do Mondego, vai realizar-se o 10º Encontro de Cantares Natalícios.

Esta iniciativa é promovida pelo Grupo Folclórico e Etnográfico Cova do Ouro e Serra da Rocha, e nela vão participar:

Grupo Folclórico e Etnográfico Cova do Ouro e Serra da Rocha | Coimbra | Beira Litoral – Gândara, Bairrada e Mondego

Este Grupo de Folclore, fundado em Novembro de 1990, pretende “Repor a verdade, em toda a vertente folclórica, mostrando com o rigor possível, às actuais gerações, o modo como viviam os seus antepassados.”

Rancho Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares da Mugideira | Torres Vedras | Estremadura Centro – Saloia

Rancho Folclórico da Santa Casa da Misericórdia de Soure | Soure | Beira Litoral – Gândara, Bairrada e Mondego

Foi fundado em 15 de Maio de 1995 por um conjunto de pessoas ligadas à Santa Casa da Misericórdia com o objectivo de preservar os usos e costumes do povo da nossa terra no passado, procurando retratar o seu modo de ser e de estar, numa terra essencialmente agrícola, em zona de transição entre a Serra, onde predomina a cultura do olival, a pastorícia e o mel, e a Planície com as culturas do milho e do arroz.

A partir de pesquisas e recolhas etnográficas efectuadas foi possível recriar vários trajes de trabalho como o de ceifeira, cavador, homem e mulher na eira, lavadeira, moleiros, resineiro, com os correspondentes utensílios. Encontramos em paralelo com estes, outros mais domingueiros, de noivos, de romaria e de ir à missa ou ainda de ir à feira.

O reportório é composto por viras, valsejados e essencialmente danças de roda.

A tocata é composta por acordeão, viola, bandolim, cavaquinho, reco-reco, bombo e ferrinhos. Fonte

 

 

Festival de Folclore em Ponte da Barca

 

No próximo dia 10 de Agosto, pelas 21h00, junto da Igreja Paroquial de Vila Chã S. João Baptista, o Rancho Folclórico e Cultural de S. João Baptista – Ponte da Barca (Minho) vai realizar o seu IV Festival de Folclore.

Nesta iniciativa vão participar os seguintes Grupos de Folclore, em representação de diversas regiões etnofolclóricas:

Rancho Danças e Cantares das Lavradeiras de Vila Chã – Vila do Conde

Embora já existisse desde 1945, realizando esporadicamente várias exibições, só em 1981 foi oficialmente fundado, optando depois pela designação com que hoje se apresenta: Rancho Danças e Cantares das Lavradeiras de Vila Chã.

O Rancho assenta nos costumes dos povos que viveram nesta localidade e região, com especial relevo para os trabalhos de campo e a faina do mar.

São de origem regional e local, os trajes, os instrumentos e as cantigas deste Rancho. O Rancho Danças e Cantares traduz com eficácia, as velhas tradições regionais, sendo portador de grande simpatia de norte a sul do país, tendo realizado inúmeras actuações. Tem também no seu palmarés exibições em Espanha e França.

As cantigas que cantam são músicas típicas de Vila Chã, que já vêm dos seus antepassados: o Malhão, a Chula, os Viras, a Sarrasquinha, a Tirana, a Cana Verde, etc. Os trajes que apresenta são: o de trabalho (no campo e na faina do mar); o fato de domingar; o fato de festa; o fato dos noivos.

Toca os seguintes instrumentos: acordeão, viola, cavaquinho, bombo, ferrinhos, pandeireta e reco-reco. É constituído por cerca de 45 elementos.

O Rancho Danças e Cantares das Lavradeiras de Vila Chã já fez três gravações em cassetes e uma em Cd“. Fonte

Grupo Infantil e Juvenil de S. Tiago de Gavião – Vila Nova de Famalicão

Rancho Folclórico de Santo António da Várzea – Santarém

O Grupo Danças e Cantares Santo António da Várzea, conhecido pelo nome de “Os Galitos da Várzea”, fundado em 23 de abril de 1978, foi durante muitos anos, conhecido pelo país.

