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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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Beira Alta
 



Sardinhas doces de Trancoso

O recheio é constituído por amêndoas raladas, ovos e açúcar.

Depois, todos estes condimentos são envoltos numa «massa tenra», à qual se dá a forma de peixe.

Após fritura em lume brando, é polvilhada com açúcar.

Chamam-lhe sardinhas doces e a receita nasceu no extinto Convento de Santa Clara, que se situava em frente ao Largo do Pelourinho.

Maria Conceição Pinheiro, última mulher a confeccioná-las em Trancoso, não garante que a receita seja assim tão simples…

No largo do castelo, cuja toponímia lhe atribui o nome de D. Afonso Henriques, pergunte pela casa da doceira, pois as portas não estão numeradas. Em alternativa, se tiver bom olfacto, deixe-se guiar por ele, pois lá de dentro vem o cheiro a fritura das sardinhas doces.

Lá chegado, dificilmente sairá sem provar também a bola de folhas, e mais difícil ainda será decidir de qual vai sentir mais saudades.

A tradição conta que a origem deste petisco nasceu da necessidade de satisfazer a insuficiência de peixe, cujo transporte era, noutros tempos, muito demorado e irregular para as regiões do interior.

Felizmente que, depois de resolvido o problema do abastecimento de pescado (…), Maria da Conceição não deixou morrer a tradição.

In Guia Expresso O Melhor de Portugal, nº6


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