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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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CASTANHAS ASSADAS

Em Alegrete (concelho de Portalegre) e Covilhã as castanhas assam-se em vasilhas de barro com orifícios e asas pelo lado de cima, chamadas caldeirões. Não é bom, ao voltar os caldeirões, trocar as voltas; começando-se por um lado, de trás para diante, por exemplo, ou vice-versa, não se pode continuar por outro. Dão-se três voltas e põem-se ao lume, depois outras três e assim por diante. Assam-se no chão ou na cozinha.

Em Moimenta da Beira ao assar das castanhas chamam «fazer um magusto». As que ficam mal assadas põem-se de lado, de refugo, e designam-se de crocas. Para cozerem as castanhas tiram-lhe a coroa, a que chamam cabeça, com uma faca, operação que recebe o nome de esfolar as castanhas; se alguma ficou por esfolar, chamam-lhe marmota. Às que vão a assar ao forno ou fogão tiram-lhes um pedacito à casca, com uma faca, para não estourarem; é o que se diz mussecar as castanhas.

Fonte: J.Leite de Vasconcelos - Etnografia Portuguesa


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