Com o propósito de recolher, reconstituir e divulgar as tradições folclóricas da região, entre o bairro e a lezíria, com músicas, danças e trajes tradicionais desta mesma região.

Foi fundado por Joaquim Alfredo Rodrigues Vargas, Fernando Jordão, Glória Jordão, Amélia Jordão, Luísa Ambrósio, João Diogo Menino e Manuela Vargas. Fundaram também o Rancho Infantil e também o Rancho Folclórico d’Os Galitos da Várzea. Criaram tudo nessa mesma aldeia da Várzea, letras, músicas e danças. Para angariarem algum dinheiro para saídas, quer nacionais quer internacionais, fizeram peditórios porta-a-porta, dançando à porta das casas, fazendo festas e festivais.

Passados 36 anos, o Rancho foi reaberto, no dia 23 de novembro de 2013, contando com alguns elementos que já são da velha guarda do grupo anterior. Por isso, resolveram recomeçar tudo. Contam com novos elementos, que estão a começar agora, deste modo, não contam com muita experiência, mas com a promessa de dar o melhor em tudo o que estiver ao seu alcance.Fonte

Rancho Folclórico e Cultural de S. João Baptista – Ponte da Barca

 

 

33º Festival Folclórico “Do Amor à Tradição”

 

Vai realizar-se, no próximo dia 1 de setembro, o 33º Festival Folclórico “Do Amor à Tradição”, promovido pelo Rancho Folclórico e Etnográfico “A Telheira” de Barqueiros (Barcelos).

Esta iniciativa terá início pelas 15h30, na Rua da Estrada Medieval (junto ao infantário de Barqueiros – Barcelos) com o desfile dos grupos que vão participar:

Rancho Folclórico “Os Camponeses” de São Francisco – Alcochete | Rancho Folclórico “As Andorinhas” S. Silvestre – Murtosa – Aveiro | Rancho Folclórico de Boelhe – Penafiel | Rancho Folclórico Cuide de Vila Verde – Ponte de Lima | e o grupo anfitrião, o Rancho Folclórico e Etnográfico “ A Telheira” – Barqueiros,

a que se seguirá a entrega das lembranças aos grupos presentes e, por fim, a atuação e uma pequena amostra da cultura tradicional da região/localidade de origem de cada um dos grupos.

Contamos com a visita e energia de todos aqueles que nos queiram conhecer melhor, de todos os amantes do folclore tradicional minhoto e de todos os amigos desta associação que se queiram juntar a nós para passar uma tarde muito animada, com muita música, muita dança e, também, um sorteio de prémios de rifas que podem adquirir junto dos elementos do nosso Rancho.

Agradecemos à Junta de Freguesia de Barqueiros, à Câmara Municipal de Barcelos, ao Centro Social e Bem-Estar de Barqueiros, à Federação Portuguesa de Folclore, às diversas indústrias de comerciantes e ainda a todos os elementos, familiares e amigos que nos ajudam e trabalham para que este festival seja possível.

Sobre o Rancho Folclórico e Etnográfico “A Telheira”

O Rancho Folclórico e Etnográfico “A Telheira” nasceu formalmente no dia 10 de julho de 1985 (embora a sua primeira atuação pública tenha sido no dia 15 de agosto de 1983), e pretende divulgar a cultura da telheira e da tendedeira, que remonta ao período de 1750-1810.

Esta cultura antiga de Barqueiros deu origem e muito influenciou o nosso Grupo e, por isso, nas nossas apresentações mostramos utensílios usados no fabrico do barro e da telha, bem como as danças e os cantares que exibimos, para além de mostrarem os tradicionais viras minhotos, também demonstram o que era vivido nesta comunidade.

 

 

Festival Internacional de Folclore em Lanheses

 

Casa do Povo de Lanheses apresenta 40º Festival Internacional de Folclore no próximo dia 2 de agosto, sábado, pelas 21h00.

