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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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AGOSTO
 
 

 

AGOSTO deriva do latim Augustus, sobrenome do imperador romano César, o filho adoptivo de Júlio César, a partir do qual o nome de Augusto passou a todos os imperadores romanos.

No primeiro calendário de Roma o mês de Agosto chamava-se Sextilis, ou seja, o sexto mês do ano civil, ano que, como se refere nos meses anteriores, tinha somente dez meses.

Com a reforma de Numa Pompílio passou a ser o 8º, conservando porém o nome de Sextilis alusivo à sua primitiva posição, e só na época de Octávio César, mais conhecido por Augustus, veio este mês a mudar de nome.

Nesta época, o Senado, para render a Octávio César igual homenagem à que tinha sido prestada a Júlio César, decretou que este mês (precisamente aquele em que, pela primeira vez, Octávio ascendera ao consulado), passasse a denominar-se Augustus, de onde provém a palavra Agosto, para comemorar diversos acontecimentos ocorridos nesse mês, entre os quais a conclusão das guerras civis e a submissão do Egipto.

Na antiguidade, o mês de Agosto era consagrado a Ceres, a deusa dos campos e das searas, a qual ensinou aos homens a arte da agricultura. Até então tinha apenas 30 dias. Quando se mudou o nome de Sextilis para Augustus acrescentou-se mais um dia, ficando assim com 31, tantos como o mês anterior (Julho) tinha, mês esse dedicado a Júlio César. Manteve os 31 dias até hoje.

Era representado pelo figura de uma mulher formosa, de grande estatura, coroada de espigas de trigo e com feixes delas em ambas as mãos.

O provérbioAgosto frio no rosto” diz-nos que neste mês o frio faz a sua aparição no Verão; já o provérbio “Agosto e Setembro não duram sempre” avisa-nos de que o tempo da abundância e do prazer (férias) não dura muito.

Adaptado de ALMANAQUE 1996 - ME/DEB e Almanaque Popular 2004

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Da natureza e efeitos do Signo de VIRGEM
(23 de Agosto a 22 de Setembro)

Este signo é da natureza da terra, frio e seco; é figurado por uma donzela, denotando a esterilidade da terra pela infecundidade da donzela, quando o Sol entra no tal signo. É feminino, nocturno, melancólico e comum no outono e estio. Entra o Sol no dito signo a 23 de Agosto e desde que entra até que sai diminui o dia hora e meia.

O varão que nascer debaixo do domínio deste signo será honrado, casto e de nobre condição. Denota que será solícito e cuidadoso em suas coisas, que virá a ter algum cargo e governo. Denota mais que será homem vergonhoso e variável que possuirá riquezas; mas que virá a cair em grande pobreza, por se não saber reger nem governar.

Se for fêmea será vergonhosa, diligente e muito devota. Denota que cairá de alto e que viverá algum tanto enferma. E finalmente mostra que assim o homem como a mulher, que nascerem sobre a influência deste signo, terão grande alegria de viverem com limpeza e castidade, suposto padecerão trabalhos.

Ao varão mostra ter algumas enfermidades até aos trinta anos; e promete este signo, conforme sua natureza, oitenta e quatro anos de vida.

À fêmea denota uma grave enfermidade desde os trinta anos até aos trinta e seis; e lhe promete, conforme sua natureza, setenta e sete anos de vida.

(in “Lunário Perpétuo” – edição de 1901)

 

Da natureza e efeitos de outro Signo >>>

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