No âmbito da 40ª edição do seu Festival de Folclore, a Casa do Povo de Lanheses reúne grupos folclóricos de quatro países diferentes no emblemático Paço de Lanheses. O festival, que se realiza no dia 3 de agosto às 21h, apresenta anualmente danças de todo o mundo, e este ano acolhe grupos da Polónia, da Sérvia, de Espanha, e de norte a sul de Portugal.

Diferentes países e regiões representados pelas suas músicas e danças tradicionais numa noite que promete ser de grande animação e que é também uma oportunidade de o público viajar pela cultura e pelas tradições de diversos países.

Na presente edição do Festival de Folclore, que vai reunir mais de 250 bailarinos, vão participar

o Grupo FolK Ensemble Branko Radicevic  – Sérvia, o Grupo Folklore Ensemble RUDKI – Polónia, a Agrupación Folclórica Chajoigo – Canárias – Espanha, o Rancho Regional da Casa do Povo de Ílhavo, o Rancho Folclórico do Caçador – Viseu, o Rancho Folclórico da Romeira – Santarém e o anfitrião, Grupo Folclórico da Casa do Povo de Lanheses.

Com entrada livre, a cerimónia de abertura irá realizar-se pelas 17h30, com a colocação de insígnias. O Festival, propriamente dito, terá início às 21h00 horas.

Sobre o Grupo Folclórico da Casa do Povo de Lanheses

Fundado em 1946, o Grupo Folclórico da Casa do Povo de Lanheses assume-se como fiel representante do folclore minhoto, deixando transparecer na alegria dos seus trajes, no ritmo dos seus cantares e na magia das suas danças um testemunho vivo das tradições culturais e dos usos e costumes locais.

Membro efetivo da Federação do Folclore Português e da Associação dos Grupos Folclóricos do Alto Minho, o Grupo tem levado o folclore minhoto de norte a sul do país, às ilhas e a diversas localidades além-fronteiras.

 

 

Mostra Folclórica do Atlântico 2019 | Relva – Açores

XXVII Grande Festival de Folclore da Relva Mostra Folclórica do Atlântico

Espetáculo Principal de Gala – 27 de julho de 2019 – Relva

Programa

19h30 – Cerimónia de entrega de lembranças no Centro Cívico e Cultural.

20h00 – Concentração no Centro Cívico e Cultural da Relva todos os Grupos participantes.

20h30 – Desfile Folclórico e Etnográfico pela Av. 5 de Agosto e Av da Igreja

21h00 – Abertura do XXVII Grande Festival de Folclore da Relva – Mostra Folclórica do Atlântico.

21h15 – Início do XXVII Grande Festival de Folclore da Relva – Mostra Folclórica do Atlântico, no Jardim 5 de Agosto, com a participação dos seguintes Grupos:

– Grupo Folclórico de São Miguel – Ponta Delgada 

– TRAGA – Associação de Folclore Tradições de Gaula, Santa Cruz – Madeira

– Grupo Folclórico da Fajã de Baixo

– Grupo Folclórico de São José – Salga

– Rancho Folclórico Camponeses de Canados, Alenquer, Estremadura Saloia – Continente Português

– Rancho Folclórico de Santa Cecília – Fajã de Cima

– Folk Dance Ensemble „GRANDINELE“, Panevezys – Lituânia

– Grupo Folclórico de Cantares e Balhados da Relva

24h00 – Encerramento, seguindo-se convívio, no Salão Cultural e Recreativo de Nossa Senhora das Neves

Organização: Junta de Freguesia da Relva e Grupo Folclórico de Cantares e Balhados da Relva

A Freguesia de Relva

A Freguesia de Relva situa-se na ilha de São Miguel, Região Autónoma dos Açores.

“A escassos cinco quilómetros a poente de Ponta Delgada, confrontando com as freguesias de Santa Clara, Arrifes, Covoada, Capelas e Feteiras, situa-se a freguesia de Relva, com cerca de onze quilómetros quadrados, já praticamente inserida na malha urbana de Ponta Delgada.

Assim denominada por ser outrora lugar de «boa erva», onde o gado se ia alimentar, foi das primeiras freguesias do concelho de Ponta Delgada a ser constituída.

A Relva tem vindo a crescer, (contando já com mais de três mil habitantes e um razoável parque habitacional, que atinge as novecentas e cinquenta moradias), mercê da sua boa localização e do facto de possuir um já apreciável número de infraestruturas, que cria uma natural apetência para aqui viver.

Freguesia caracterizada pela preservação das mais belas tradições, mantém em funcionamento muitas instituições ligadas às mais diversas actividades: culturais, desportivas, recreativas, sociais e religiosas.

Tem no Parque Empresarial dos Valados umas das suas principais zonas económicas, contando com mais de uma centena de unidades comerciais e/ou industriais.

Possui ainda na Rocha da Relva um legado precioso, deixado pelos nossos antepassados. Lugar onde ainda é possível acordar com o cantar dos pássaros e o murmúrio das ondas, constitui um bom cartaz turístico desta freguesia.” (Fonte)

 

15º Aniversário do Rancho Folclórico da A.C.R.D. de Rubiães

 

No âmbito das comemorações do 15º aniversário Rancho Folclórico da Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Rubiães – Paredes de Coura, vai realizar-se, no próximo dia 21 de Julho, na Junta de Freguesia de Rubiães, o 16º Festival de Folclore. A presente edição do Festival de Folclore terá como tema “O Linho”, motivo pelo qual a decoração do palco terá diversos elementos relacionados com os “Trabalhos do Linho”.

O Festival de Folclore terá início pelas 14h30, com o habitual desfile dos grupos convidados: o Rancho Folclórico “As Janeiras” pertencente à freguesia de Glória do Ribatejo – Salvaterra de Magos, distrito de Santarém, o Rancho Etnográfico “Os Pinhoeiros de Lobão” de Santa Maria da Feira, distrito de Aveiro, e o Grupo Infantil e Juvenil da A.D.R. da Gandra – Ermesinde, distrito do Porto, seguindo-se a habitual entrega das fitas comemorativas do 15º Aniversário, tal como as respectivas lembranças.

O Rancho Folclórico da Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Rubiães foi fundado a 04/06/2004, por iniciativa de umas senhoras da freguesia que tinham como sonho fazer parte de um Rancho Folclórico. Desde então, este Grupo tem vindo a representar a freguesia, não só em Portugal, mas também em França e Espanha.

A sua apresentação passa pelo uso de trajes negros, por uma simples razão: Rubiães é uma freguesia do concelho de Paredes de Coura situada no coração do Alto Minho. Como tal, o Grupo apresenta-se com os designados trajes domingueiros, por parte dos seus dançadores, e na parte da tocata os trajes são à base de linho e lã, que eram os trajes utilizados nos trabalhos do campo.

Também por ser um Grupo que representa a região do Minho, as danças que apresenta são: Viras, Chulas e Canas-verdes. Para além dos instrumentos de percussão, apresenta também as concertinas, instrumento usual no Alto Minho.

Este Rancho é composto por dois Grupos, o Grupo Infantil e o Grupo Adulto, num total aproximado de 70 pessoas, que têm como principal missão recolher, preservar a divulgar os usos e costumes deixados pelos seus antepassados.

No recinto onde se vai realizar o Festival de Folclore, haverá um serviço de Bar e uma pequena Quermesse.

Estão todos convidados para estarem presentes na comemoração do nosso 15º aniversário e esperemos que gostem.

A Direção do Rancho Folclórico da Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Rubiães

Divulgação de cartazes para promoção de iniciativas diversas

 

Para além de um espaço dedicado à divulgação dos cartazes de promoção dos Encontros e Festivais de Folclore, Folclore de PortugalO Portal do Folclore Português também disponibiliza mais este espaço onde vai divulgar os cartazes para promoção de outro tipo de iniciativas, especialmente aquelas que estão directamente relacionadas com a Etnografia, o Folclore, os Usos, Costumes e Tradições do nosso Povo

 

Feiras de Artesanato, Gastronomia, etc.

Encontros de Cantares ou de Música Tradicional/Popular

Colóquios, Conferências, Seminários 

Iniciativas diversas

 

Se quiser ver a iniciativa organizada pelo seu Grupo de Folclore ou Associação, particularmente se relacionada com a Cultura Popular Portuguesa, divulgada nestes espaços, basta enviar, atempadamente, um email para “folclore@folclore-online.com” ou para “portal.folclore@gmail.com”,  com a imagem do cartaz (ter em atenção: tamanho grande, de boa qualidade e, preferencialmente, com o formato jpeg) e todas as informações que considerar adequadas.

A divulgação é gratuita!

Em caso de dúvida, não hesitem em contactar-nos!

 

Cartazes de Festas e Romarias de Portugal

 

Periódicas, cíclicas ou calendáricas, numa perfeita simbiose entre o sagrado e o profano, as festas e romarias (…) de Portugal são um autêntico convite ao saudável convívio no meio de gente alegre e à visitação de um multifacetado território.

Com uma paisagem diversa e estimulante, pontilhada de simples ermidas e santuários, de imponentes igrejas e capelas, ou de conventos e mosteiros com séculos de história, que são locais de fervoroso culto ao longo de todo o ano, (…) Portugal é um destino turístico com uma oferta rica e variada, onde as tradições imemoriais se mantêm vivas e renovadas.

Nas aldeias, vilas e cidades (…), os costumes e as tradições nunca acabam.

Aqui, todas as vivências se confundem nos rituais das romarias à virgem, aos santos e santas padroeiras, ou nas festas de junho dedicadas aos santos populares.

Ou seja, quando os seus habitantes – gente de trabalho e de mil ofícios – se dedicam de corpo e alma às suas festas e romarias. As mulheres decoram os altares, colocam as melhores colchas à janela ao passar da procissão, recebem os familiares de longe e preparam os melhores repastos para que nada falte à mesa nesses dias. Os homens vestem o melhor fato, assistem à missa, carregam os pesados andores, lançam os foguetes anunciando o festim e, para acompanhar a boa comida, escolhem sempre o melhor vinho.

E porque a festa é um importante regulador de equilíbrio, que reforça e renova a ordem social, aqui as tradições teimam em manter-se intactas. (…) as seculares romarias que refulgem ao ritmo do folclore tradicional exibem ainda, nas praças e nos terreiros, diferentes tipos de alfaias de sabor artesanal, fruto de uma ruralidade que persiste no quotidiano das populações. Aqui, a religiosidade e a festa pagã conservam o seu brilho, ano após ano, graças ao espírito das suas gentes que congregam tudo num clima de verdadeira alegria onde não faltam as procissões, bandas de música, marchas, cortejos etnográficos e desfiles de mordomia, grupos de danças e cantares, concursos e leilões.

É, aliás, deste modo que ao longo do ano o culto e a celebração popular atraem fervorosos peregrinos buscando milagres e cumprindo promessas, mas também turistas, movidos pelo eco das tradições, curiosos pelos lugares sacralizados, de cultura e património, do Norte, onde acorrem aos milhares. Visitam os nossos templos de invocação, conhecem a antiguidade das suas origens, percorrem as paisagens circundantes, maravilham-se com o colorido das iluminações, partilham da nossa alegria, saboreiam as iguarias de uma especial gastronomia, ouvem cantares ao desafio, dançam ao som da concertina e enchem o coração com a simpatia e o calor humano com que (…) em Portugal sempre gostamos de receber.” (Texto retirado de uma brochura do Turismo do Porto e Norte de Portugal, adaptado)

Neste espaço, vamos divulgar os cartazes das Festas e Romarias que se realizam no nosso país.